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Sociedade

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A família da mulher que ficou em estado muito grave depois de um despiste de moto na estrada entre a Glória do Ribatejo e Marinhais, no concelho de Salvaterra de Magos, lançou um apelo no Facebook a pedir informações sobre o acidente.

Segundo as informações de que dispõem, os familiares acreditam que o despiste terá sido provocado por um carro que abandonou o local após o acidente, sem prestar auxílio à vítima ou assumir responsabilidades.

Depois de ter sido assistida no local pela VMER de Santarém, a mulher, Thaise Araújo, acabou por ser transportada ao Hospital de São José, em Lisboa, onde permanece internada sob observação permanente.

O sinistro ocorreu esta quarta-feira, 29 de março, pouco antes das 8 horas.

“Peço a todos para partilharem esta mensagem em busca de algum testemunho ou pista que possamos saber o que aconteceu e agir de acordo com a lei”, escreve o marido, Cláudio Araújo, na sua página pessoal do Facebook.

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A primeira renaturalização fluvial de uma linha de água do concelho de Santarém foi feita no Arneiro das Milhariças, num troço do rio da Vala, afluente do rio Centeio.

A ação, realizada no âmbito do projeto “Reabilitar Troço a Troço”, contou com mais de cem participantes da comunidade local, entre voluntários do rancho folclórico, do Centro Cultural e Recreativo Arneirense, da escola básica da aldeia, do clube de caçadores local e da comissão de festas 2018.

Para efetuar a renaturalização deste troço do rio, “foram utilizadas técnicas de engenharia natural que utilizam como elementos construtivos materiais vivos, nomeadamente plantas autóctones, estacaria de salgueiro, faxinas, entrançado e manta orgânica com sementes, permitindo acelerar o restauro ecológico e solucionar problemas estruturais de estabilização geotécnica das margens”, explica uma nota de imprensa da Câmara de Santarém.

Foram ainda plantadas 134 espécies autóctones, na sua maioria vegetação ribeirinha para proteção do solo e controlo de erosão, tais como salgueiros e amieiros nas margens da linha de água.

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A agressão brutal que deixou um homem de 46 anos com graves lesões neurológicas, junto ao quartel dos bombeiros de Alpiarça, vai começar a ser julgada no Tribunal de Santarém.

No banco dos réus, vai sentar-se um jovem de 22 anos, acusado pelo Ministério Público (MP) de um crime de ofensa à integridade física qualificada cometido sobre José Escada Dias, que esteve 28 dias em coma e ficou com danos cognitivos permanentes, vivendo hoje completamente dependente da família.

Recorde-se que o caso, ocorrido a 1 de agosto de 2015, começou por ser classificado como uma queda acidental que a vítima teria sofrido nas escadas de acesso ao Bar da Música, no primeiro andar do quartel dos Bombeiros Municipais de Alpiarça, onde esteve a assistir a um jogo de futebol.

Foi a GNR de Alpiarça quem começou a investigar a possibilidade de se ter tratado de uma agressão, tendo o caso transitado depois para a Polícia Judiciária (PJ).

Segundo o despacho de acusação, a que a Rede Regional teve acesso, o arguido dirigiu-se à vítima naquela noite, provocando uma discussão fútil entre ambos.

De seguida, o agressor desferiu um murro na cara de José Escada Dias, que o derrubou ao chão, e deu-lhe depois dois fortes pontapés na cabeça, deixando-o às portas da morte.

A vítima passou por duas intervenções cirúrgicas no crânio enquanto esteve internado no Hospital de São José, em Lisboa, mas recorda-se de muito pouco ou quase nada deste episódio que marcou a sua vida.

A companheira de José Escada Dias deduziu também um pedido de indemnização cível de 215 mil euros, por danos morais e por danos patrimoniais.

Balonismo em Coruche - Fotos João Dinis