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Sociedade

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Uma mulher, de 65 anos, residente na localidade de Ribeira das Fráguas, concelho de Rio Maior, morreu esta quarta-feira, 15 de fevereiro, com fortes suspeitas de maus tratos.

Segundo a Rede Regional conseguiu apurar, a vítima, Rosalina da Conceição Meireles Henriques, não era vista há perto de 9 meses, nem por vizinhos nem por familiares, e sempre que estes perguntavam ao seu companheiro como ela estava, a resposta era que estava deitada e não queria sair nem ser incomodada.

Cansada destas respostas e de não ter contacto com a familiar, no domingo, dia 5 de fevereiro, uma sobrinha da vítima informou a GNR dos factos. A guarda deslocou uma patrulha ao local mas quando os militares tocaram à porta ninguém atendeu.

Dois dias depois, na terça-feira, dia 7, a familiar e a GNR voltam ao local e conseguiram finalmente falar com o companheiro da vítima que, segundo fonte do Destacamento da GNR de Santarém, autorizou a entrada.

A mesma fonte explicou ao nosso jornal que, já no interior da residência, “verificou-se que a vítima estava em más condições e com sinais de maus tratos”, pelo que foi retirada da habitação e transportada ao Hospital de Santarém, onde viria a falecer no dia 15.

O companheiro da vítima foi ouvido pelas autoridades e pelo Ministério Público, não tendo ficado sujeito a qualquer medida de coação. A relação entre os dois durava há vários anos, depois de Rosalina Henriques ter enviuvado.

A GNR apela à denúncia destes casos de alegados maus tratos, que se vão multiplicando, e que muitas vezes, apesar de serem do conhecimento das populações, não são relatados às autoridades. “Sem termos conhecimento, não podemos agir”, referiu fonte da guarda.

Na tarde desta quinta-feira, 16 de fevereiro, o corpo da idosa estava ainda a aguardar autópsia, não se sabendo ainda quando serão as cerimónias fúnebres.

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Um pai pedófilo foi condenado a nove anos e seis meses de prisão efetiva por ter violado a própria filha em cinco ocasiões, a primeira das quais quando a criança tinha apenas cinco anos.

Durante a leitura do acórdão, que decorreu esta quinta-feira, 16 de fevereiro, no Tribunal de Santarém, a presidente do coletivo de juízes classificou o comportamento do homem como “inqualificável” e “absolutamente repugnante”.

O tribunal deu como provado que o homem obrigou a filha a manter relações sexuais depois de convidar a menor a ver filmes pornográficos.

Durante o julgamento, que decorreu à porta fechada, Paulo Guerra, de 52 anos, confessou parcialmente os factos e tentou explicar os seus atos dizendo que perdeu a cabeça por ter estado a ver filmes para adultos.

“É uma tentativa de justificação repulsiva e inclassificável, tendo em conta que se tratam de atos contranatura”, disse-lhe a juiz presidente, acrescentando que “o dever de um pai é de ser o primeiro a proteger o crescimento e o desenvolvimento harmonioso da sua filha”.

No total, o arguido foi considerado culpado de cinco crimes de abuso sexual de criança agravado a quatro anos e meio de prisão por cada um, o que significa que, sem o cúmulo jurídico, teria apanhado 22 anos e seis meses de cadeia.

Paulo Guerra foi ainda condenado ao pagamento de uma indemnização cível de 40 mil euros à vítima a título de danos não patrimoniais, tendo em conta a perturbação psicológica que provocou na personalidade da menor, hoje com 11 anos e a viver afastada do predador.

Os episódios de violação ocorreram entre 2011 e outubro de 2013, quatro deles na casa onde residiam em Santarém, e o último em Massamá, para onde a família se mudou.

Mais informação em:

Homem acusado de violar a própria filha

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Um incêndio no Lar Residencial “Nova Estrela”, em Salvaterra de Magos, levou à evacuação das instalações, onde estavam cerca de 31 pessoas, com a proteção civil a enviar para o local 41 operacionais e 18 veículos das corporações de Salvaterra, Benavente, Almeirim, Coruche e Samora Correia.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém revelou à Rede Regional que o alerta de incêndio foi dado às 14h06 e que ao todo foram contabilizados 11 feridos, todos leves, a maioria por inalação de fumos, transferidos por precaução para os hospitais de Santarém (7) e Vila Franca de Xira (4). Os restantes utentes foram assistidos no local.

As chamas deflagraram numa caldeira e foram rapidamente controladas.

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