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"Os Arroteadores do Vale da Lama de Atela" é o nome do livro que Ricardo Hipólito vai lançar no domingo, 28 de Abril, às 16 horas, na antiga escola primária do Casalinho, uma aldeia do concelho de Alpiarça onde ainda residem famílias de descendentes destes primeiros homens que preparavam as terras incultas.

A obra, publicada nos "Cadernos Culturais" da Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA), retrata a saga de muitas famílias que, nas décadas de 40 a 60 do século XX, desbravaram as terras dos vales do Ribatejo e contribuíram, com o seu trabalho árduo, para consolidar a identidade das comunidades ribeirinhas do Tejo.

Funcionário da Secretaria de Estado da Cultura, o autor nasceu em Alpiarça, em 1957, e tem desenvolvido um intenso trabalho de recolha das memórias do concelho desde há uns anos a esta parte, das quais se destacam a vida dos avieiros e seus descendentes, o património industrial arqueológico, o trabalho do campo e as vivências na vila rural.

Para concretizar este trabalho, Ricardo Hipólito realizou cerca de trinta entrevistas nos concelhos de Alpiarça e Chamusca (em Alpiarça, no Casalinho, em Vale de Tejeiros, na Parreira, em Salvador e no Junco).

Este segundo número dos “Cadernos Culturais” é prefaciado por Fernando Oliveira Baptista, professor catedrático do Instituto Superior de Agronomia e autor de muitos artigos em revistas científicas, prefácios e de uma vasta lista de livros, casos de “Os campos” (1978), “A política agrária do Estado Novo” (1993), “Agriculturas e territórios” (2001), ou “O espaço rural: declínio da agricultura” (2010), entre outros.

O lançamento do livro, que conta com o apoio da AIDIA e da Câmara Municipal de Alpiarça, faz parte da programação oficial da feira do livro da vila.


A Confraria Gastronómica de Almeirim está a lançar duas novas iguarias de confeção própria, a trouxa de pedra e o pastel de frade.

"Tendo em conta que o prato de destaque da confraria é a sopa da pedra, achámos que faltava um salgado para entrada e um doce para a sobremesa, para compor uma refeição completa. Então, decidimos criar estas duas iguarias", explicou à Rede Regional o grão-confrade João Paulo Simões durante a primeira ação de promoção destes dois novos produtos, que decorre este fim-de-semana, dias 27 e 28 de abril, na Praça Lourenço de Carvalho (Parque das Laranjeiras), inserida na "Urbanalm" - mostra de artesanato urbano.

As receitas, que são secretas, genuínas e que já estão devidamente registadas, foram desenvolvidas pela própria confraria, tendo por base os produtos típico do concelho e as tradições gastronómicas de Almeirim.

A trouxa de pedra, que servirá como entrada, é feita com base nos enchidos de Almeirim, ingredientes essenciais no preparo da sopa da pedra.

Já o pastel de frade, que pede emprestado o nome ao frade da lenda da sopa da pedra, é um bolo feito com feijão (outro dos elementos fulcrais da sopa) e pretende servir de sobremesa.

Objetivo: chegar ao mercado

"Ambas têm um sabor muito caraterístico da nossa terra", garante João Paulo Simões.

Nesta fase inicial de promoção e lançamento, o fabrico é ainda da responsabilidade da Confraria Gastronómica de Almeirim, mas o grão-confrade adianta que, no futuro, os produtos passarão a ser confecionados numa unidade de fabrico industrial, para serem colocados à venda e à disposição do público.

Devidamente embalados em caixas próprias criadas para a sua comercialização, "já vão aparecer em determinados pontos de venda na próxima semana, sobretudo junto à praça de touros e à zona dos restaurantes da cidade", acrescentou João Paulo Simões.

Apesar de não ser muito comum as associações de defesa do património gastronómico lançarem produtos próprios, a Confraria Gastronómica de Almeirim prepara-se ainda para lançar mais uma inovação: o "pack sopa da pedra", uma embalagem que traz os enchidos para a confeção deste prato.

Quem passar no Parque das Laranjeiras este fim-de-semana, pode desde já conhecer a embalagem e a ideia, mas o essencial, para já, segundo o responsável da confraria, é promover os pasteis de frade e as trouxa de pedra, mostrando-os e dando-os a provar aos almeirinenses e restantes visitantes da cidade.

Pelo 10º ano consecutivo, a praça de toiros de Coruche vai transformar-se num mega restaurante dividido em várias tasquinhas para mais uma edição dos "sabores do toiro bravo", que têm mesa posta entre os dias 30 de abril e 5 de maio.

Lombo do touro bravo, espetada de bezerra brava em pau de louro verde, rabo de boi estufado ou bife do toiro bravo recheado são apenas algumas propostas deste certame gastronómico que este ano, devido à crise económica, terão alguns menus a preços mais em conta.

Como também já é hábito, todas as refeições são regadas com os vinhos das adegas de Coruche e animadas por ranchos folclóricos e grupos de tocadores de instrumentos tradicionais, no ambiente muito peculiar deste evento tipicamente ribatejano.

Para além da oferta gastronómica, a praça de touros da vila, onde a tertúlia dos Forcados Amadores de Coruche está aberta todos os dias, será palco de concursos de cernelhas, treinos de forcados, de uma exposição de fotografia e de uma mostra de artesanato e venda de produtos tradicionais, entre outras atividades.

O programa do certame inclui ainda um encontro de folclore (no dia 1 de Maio), a festa da Rádio Voz do Sorraia (dia 4), um festival de tunas (dia 5), BTT, 4X4, passeios pedestres, radiomodelismo e um encontro de clássicos.

Os "sabores do toiro bravo" encerram no dia 2 de maio e prometem muitas surpresas e animação para 5 de maio, dia da mãe.

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