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180 condutores foram multados por excesso de velocidade nas estradas do distrito sob jurisdição do Comando Territorial de Santarém da GNR na semana de 6 a 12 de março.

Este foi, de longe, o maior tipo de infrações cometidas, havendo a registar igualmente 35 por falta ou deficiente iluminação e sinalização; 28 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;21 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças; 19 por falta de inspeção periódica obrigatória; 16 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório;11 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei; e 10 por excesso de peso, entre outras, num total de 445 infrações.

O conjunto de operações levadas a cabo pela GNR no distrito de Santarém motivou ainda 9 detenções por condução sem habilitação legal, 8 por condução sob o efeito do álcool, e uma por tráfico de estupefacientes.

A GNR registou nesta semana 75 acidentes, de que resultaram um morto, 3 feridos graves e 20 feridos leves.

Na área ambiental foram elaborados 45 autos de contraordenação.

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O distrito de Santarém é o sexto do país no número de infrações relacionadas com o uso de cinto de segurança e sistemas de retenção para crianças (SRC).

Num total de 4.522 registadas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) desde o início do ano, 319 foram cometidas nas estradas da região, só atrás de Porto (com 985 infrações), Braga (415), Aveiro (376), Leiria (353) e Lisboa (316).

Ainda assim as infrações detetadas em 2017 correspondem a uma diminuição de 10% face a período homólogo de 2016 (5.416 infrações), precisou a GNR, que, até ao próximo domingo, vai intensificar a fiscalização nesta área nas vias e estradas onde estas infrações são mais frequentes.

A GNR alerta que a utilização destes dispositivos reduz a ocorrência e/ou gravidade de lesões sofridas pelos ocupantes de uma viatura em caso de acidente de viação, pelo que a GNR tem dado particular atenção às ações de prevenção e fiscalização desta matéri

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A jovem mãe de Santarém que é suspeita de ter assassinado o seu filho recém-nascido mudou duas vezes de local o cadáver do bebé, na tentativa de que nunca fosse encontrado.

Este é um dos factos que consta do despacho de acusação do Ministério Público (MP) contra a progenitora, R. Duarte, que começa esta terça-feira, 14 de março, a responder no Tribunal de Santarém por um crime de homicídio qualificado e outro de profanação de cadáver.

Depois de ter dado à luz na cave de uma casa abandonada onde já tinha residido, a 21 de junho de 2016, a arguida, de 23 anos, embrulhou o corpo do bebé numa peça de vestuário e levou-o inicialmente para uma zona de mato por detrás de um fontenário na Estrada Nacional 3, à entrada da cidade.

Três dias depois, a mãe regressou às traseiras da fonte e transportou o cadáver para a barreira na Calçada dos Galhardos, onde veio a ser descoberto pelas autoridades, a 25 de junho, depois de uma denuncia feita por uma tia da arguida, que já andava desconfiada da situação.

R. D. escondeu-se depois em casa de conhecidos no Entroncamento, até ser localizada e detida pela Polícia Judiciária, estando neste momento em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Tires.

A acusação salienta ainda que a jovem escondeu sempre a gravidez dos familiares e amigos, uma vez que o bebé era fruto de uma relação fugaz, e sem o conhecimento do companheiro com quem residia.

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