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Sociedade

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A Câmara Municipal de Coruche colocou, durante a última edição da FICOR, uma instalação composta por 630 blocos de cortiça à entrada da vila, na rotunda junto à Estrada Nacional 114 e à Estrada Nacional 251.

Os blocos “sobrepõem-se em forma de anel para marcar a porta de entrada na capital mundial da cortiça e para reforçar a memória coletiva de Coruche”, explica um comunicado da MODO Associados, o gabinete de arquitetura do Sardoal que projetou esta instalação.

A peça, que se apresenta como a porta de entrada num concelho que produz diariamente cinco milhões de rolhas de cortiça, foi executada pela empresa Sofalca, com o apoio da Metalguia, a nível das estruturas metálicas, e da JC Bartolomeu, no que se refere à iluminação.

Os arquitetos “inspiraram-se na forma de um silo, evocando a ideia de reservatório e armazenamento da memória coletiva, ao mesmo tempo pensando esta peça escultórica como um mecanismo de precisão, que se quer dinâmico”, explica o mesmo comunicado, onde se lê também que “o desenho circular lembra um instrumento de registo do tempo, reforçando a ideia de memória”.

Os 630 blocos de cortiça (cerca de 100m3 de cortiça com 12 toneladas), estão dispostos em sete anéis sobrepostos, representando as seis freguesias do concelho, e o sétimo anel, em forma de “C” representa Coruche, a Cortiça e o Concelho Capital Mundial da Cortiça.

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A empreitada de restauro, reabilitação, remodelação e ampliação do Edifício Carneiro, onde será instalado o futuro Museu de Arte Contemporânea Charters de Almeida (MAC), foi adjudicada à empresa Tecnorém, por um valor ligeiramente superior a 2 milhões de euros.

A intervenção, segundo uma nota de imprensa da Câmara de Abrantes, tem um prazo previsto para a execução de 720 dias, e é financiada em cerca de 85% por fundos comunitários do Portugal 2020.

“As obras representativas das várias fases do percurso de mais de meio século da atividade artística do escultor Charters de Almeida ficarão expostas no interior e no exterior do edifício”, explica a mesma nota, onde se lê que “para além dos espaços expositivos interiores, para acolhimento de exposições de caráter permanente e temporário, o edifício será dotado de um auditório polivalente”.

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O Padre Manuel Branco, pároco emérito do Vale de Santarém, faleceu esta terça-feira, 5 de junho, aos 92 anos, no Hospital de Santarém, onde foi internado ontem devido a problemas pulmonares.

Natural da freguesia de Pedrógão, no concelho de Torres Novas, onde nasceu a 18 de julho de 1925, Manuel Joaquim Pedro Branco foi ordenado sacerdote a 29 de junho de 1948, no Seminário de Santarém.

Além do Vale de Santarém, foi pároco em freguesias como Valada, Vila Chã de Ourique e Póvoa da Isenta, que foi perdendo com a idade, terminando como padre emérito do Vale de Santarém, onde era pessoa querida e atribuíram o seu nome ao largo da Igreja. Antes tinha estado nos Jerónimos, em Lisboa, e em Marvila, Santarém.

O corpo do padre Branco, que nos últimos anos viveu no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Santarém, estará em câmara ardente a partir das 17h00 de hoje, na Casa Mortuária do Vale de Santarém, onde haverá missa às 21h00.

O Cortejo fúnebre segue amanhã de manhã, às 11h00 para a Igreja paroquial do Pedrógão, onde o Bispo de Santarém, presidirá às 16h00 à missa exequial, seguindo-se o corteja fúnebre para o cemitério local onde ficará sepultado.

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis