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Saúde

nabao poluicao

A Câmara Municipal de Tomar apresentou uma queixa formal junto da APA (Agência Portuguesa do Ambiente), GNR e PSP, pela poluição que nos últimos dias se tem verificado no rio Nabão, que atravessa o concelho e tem o seu ex-libris na própria cidade.

Em nota de imprensa, a autarquia explica que "face aos focos evidentes de poluição existentes no rio Nabão desde ontem", "o Município encontra-se a recolher amostras para enviar para laboratório certificado, tendo igualmente solicitado uma audiência, com carácter de urgência, ao Sr. Ministro do Ambiente".

Como se pode ver na foto, a água no rio apresenta uma cor acastanhada, com espuma que em alguns locais também tem tons de castanho.

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A Câmara Municipal de Constância vai assinar um protocolo com a Associação Dignitude no âmbito da “Rede Solidária do Medicamento”, um programa de apoio aos munícipes que não podem adquirir medicamentos prescritos por se encontrarem em situação de carência económica.

Segundo o próprio município, a autarquia vai pagar anualmente 100 euros da comparticipação por cada beneficiário identificado, sendo que o restante montante ficarão a cargo do fundo solidário do programa, conhecido por “abem”.

Todos os agregados familiares cuja capitação seja inferior a 50% do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), ou seja, 210,66 euros, são potenciais beneficiários deste programa.

O programa abem, de acordo com a mesma nota, “tem como destinatárias famílias carenciadas, beneficiários de prestações socias de solidariedade, e todos os que se deparem com uma situação inesperada de carência económica, decorrente de desemprego involuntário ou de doença incapacitante, entre outras situações de carência que poderão ser também consideradas”.

Após a assinatura do protocolo com a Associação Dignitude, o município vai abrir um período de candidaturas para avaliarem cada situação a apoiar.

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O juiz Carlos Alexandre, conhecido por “super juiz” por estar ligado à acusação de alguns dos mais mediáticos casos de corrupção em Portugal (Monte Branco, Operação Furacão, Face Oculta e Operação Marquês, entre outros), defende o ambientalista Arlindo Consolado Marques, que está a ser alvo de um processo de difamação colocado pela empresa Celtejo, apontada como uma das principais poluidoras do Rio Tejo.

Em declarações à agência Lusa, o juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, revelou que vai servir de testemunha abonatória por "conhecer bem o problema de poluição do rio", nomeadamente na zona ribeirinha de Ortiga, onde chegou a ser sapador florestal e carteiro, e por estar "solidário com o exercício de cidadania" de Arlindo Marques.

"Vivi em Mação até aos meus 18 anos e em 1983, no meu 5.º ano de faculdade, fui carteiro em Ortiga, onde bati à porta daquela gente toda, pelo que conheço bem o rio, os seus problemas de poluição e a importância dos seus impactos no Tejo e de quem fazia vida dele", acrescentou o juiz à Lusa.

Recorde-se que Arlindo Consolado Marques, conhecido por “guardião do Tejo” pela luta que tem travado, sobretudo com a publicação de centenas de vídeos sobre a poluição no rio, está acusado de difamação pela empresa Celtejo, que reclama o pagamento de 250 mil euros por difamação, devido à associação que o guarda prisional tem feito entre a poluição no rio e aquela empresa de celulose instalada em Vila Velha de Ródão.

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