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As exéquias de um emigrante português que morreu na Guiné foram canceladas pouco tempo antes do funeral, e já com vários familiares e amigos do defunto na igreja da Misericórdia de Rio Maior, na sexta-feira, 23 de fevereiro.

O corpo de Hélder Gomes, segundo o jornal Correio da Manhã, devia ter sido transportado daquele país africano para Portugal num voo semanal que se realiza às quintas-feiras, o que não aconteceu.

O emigrante riomaiorense, de 51 anos, trabalhava há cinco anos na Guiné, e faleceu no passado dia 11 de fevereiro.

O proprietário da agência funerária responsável pela realização do funeral explicou ao Correio da Manhã que toda a documentação legal foi tratada com a agência guineense, mas apenas foi enviada para Portugal uma guia de voo, onde foi escrito à mão a palavra “faltou”, sem mais pormenores.

Os funcionários da funerária de Rio Maior só perceberam que a urna com o corpo não tinha embarcado quando já estavam no aeroporto da Portela, em Lisboa.

A agência, que está a prestar apoio aos familiares indignados com o caso, espera agora que o corpo de Hélder Gomes seja transladado no voo da próxima quinta-feira, 1 de março, para que o funeral se possa realizar no dia seguinte.

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