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Sociedade

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A Praça de Touros da Chamusca foi colocada a concurso público do aval da Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC), que interditou o espaço depois de uma vistoria realizada no passado dia 7 de fevereiro.

Segundo o site “Touro e Ouro”, a praça “encontra-se impedida de abrir as suas portas” depois dos técnicos da IGAC terem detetado vários problemas de segurança ao nível da estrutura.

O concurso para a exploração aberto pela Santa Casa da Misericórdia da Chamusca, proprietária do espaço, deverá agora ser anulado, segundo o mesmo site.

“Recorde-se que já nos últimos anos a Praça de Touros da Chamusca abriu as suas portas de forma condicionada, não sendo possível a venda de bilhetes para as galerias, por estas não garantirem a segurança aos espectadores que aí se viessem a sentar”, acrescenta ainda o Toiro e Ouro.

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Meia dúzia de telefonemas e a negligência ingénua de uma funcionária da Caixa Geral de Depósitos (CGD) de Abrantes foram o suficiente para dois burlões subtraírem 10 mil euros da conta pessoal de um advogado com escritório nesta cidade.

Os homens, de 49 e 55 anos, vão começar a ser julgados no Tribunal de Santarém por burla qualificada, sendo que um deles, o mais velho, está atualmente a cumprir pena no Estabelecimento Prisional de Lisboa por crimes da mesma natureza.

O caso remonta a agosto de 2014, quando este arguido, Paulo D., começou a telefonar para a agência da CGD de Abrantes, fazendo-se passar pelo advogado lesado, de quem tinha os dados pessoais e os números das contas bancárias.

Sempre ao telefone, o homem conseguiu convencer uma das funcionárias da agência a transferir os 10 mil euros para uma outra conta bancária que indicou, alegando que não podia ir ao banco por estar num julgamento em Mora, e que se tratava de uma operação urgente para não perder um negócio.

Poucos dias depois, quando a agência da CGD de Abrantes descobriu o logro, já tinham sido levantados perto de 7 mil euros da conta de destino, que era titulada por José O., o segundo arguido deste processo.

O banco teve que devolver o dinheiro ao advogado, que apresentou queixa-crime contra desconhecidos após descobrir a usurpação da sua identidade.

Curiosamente, a funcionária que efetuou a transferência reformou-se pouco mais de mês do episódio, com 36 anos de serviço.

A mulher, que já não podia ser alvo de um processo disciplinar por estar aposentada, acedeu a restituir à CGD o prejuízo provocado pela sua conduta negligente, sendo-lhe descontado 300 euros da sua reforma, todos os meses.

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A Câmara Municipal do Cartaxo vai realizar várias sessões públicas de esclarecimento sobre limpeza de terrenos, destinadas a proprietários, arrendatários ou usufrutuários de parcelas confinantes a edifícios ou habitações.

Estas sessões, que se realizam sempre nas sedes das respetivas Juntas de Freguesia, começam na sexta-feira, 16 de fevereiro, na União de Freguesias do Cartaxo e Vale da Pinta, às 19 horas, e na Junta de Freguesia de Vila Chã de Ourique, às 21 horas.

Para o sábado seguinte, dia 17, estão previstas sessões em Valada, às 15 horas, Vale da Pedra, às17 horas, Ereira e Lapa, às 19 horas, e em Pontével, às 21 horas.

Recorde-se que, até 15 de março, os proprietários de terrenos que confinam com habitações ou aglomerados populacionais têm de fazer a gestão de combustível numa faixa de 50 metros, se for habitação isolada, ou 100 metros, se for aglomerado populacional.

Em 2018, as coimas decorrentes do incumprimento vão de 280 a 10 mil euros, para pessoas singulares, e de 1.600 a 120 mil euros, para pessoas coletivas.

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