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Saúde

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Perto de 6 mil dos cerca de 23 mil utentes do Centro de Saúde de Rio Maior continuam sem médico de família, e não encontram resposta no atendimento complementar desta unidade.

A denuncia foi feita pela Comissão de Utentes da Saúde de Rio Maior, que realizou uma "ação pública de indignação e protesto" esta sexta-feira, 26 de janeiro, junto ao centro de saúde.

Nesta iniciativa, a comissão exigiu ainda a constituição de uma segunda Unidade de Saúde Familiar (USF), que poderia resolver parte do problema.

“Apesar de estar aprovada há uma década, nunca saiu do papel”, afirmou Augusto Figueiredo, porta-voz da comissão, que sublinhou também a necessidade de reforço do serviço de radiografia e a conclusão das obras em curso no edifício do centro de saúde.

Segundo Augusto Figueiredo, há uma escassez de recursos humanos que está a gerar um atendimento "de baixa qualidade", com os médicos a entrarem em "esgotamento".

tejo poluicao

O ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, reúne-se esta sexta-feira à tarde, de urgência, com autarcas da região e outros responsáveis ligados ao ambiente para debater a poluição no Rio Tejo mas garante que está a “atacar desde já” o "problema agudo" de poluição no Tejo, em Abrantes, adiantando que estão a ser feitas análises à espuma, enquanto se trabalha em soluções.

Em Montalegre, onde esteve durante a manhã, o ministro afirmou que o que está em causa é um problema de qualidade de água do Tejo que nos últimos tempos parece ter saturado.

O ministro explicou que as análises à água e à espuma, cujos resultados demoram cerca de uma semana, permitirão “perceber quais são os agentes de poluição” e assim “chegar aos potenciais agentes poluidores”.

endoscopia

O Hospital Distrital de Santarém (HDS) conta desde esta semana com novo equipamento para a realização de exames de diagnóstico e terapêutica para as doenças do fígado, vias biliares, vesícula e pâncreas.

O equipamento, disponível no Serviço de Gastrenterologia utiliza um endoscópio (tubo fino e flexível) que se introduz pela boca do doente e que, após inspecionar o estômago e o duodeno, permite injetar contraste pelo orifício da papila (junção da via biliar com o duodeno), obtendo-se assim uma imagem por Raios X das vias biliares, vesiculares e pâncreas, o que implicou a aquisição de equipamento e a formação de equipas multidisciplinares.

Segundo uma nota da administração do HDS, a técnica permite o corte da papila e retirar os cálculos (pedras) quando é revelada a sua presença, bem como a colocação de próteses, um pequeno tubo de plástico ou metal expansível que é introduzido nas vias biliares ou no pâncreas quando existe um obstáculo benigno ou maligno, e serve para aliviar a icterícia.

Este equipamento permite a evitar deslocações de muitos doentes para centros especializados, diminuindo o seu desconforto assim como os custos associados aos transportes e acompanhamento por enfermagem.

A administração espera que esta nova competência diferenciada seja "um aliciante para cativar novos profissionais e relançar o Serviço de Gastrenterologia”.

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