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Saúde

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O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) vai celebrar 13 contratos de trabalho sem termo, na categoria de assistentes operacionais, de forma a reforçar as equipas afetas aos blocos operatórios e cuidados intensivos.

Segundo a administração do CHMT, esta autorização reflete o esforço que está a ser feito para o rejuvenescimento do quadro dos profissionais no Centro Hospitalar, e insere-se também no objetivo do Conselho de Administração de reativar o bloco operatório convencional na Unidade hospitalar de Torres Novas e, numa fase posterior, o bloco de partos na Unidade Hospitalar de Abrantes.

Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração do CHMT, mantém que “o objetivo é continuar a trabalhar quotidianamente para dotar este Centro Hospitalar dos recursos humanos e técnicos necessários para a prestação dos melhores cuidados de saúde à população que serve”.

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Ana Paula Eusébio, enfermeira especialista em reabilitação, é a nova enfermeira diretora do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT), que, no ato de tomada de posse, afirmou ter aceite o desafio para assumir esta função “com muito empenho”.

“Sozinhos não fazemos nada. Precisamos de trabalhar em equipa e não apenas em grupo. Somos enfermeiros. Trabalhamos segundo os mesmos valores e defendemos os mesmos ideais. Temos de prezar esta arte, esta missão e temos de trabalhar em prol do doente”, afirmou a enfermeira.

Ana Paula Eusébio entra assim para o Conselho de Administração do CHMT, que foi reconduzido recentemente, e que mantém Carlos Andrade Costa como presidente, Cristina Gonçalves como diretora clínica, e Carlos Gil e Bruno Ferreira como vogais.

A enfermeira é também mestre em comunicação em saúde, doutoranda em gestão em saúde na Universidade Católica de Lisboa, e pertence aos quadros da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Entre outras funções, foi enfermeira diretora no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão e enfermeira diretora da Unidade de Cuidados Continuados Integrados Maria José Nogueira Pinto.

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O governo aceitou a inclusão do Hospital de Santarém na lista de unidades abrangidas pelo regime excecional que permite oferecer incentivos extra aos médicos que queiram trabalhar nas denominadas "zonas carenciadas".

Este regime, definido no início de cada ano em conjunto pelos ministérios da Saúde e das Finanças, permite às unidades hospitalares pagar um rendimento superior aos clínicos que aceitem prestar serviço em zonas consideradas deficitárias na sua especialidade, além de outras contrapartidas excecionais.

Das 15 especialidades apresentadas pelo Hospital de Santarém, apenas a cirurgia plástica não foi considerada.

Ao abrigo deste regime, o Hospital de Santarém tem luz verde para contratar médicos para medicina interna (8), anestesiologia (5), ortopedia (4), cardiologia, cirurgia geral, oftalmologia, oncologia, pneumologia, radiologia (dois médicos cada), e anatomia patológica, dermatologia, imunohemoterapia, pedopsiquiatria e medicina física e de reabilitação (um clínico para cada).

A proposta para a inclusão da unidade hospitalar de Santarém neste regime foi apresentada a 13 de fevereiro pelos deputados do PSD eleitos pelo distrito, depois de uma reunião onde o conselho de administração do hospital referiu que as condições de atratividade era uma das principais dificuldades à contratação de especialistas.

Nesse encontro, a administração garantiu ter capacidade financeira para suportar os incentivos adicionais aos médicos.

Carnaval Samora Correia - Fotos João Dinis