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Sociedade

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Um homem de 34 anos vai começar a ser julgado no Tribunal de Santarém por um crime de abuso sexual de criança de trato sucessivo, cometido sobre uma menor que tinha 8 anos na altura dos factos, em 2014.

O caso foi descoberto acidentalmente pela mãe da vítima, ao ler o diário que a filha tinha no quarto.

No diário, a menor escreveu que já tinha visto o suspeito sem roupa e que já lhe tinha tocado no órgão genital, o que levou a mulher a desconfiar que poderia estar a ser vítima de abusos sexuais e a apresentar queixa na PSP de Abrantes.

Segundo o processo judicial, a que a Rede Regional teve acesso, o suspeito do crime é irmão da atual companheira do pai da criança, que se divorciou da mãe em 2012.

O homem iniciou uma nova relação e foi viver com a segunda mulher para uma casa perto do Quartel Militar de Abrantes, onde residia também o alegado pedófilo, que terá consumado os abusos durante as visitas quinzenais da vítima ao pai, entre julho de 2013 e maio de 2014.

Durante a noite, o arguido esgueirava-se para o quarto onde dormia a vítima e acariciava-a em zonas íntimas, masturbando-se ao seu lado e roçando-se na menor, segundo o que consta do despacho de acusação do Ministério Público.

O suspeito sofre de insuficiência renal crónica, estando em diálise há vários anos, e terá cometido os crimes com uma algália colocada, que não o impedia de ter ereções.

Em termos de antecedentes criminais, o homem já tinha sido constituído arguido num processo de pornografia de menores que estava a ser investigado pela Polícia Judiciária de Leiria, aquando dos factos que constam deste processo.

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A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) está a recolher amostras de água com critérios duvidosos e em locais que não serão representativos da verdadeira poluição no rio Tejo, segundo uma denuncia do movimento proTEJO.

Segundo um comunicado deste movimento ambientalista, uma equipa do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE), que estava a desenvolver trabalhos de monitorização no Tejo na Barragem de Belver, abordou um técnico da APA que estava a recolher uma amostra de água na praia fluvial de Ortiga.

A equipa do MARE, no dia 8 de fevereiro, abordou-o “para o alertar para a situação vergonhosa em termos de poluição no troço principal do Tejo, e não no braço da albufeira que conflui com a Ribeira de Eiras, o local onde se encontravam”, explica o proTEJO, acrescentando que lhe perguntaram “se a rede de monitorização da qualidade da água incluía uma estação junto ao paredão da Barragem de Belver”.

O técnico terá dito que não, justificando o facto com a falta de acessibilidades, pelo que o MARE depreende que a “amostra obtida na praia fluvial de Ortiga pretende ser representativa da qualidade da água na Barragem de Belver”.

“A ser assim esta é uma situação que causa muita estranheza”, sublinham os autores da denuncia, que consideram que o “critério da acessibilidade, sendo importante para a pessoa que executa o trabalho, não parece ser o mais adequado num delineamento desta natureza”.

Os investigadores já solicitaram à APA a localização das estações de amostragem que fazem parte da rede de monitorização do Tejo, considerando “lamentável este procedimento de amostragem para efeitos de deteção da poluição no rio Tejo”.

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Nas últimas 72 horas, a PSP deteve em todo o distrito cinco automobilistas, quatro por conduzirem com taxas de alcoolémia em níveis considerados crime e um por falta de carta de condução.

Em Santarém, foi apanhado um homem de 35 anos com uma taxa de 2,78 g/l, ao passo que no Cartaxo, um homem de 33 anos acusou 2,17 g/l quando soprou no balão.

As restantes três detenções foram efetuadas pela PSP de Torres Novas, que apanhou um homem de 21 anos com 1,28 g/l, uma mulher de 25 anos com 1,41 g/l, e um jovem de 22 anos sem habilitação legal para conduzir.

Segundo um comunicado de imprensa do Comando Distrital de Polícia de Santarém, foram fiscalizadas e controladas por radar 2.744 viaturas de diferentes categorias, e efetuados 185 testes de verificação de alcoolemia no sangue.

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