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O “Tejo a Copo”, evento vínico promovido pelos alunos da pós-graduação em Wine Marketing & Events do ISLA de Santarém, foi visitado por mais de 600 entusiastas do vinho, que tiveram a oportunidade de descobrir a oferta de 21 produtores da região.

A iniciativa, que se realizou no Convento de São Francisco, em Santarém e teve por objetivo a divulgação e promoção dos Vinhos do Tejo, incluiu degustação de vinhos, provas comentadas por enólogos, gastronomia, música e várias atividades paralelas, num ambiente descontraído e animado.

“Estão lançadas todas as condições para podermos levar a cabo a segunda edição do evento e reunir ainda mais produtores desta região”, afirmou Domingos Martinho, o diretor do ISLA, que fez um balanço bastante positivo deste “Tejo a Copo”.

O responsável elogiou ainda o trabalho desenvolvido pelas alunas e docentes da pós-graduação na preparação e concretização do evento, cujo resultado “superou todas as expetativas”.

O Tribunal de Santarém condenou um homem, residente em Abrantes, na pena única de 5 anos de prisão, pela prática de quatro crimes de abuso sexual de criança.

Segundo uma nota de imprensa da procuradoria do Ministério Público de Santarém, “o tribunal deu como provado que o arguido, no período compreendido entre o mês de julho de 2013 e o mês de maio de 2014, em quatro ocasiões distintas e aproveitando o facto de se encontrar sozinho em casa, com uma criança de 8 anos de idade, filha do companheiro da sua irmã, praticou com ela atos de natureza sexual”.

Como a Rede Regional avançou há um mês atrás, o caso foi descoberto acidentalmente pela mãe da vítima, ao ler o diário que a filha tinha no quarto.

No diário, a menor escreveu que já tinha visto o suspeito sem roupa e que já lhe tinha tocado no órgão genital, o que levou a mulher a desconfiar que poderia estar a ser vítima de abusos sexuais e a apresentar queixa na PSP de Abrantes.

Segundo o processo judicial, a que a Rede Regional teve acesso, o pedófiloé irmão da atual companheira do pai da criança, que se divorciou da mãe em 2012.

O homem iniciou uma nova relação e foi viver com a segunda mulher para uma casa perto do Quartel Militar de Abrantes, onde residia também o alegado pedófilo, que terá consumado os abusos durante as visitas quinzenais da vítima ao pai.

Durante a noite, o arguido esgueirava-se para o quarto onde dormia a vítima e acariciava-a em zonas íntimas, masturbando-se ao seu lado e roçando-se na menor, segundo o que consta do despacho de acusação do Ministério Público.

O suspeito, de 34 anos, sofre de insuficiência renal crónica, estando em diálise há vários anos, e terá cometido os crimes com uma algália colocada, que não o impedia de ter ereções.

Em termos de antecedentes criminais, o homem já tinha sido constituído arguido num processo de pornografia de menores que estava a ser investigado pela Polícia Judiciária de Leiria, aquando dos factos que constam deste processo.

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A jovem mãe que está acusada de ter morto o próprio filho à nascença confessou esta terça-feira, 14 de março, que abandonou o bebé à morte, após o parto, enrolado num casaco de lã cinzento, nada tendo feito para garantir a sua sobrevivência.

A arguida, R. Duarte, de 23 anos, admitiu perante o coletivo de juízes do Tribunal de Santarém que tudo fez para esconder a gravidez dos familiares e do companheiro que tinha na altura, e que deu à luz sozinha, a 21 de junho de 2016, numa casa abandonada onde já tinha residido.

Como justificação, disse que o fez porque tinha medo que a nova gravidez a prejudicasse no processo judicial que envolvia a guarda dos seus outros dois filhos menores, e que era reclamada pelo pai das crianças de 2 e 4 anos

Perturbada e com dificuldade em falar dos factos, e depois do coletivo ter permitido a interrupção do seu depoimento para se recompor, a arguida admitiu ter escondido o corpo atrás de uma fonte na Estrada Nacional 3, à entrada de Santarém.

Nesta questão, já não soube explicar o que lhe passou pela cabeça, afirmando apenas que se sentiu “desesperada” e “sem saber o que fazer”.

Dois dias depois, e já com a ajuda de uma amiga com quem residia, voltou a mover o cadáver para uma zona de mato nas barreiras do planalto, na Calçada dos Galhardos, onde foi encontrado pelas autoridades.

Nesta primeira sessão, foram ouvidas todas as testemunhas arroladas no processo, à exceção da amiga com quem partilhava casa na altura dos factos (e que justificou a falta), faltando esclarecer o seu papel no encobrimento da gravidez e na ocultação do cadáver.

Esta mulher, no entanto, não foi constituída arguida neste processo, onde o MP acusa apenas R. Duarte de homicídio qualificado e profanação de cadáver.

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