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As águas do rio Alviela na praia fluvial dos Olhos de Água, em Alcanena, surgiram mais uma vez com fortes indícios de poluição provocada por descargas ilegais, de origem ainda desconhecida.

Na noite de sexta-feira, 15 de dezembro, e durante este sábado, dia 16, a água corre pela zona com uma cor turva e negra, carregada de espuma branca, há já peixes mortos e sente-se no ar um cheiro nauseabundo e insuportável.

Segundo a Rede Regional conseguiu apurar, as autoridades continuam sem conseguir identificar os autores do crime ambiental e a fonte da poluição, que se suspeita estar a ser provocada por descargas ilegais em algares, feitas a montante da praia fluvial.

Continuam também as suspeitas de que se tratam de águas ruças despejadas no Alviela por produtores de azeite, pois, em algumas zonas, sente-se o cheiro a azeite e é possível detetar na água alguma borra de lagares, segundo explicaram à Rede Regional alguns membros do Movimento Pela Saúde de Alcanena, o grupo de cidadãos que tem vindo a denunciar este crime.

Segundo o movimento, que começou a denunciar os indícios de descargas ilegais no espelho de água dos Olhos de Água no passado dia 1 de dezembro, a situação tem piorado desde então.

A poluição tem-se espalhado pela corrente do rio e é facilmente detetável a mais de cinco quilómetros da nascente do Alviela, já depois de Pernes, no concelho de Santarém.

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