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Começou com uma ideia e um par de conversas entre filósofos e professores de filosofia, mais algumas entre amigos, à medida que se foram encontrando.

A vontade de fazer algo em Abrantes a partir da filosofia também foi gerador de entusiasmo para José Alves Jana iniciar o projecto.

“Talvez tenha nascido da incapacidade de estarmos quietos. Ou da responsabilidade para com a cidade onde vivemos. Ou sabe-se lá o quê...” revela Alves Jana à Rede Regional, acrescentando que este clube nasce sem grandes objectivos, mas com os propósitos “que são os da filosofia: ajudar a pensar, provocar o pensamento, pensar. É um vício, uma necessidade, uma presunção? Cremos que é uma necessidade”.

A intenção de José Alves Jana, Mário Pissara, Nelson de Carvalho e Luís Barbosa é local mas, ao mesmo tempo, de todo o país, já que o clube colabora na revista digital “FILOSOFalando”.

Sobre o território, Alves Jana salienta que o grupo não está preocupado com fronteiras: “temos um estatuto de grande informalidade”.

No futuro logo se vê, mas para já estão em Abrantes.

Quanto à revista, é de filosofia em formato digital. Pode ser consultada na ligação http://issuu.com/search?q=Filosofalando ou enviada por e-mail, se tal for solicitado.

José Alves Jana, que é também o director, não pensa para já noutro suporte, e adianta que a mesma chega a muita gente, sem quantificar, de Portugal, Espanha e Brasil. “Muitos daqueles a quem a mandamos nestes países reenviam-na a outros”, salienta.

A primeira acção do clube é já na próxima segunda-feira, 3 de Setembro, com a apresentação pública da “FILOSOFalando” e do Clube de Filosofia de Abrantes na Biblioteca António Botto, pelas 17h00.
A revista apresenta-se como Revista Portuguesa de Filosofia Aplicada, é publicada a partir de Abrantes em formato digital e fez sair já dois números.

O primeiro teve como tema a “filosofia na cidade” e o segundo tema é o “trabalho”.

O Rancho Folclórico do Vale de Santarém organiza, nos dias 31 de agosto e 1 de setembro, o seu 27º Festival Nacional de Folclore.

Além do rancho da casa, foram convidados os ranchos da Casa do Povo de Alte (Algarve), da Região de Leiria, de Viegas (Ribatejo) e da Ereira (Montemor-o-Velho).

A festa começa no dia 31, sexta-feira, pelas 21h30, com abertura de quermesse e bar e, uma hora depois, a atuação no grupo musical Ritmo Certo.

No dia 1 de setembro, sábado, a chegada dos grupos está marcada para as 17h00, seguindo-se o desfile pelas ruas da vila (18h00) e do festival (21h30). Depois da atuação dos ranchos haverá música com o DJ Big Formiga.


“O trabalho de farnel aviado” é o nome da exposição que a Associação para a Defesa do Património Etnográfico e Cultural (ADPEC) da Glória do Ribatejo vai inaugurar no sábado, 25 de Agosto, às 17h30, no museu etnográfico desta vila do concelho de Salvaterra de Magos.

Esta mostra temática tem por base a evolução do trabalho entre as famílias e os habitantes da Glória do Ribatejo ao longo de várias décadas do século XX, revelando as condições laborais quase sobre humanas que muitos glorianos tiveram que suportar para sobreviver e as inúmeras dificuldades que sentiram quando não havia trabalho e não havia pão na mesa.

A exposição, que tem um teor didáctico e identitário, reúne e coloca à disposição do público objectos, fotografias e histórias de vida desses tempos idos, mas que ficaram gravados na memória colectiva da vila.

O nome da mostra – “trabalho de farnel aviado” – vem dos grandes sacos (de farnel) que transportavam os mantimentos essenciais (o avio) que os ranchos de trabalhadores da Glória levavam para as longas estadias nos campos de cultivo da região, onde chegavam a ficar durante 15 dias.

Apesar da agricultura sempre ter sido o principal meio de subsistência de muitas famílias, não havia nas proximidades grandes lavradores e casas agrícolas, o que obrigava os habitantes da Glória a procurar trabalho para os proprietários agrícolas das grandes extensões de terrenos nas lezírias de Vila Franca de Xira, Benfica do Ribatejo ou Almeirim.

Quando os ranchos de homens de alforges aos ombros e mulheres com farnéis à cabeça ou à ilharga partiam a pé para os campos, percorrendo cerca de 20 a 30 quilómetros, a Glória ficava com uma aparência estranha, de quase abandono, onde permaneciam apenas os idosos já gastos para o trabalho, e as crianças de terna idade que ainda não tinham idade nem corpo para trabalharem.

A exposição passa em revista também as décadas de 60 e 70, quando desapareceram as praças de jorna e os trabalhadores agrícolas passaram a deslocar-se para o trabalho em camionetas ou tractores e regressam diariamente a casa, e chega aos anos 90, dando destaque às alterações introduzidas pelo cultivo do tomate nos campos ribatejanos e pela mecanização da agricultura.

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