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Sociedade

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Até ao final de janeiro, a circulação rodoviária na ponte sobre o Tejo que liga os concelhos da Chamusca e da Golegã deverá ficar regulada por semáforos.

A informação foi avançada à Rede Regional por Paulo Queimado, o presidente da Câmara Municipal da Chamusca, que vai reunir esta quarta-feira, 18 de janeiro, com responsáveis da Infraestruturas de Portugal (IP) para ultimar as condições de instalação da semaforização.

Segundo o autarca, a colocação dos semáforos será, para já, uma solução provisória que pretende minimizar os graves congestionamentos de trânsito na Ponte João Joaquim Isidro dos Reis.

“Será uma primeira fase de estudo, para tirarmos conclusões dos benefícios e desvantagens”, afirmou Paulo Queimado, explicando que há outras questões a considerar, “como o evitar da formação de filas à entrada da ponte ou a minimização dos tempos de espera para o atravessamento”.

A semaforização da ponte, que está projetada desde 2013, resultado de um estudo solicitado pela própria Câmara Municipal da Chamusca, e ao qual a IP só agora está a dar andamento.

santanamaialeonardo

Nota da redação:

A propósito do caso Ruben Cavaco, o jovem de Ponte de Sor que foi brutalmente agredido pelos filhos do embaixador do Iraque em Portugal, a Rede Regional foi contatada por Santana-Maia Leonardo, o advogado de Vilma Pires, a mãe da vítima, que nos solicita a publicação deste esclarecimento acerca dos últimos desenvolvimentos do processo judicial.

Apesar do caso ter ocorrido fora da área de cobertura noticiosa da Rede Regional, mas tendo em conta o seu indiscutível interesse informativo e impacto junto da opinião pública, acedemos a publicar “ipsis verbis” o referido esclarecimento, que aqui reproduzimos na íntegra:

Esclarecimento

1. O acordo extrajudicial a que chegaram as partes não interfere nem tem qualquer consequência relativamente ao processo criminal em curso.

2. Um crime público, como é o caso, atenta a gravidade dos factos, não depende de queixa (tanto assim que o processo está a decorrer sem que o Rúben tenha apresentado queixa), nem admite desistência de queixa.

2. Apenas o não levantamento da imunidade diplomática poderá travar o processo crime.

3. Ou seja, se houver levantamento da imunidade diplomática, o processo prossegue naturalmente.

4. As ofensas à integridade física que os gémeos iraquianos sofrerem no bar é que constituem um crime que depende de queixa e admite desistência de queixa e, no acordo, os gémeos renunciaram expressamente ao direito de queixa, renúncia essa que é extensível a todos os jovens que se encontravam no grupo do Rúben.

5.Finalmente, no caso de não ser levantada a imunidade diplomática (até hoje, refira-se, na história da Europa, nunca houve nenhum país que tivesse levantado a imunidade diplomática, em casos idênticos), o Rúben não podia exigir sequer judicialmente o pagamento de qualquer indemnização ao jovens iraquianos, restando-lhe apenas accionar o Estado português para ser ressarcido, o que significaria que seriam os contribuintes a ter de suportar a indemnização.

6. Mais informo que Vilma Pires está disponível para prestar todos os esclarecimentos, designadamente, sobre o acordo e os seus termos, logo que o acordo se efective com o pagamento, o que ocorrerá até ao final do dia de hoje, se tudo decorrer conforme acordado.

7. Comprometo-me ainda a dar-lhes conta do momento em que isso ocorreu por forma a poderem agendar com Vilma Pires uma entrevista, se o desejarem.

16 de janeiro de 2017,

Santana-Maia Leonardo

gnr benavente armas

Dois homens, de 18 e 31 anos, foram detidos esta segunda-feira, 16 de janeiro, pela GNR, na sequência de uma discussão que incluiu ofensas à integridade física com utilização de armas de fogo.

Como a Rede Regional avançou ainda na noite de segunda-feira, a GNR de Benavente foi alertada para a ocorrência de confrontos envolvendo disparos, na zona de santa Cruz, à entrada da vila, tendo sido necessário solicitar apoio de militares dos postos de Samora Correia, Salvaterra de Magos e Marinhais, bem como do destacamento de Intervenção de Santarém e de uma patrulha do Posto Territorial do Cartaxo.

Na sequência dos confrontos, os militares apreenderam uma caçadeira calibre 12, 58 cartuchos e uma arma airsoft réplica de uma espingarda automática G36.

Os dois suspeitos receberam assistência médica devido a indisposição, sendo um libertado após esta e o outro permaneceu detido e está hoje a ser presente a tribunal.

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