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Hélder Lopes, da Azambuja, venceu o primeiro concurso de fado amador do concelho do Cartaxo, cuja final se realizou no domingo, 8 de Julho, no pavilhão municipal de exposições da cidade.

Organizado em parceria pela Rádio Cartaxo, jornal “Povo do Cartaxo”, escola secundária do Cartaxo e sete colectividades do tecido associativo do concelho, este concurso teve oito eliminatórias, uma em cada freguesia, onde foram apurados os fadistas finalistas: Teresa Ventura (Vale da Pinta), Carlos Valério (Cartaxo), Elias Santos (Vale da Pedra), Gisela Cunha (Vila Chã de Ourique), João Pombinho (Valada), Solange Vides (Pontével), Diogo Pombas (Ereira) e Hélder Lopes (o vencedor, em representação da Lapa)

O espectáculo final, que reuniu cerca de 500 espectadores na assistência, contou ainda com as actuações das fadistas profissionais Vânia Duarte, Isabel Vitorino e Casimira Alves, acompanhadas por Guilherme Banza na guitarra portuguesa, André Ramos na viola de fado, e Rodrigo Serrão na viola baixo. 


O vencedor de uma menção honrosa no Prémio Nacional de Teatro Bernardo Santareno de 2009 decidiu tornar público o seu descontentamento com a Câmara Municipal de Santarém pelo facto de ainda não ter sido publicada a sua peça de teatro premiada.

Em causa está o texto “A Morte do Soldado”, de Carlos Alberto Machado, a quem a autarquia scalabitana, que promove este concurso através do Instituto Bernardo Santareno (IBS), prometeu a edição da peça em livro, nos finais de 2009.

“Desde então para cá, através de e-mail, foi um autêntico calvário, com inúmeras, sucessivas e cada vez mais estranhas apresentações de motivos para adiamentos da edição da peça – depois de entrega de orçamentos de edição, etc., etc”, denuncia o autor, que reside nas Lajes do Pico, através de uma carta onde sustenta que “a situação é caricata, absurda – ou apenas inqualificável”.

Carlos Alberto Machado acrescenta ainda que se sente vítima de “uma fraude”, e justifica que decidiu tornar o caso público como forma de alerta para “futuros concorrentes a coisas dessa Câmara”, que “poderão ter de se sujeitar a ir à procura do Presidente por várias autarquias deste país (e arredores)”.

Autarquia assume falta de disponibilidade financeira

O presidente do IBS, Vicente Batalha, lamenta a situação que se criou e confirma que a edição ainda não foi feita por falta de disponibilidade financeira da Câmara de Santarém.

Mas o responsável e membro do júri do concurso salienta também que a autarquia “não tem obrigatoriedade de publicar o texto, uma vez que o regulamento do concurso estabelece que só a peça vencedora seja editada em livro”.

“A Morte do Soldado” é uma das cinco menções honrosas que foram atribuídas em 2009, “um ano de excepcional qualidade nas obras a concurso”, explicou à Rede Regional Vicente Batalha. “Para que textos tão bons não se perdessem no esquecimento, o júri do concurso deliberou fazer uma recomendação à Câmara para que todas as cinco obras fossem também editadas, além da vencedora”, acrescentou o presidente do IBS.

“Há, de facto, uma recomendação e uma promessa feita a este autor, que a Câmara pretende cumprir assim que estiverem reunidas as condições financeiras para isso”, afirmou Vicente Batalha, acrescentando que tudo o que se refere aos prémios pecuniários (15 mil euros) e às edições dos textos vencedores nas três edições do concurso (2007, 2009 e 2011) está a ser integralmente cumprindo.

“O concurso realiza-se nos anos ímpares e as edições são feitas nos anos pares. Como estamos em 2012, vamos cumprir com a obrigação de editar o texto vencedor”, garantiu o presidente do IBS, recordando tratar-se da obra “Em Viagem para Belle Rêve”, de Armando Nascimento Rosa.


“Atelier do fósforo” é o nome da exposição que exibe ao público qualquer coisa como 140 mil fósforos usados, que foram colados e unidos ao longo de perto de 2 mil horas de trabalho por Carlos Casal, um artista de 36 anos natural da freguesia de Arrouquelas.

Esta mostra de miniaturas construídas com fósforos está patente na biblioteca municipal Laureano Santos, em Rio Maior, até ao final do mês de Julho, e pode ser visitada durante o horário de funcionamento do espaço.

Os visitantes encontram desde molduras onde figura a bandeira de Portugal e símbolos de clubes desportivos, entre outros, até maquetas de vivendas de luxo idealizadas pelo autor, construídas com enorme minúcia.

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