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Um homem de 74 anos quase perdeu o pé esquerdo ao acionar acidentalmente uma armadilha artesanal para caçar javalis, montada ilegalmente num terreno florestal perto do cemitério da Junceira, concelho de Tomar.

O alegado proprietário do engenho explosivo vai ser julgado no Tribunal de Santarém, acusado pelo Ministério Público (MP) de um crime de ofensas à integridade física qualificada e dois crimes de detenção de arma proibida.

Os factos remontam a fevereiro de 2016, quando a vítima e a esposa pararam no local para apanhar míscaros, uma espécie de cogumelos bastante apreciada na zona onde residem, em Figueiró dos Vinhos, Coimbra.

Ao caminhar, o homem pisou o fio que fez deflagrar a arma de fogo escondida no chão, entre a vegetação, e foi atingido por um cartucho de calibre 12 no pé esquerdo.

O disparou provocou-lhe uma fratura exposta e deixou vários chumbos alojados no membro inferior, o que obrigou a uma operação cirúrgica no Hospital de Abrantes.

O caso foi investigado pela Polícia Judiciária (PJ) de Leiria, que, cerca de cinco meses depois, conseguiu identificar e deter um suspeito, um pintor desempregado de 46 anos, residente numa aldeia próxima da Junceira.

Segundo o despacho de acusação, a que a Rede Regional teve acesso, os artefactos, conhecidos popularmente por “ratoeira de fogo” ou “armadilha de fogo”, eram feitos a partir de simples tubos metálicos, aos quais era acoplado um dispositivo de disparo, por sua vez acionado por um fio atado a uma espécie de gatilho.

Numa busca domiciliária realizada à sua casa, os inspetores da PJ encontraram material utilizado no fabrico destes engenhos artesanais, usados para matar javalis por caçadores furtivos, e ainda um aerossol de defesa pessoal também proibido por lei.

De acordo com o MP, o arguido, apesar de pretender apenas caçar javalis, sabia que aquele terreno era frequentado por populares que lá se deslocavam com regularidade para apanhar cogumelos.

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Quatro pessoas - 3 homens e 1 mulher - foram detidas nas últimas 72 horas na área do Comando Distrital de Polícia de Santarém por conduzirem com excesso de álcool no sangue.

Os detidos foram detetados nos 299 testes de verificação de alcoolemia no sangue feitos pela PSP neste espaço temporal, apresentando taxas de 1,45 a 2,80 gramas de álcool por litro no sangue.

Dois outros condutores foram também detidos por não serem titulares de habilitação legal para o efeito e um outro por conduzir um veículo apreendido.

Nas 1934 viaturas fiscalizadas, a polícia detetou ainda mais de 80 infrações, entre as quais, 4 por excesso de álcool no sangue (taxa entre 0,5 e 1,2), 6 por falta de utilização ou inexistência de cinto de segurança, 11 por falta de inspeção, 3 por falta de seguro, 1 por uso indevido de telemóvel e 10 por excesso de velocidade.

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Um jovem, de 23 anos, foi detido pela PSP de Tomar por se ter tornado suspeito e ao ser revistado ter sido encontrado na sua posse um produto suspeito de ser haxixe em quantidade suficiente para 156 doses individuais.

Também em Tomar foi detida uma mulher, de 47 anos de idade, que tinha contra si um mandado de detenção e condução para cumprimento de pena de prisão ou pagamento de multa em alternativa. A detida efetuou o pagamento de multa e seguiu o seu destino em liberdade.

Em Santarém, a polícia deteve 2 mulheres e 1 homem, todos maiores de idade, em virtude de terem sido emitidos mandados de detenção e condução para apresentação junto do tribunal de Santarém para diligências processuais pendentes, tendo seguido posteriormente o seu destino.

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