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A chuva que caiu no mês de março e também nesta primeira metade de abril que está quase passada mudou por completo o cenário das barragens e albufeiras da bacia do Tejo, que, a 31 de março, apresentavam um valor de água armazenada de 91,1% da sua capacidade total.

Os armazenamentos no final de Março de 2018 estavam bem acima da médias de armazenamento neste período nos últimos 25 anos, que, no caso do Tejo, é de 77,9%, ou seja, as barragens e albufeiras têm mais 13 por cento de água do que a média no último quarto de século.

Os dados são do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos e a tend~encia estende-se a todo o país. Das 60 albufeiras monitorizadas, 32 apresentam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e apenas 3, todas na bacia do Sado, têm disponibilidades inferiores a 40% do volume total.

Voltando à bacia do Tejo, a situação a 31 de março era a seguinte: Apartadura (100%), Cabril (93.3%), Castelo de Bode (94.4%), Cova do Viriato (100%), Idanha (90.1%), Magos (100%), Maranhão (90.7%), Montargil (91.7%), Sta Águeda - Marateca (100%), Meimoa (74.9%), Minutos (60.4%), Pracana (69.9%), Póvoa (62.7%) e Divor (40.5%).

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