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Sociedade

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O padre António Cândido Monteiro, de 81 anos, um dos sacerdotes mais velhos da Diocese de Santarém, faleceu esta quinta-feira, 9 de agosto, vítima de doença súbita.

Segundo o padre Aníbal Vieira, vigário geral da Diocese de Santarém, a morte ocorreu durante a noite, numa altura em que o sacerdote se encontrava a passar férias com a família em Pousade, no concelho da Guarda, de onde era natural. Foi uma sobrinha, que foi ver como ele se encontrava e se necessitava de alguma coisa, que descobriu o corpo já sem vida, cerca das 5h00 da manhã.

Doente há vários anos, o padre Cândido, nascido a 13 de junho de 1937, já não tinha paróquia atribuída e já tinha deixado também o cargo de Pró Vigário Geral da Diocese, sendo apenas capelão do Mosteiro das Irmãs Clarissas, em Santarém.

"Homem cuidadoso da sua saúde, consciente que podia ser chamado à presença de Deus de modo repentino, já tinha pedido a dispensa dos ofícios de Pároco e de Pró-Vigário Geral da Diocese e esta tinha-lhe sido concedida", explica o padre Aníbal Vieira.

Ordenado presbítero pelo cardeal Cerejeira em 12 de junho de 1965, o padre Cândido iniciou o ministério sacerdotal como professor e prefeito no Seminário de Santarém. Foi coadjutor da paróquia de Várzea e Abitureiras, até final de 1974, professor de Moral na Escola Técnica de Santarém. Em 1975, após a criação da Diocese de Santarém optou por se incardinar na nova Diocese, sendo pároco nas freguesias de Abitureiras, Ereira, Lapa, Cartaxo, Salvador (Sé - Santarém), S. João da Ribeira e Almoster.

Na Diocese de Santarém teve ainda responsabilidades como membro do Conselho Presbiteral, dirigiu o Secretariado Diocesano de Acção Social, Pró-Vigário Geral e foi membro do Conselho Diocesano para os Assuntos Económicos, entre outras funções.

A missa exequial será esta sexta-feira, 10 de Agosto, às 15h00, na igreja paroquial de Pousade, seguindo-se a sepultura no cemitério local.

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O Comando Territorial de Santarém da GNR vai implementar um dispositivo de segurança na cidade de Fátima no próximo domingo, 12 de agosto, durante a tradicional peregrinação dos migrantes ao santuário.

Segundo um comunicado da Guarda, a operação vai concentrar-se precisamente no santuário e zona envolvente, “de modo a garantir a segurança e tranquilidade públicas, bem como a fluidez do trânsito” em Fátima, uma vez que são esperados milhares de migrantes e respetivas famílias.

Serão empenhados militares do Destacamento Territorial, Destacamento de Trânsito, Destacamento de Intervenção, Investigação Criminal, patrulhamento a Cavalo, patrulhamento Ciclo, através de equipas de “Tourist Support Patrol”, Binómios Cinotécnicos, Operações Especiais, Manutenção de Ordem Pública e Inativação de Explosivos, acrescenta o mesmo comunicado.

A GNR apela ainda aos condutores para adotar uma condução cautelosa, devido ao elevado número de peregrinos a circular na via pública.

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Para cumprir com eficácia a sua missão, os Bombeiros Torrejanos necessitam, a curto prazo, de duas ambulâncias, um novo veículo escada e um veículo urbano de combate a incêndios (VUCI).

As necessidades da corporação foram transmitias pela própria direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos (AHBVT) à Câmara Municipal de Torres Novas, numa reunião onde marcaram presença o presidente Pedro Ferreira e o vereador Carlos Ramos.

Para a direção, o investimento nestes novos equipamentos é “uma urgência”, tendo em conta, por exemplo, que o atual veículo escada que serve a corporação já tem cerca de 50 anos e, o VUCI 25 anos.

Neste encontro, os bombeiros salientaram ainda a necessidade de a autarquia aumentar a comparticipação fixa mensal à corporação, tendo ainda sido discutida a questão das dívidas do município aos bombeiros, que reportam já ao período desde 2014, e que ultrapassam os 100 mil euros, tendo a Câmara assumido o compromisso de liquidar a dívida de curto prazo.

A direção da AHBVT levou também à discussão a importância de se equacionar a criação de uma segunda Equipa de Intervenção Permanente (EIP), que, de acordo com o atual comandante dos Bombeiros, “é uma necessidade evidente, dado o número de ocorrências registado diariamente”.

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis