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Saúde

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O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) recebeu no início de janeiro 24 médicos internos para o Ano Comum e 12 para Especialidades.

Na sessão de receção a estes novos médicos, Carlos Andrade, presidente do Conselho de Administração do CHMT, sublinhou o facto dos futuros clínicos “terem voluntariamente escolhido fazerem o seu internato” nas unidades hospitalares de Abrantes, Torres Novas e Tomar.

“Esta é a vossa casa do presente e do futuro”, salientou o responsável, acrescentando que “a integração dos internos e o seu dinamismo ajudam a enriquecer a vivência clínica dos hospitais e, também por isso são muito bem-vindos”.

Dos novos internos, quatro foram colocados na Medicina Interna, dois na Psiquiatria, dois na Patologia Clínica, um na Urologia, um na pediatria, um na Nefrologia e um na Ortopedia, segundo uma nota de imprensa do CHMT.

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Joaquim Esperancinha, ex-administrador do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT), faleceu este domingo, 8 de janeiro, vítima de doença prolongada.

As cerimónias fúnebres vão ter lugar esta segunda-feira, pelas 12h30, na Capela Mortuária do Cartaxo, de onde sairá o corpo para o crematório de Setúbal.

Licenciado em engenharia, Joaquim Esperancinha tinha 69 anos, e foi presidente do Conselho de Administração do CHMT em duas ocasiões, entre 2003 e 2005 e de 2012 a 2014.

Durante o seu percurso profissional, ocupou também cargos de gestão no Grupo Uralita, na Quimigal e na CUF.

Residente no Cartaxo, Joaquim Esperancinha deixa viúva e dois filhos maiores.

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O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) de Santarém vai pedir a exoneração do presidente do Conselho Consultivo do Hospital Distrital de Santarém (HDS) e exigir ao Governo a nomeação imediata de um substituto.

A informação é avançada pela agência Lusa, que cita o porta-voz do MUSP Santarém, Augusto Figueiredo, em declarações feitas após uma reunião com o Conselho de Administração do HDS, que durou mais de três horas, e na qual foram discutidas questões como o funcionamento das Urgências, as obras no Bloco Operatório, as listas de espera para consultas e cirurgias, as reclamações de utentes e a falta de pessoal.

À Lusa, Augusto Figueiredo afirmou ser “inaceitável” que José Azevedo Pereira, designado pelo anterior Governo em novembro de 2015, apenas tenha convocado a reunião para a tomada de posse, tendo este órgão estado inativo desde então.

Na reunião foi ainda dado a conhecer o plano de recuperação das listas de espera para as consultas de especialidades e as cirurgias, estando, nomeadamente, prevista a realização de 500 cirurgias em ortopedia em três meses, adiantou.

O porta-voz do MUSP Santarém disse ainda à Lusa que vai ser solicitado à tutela que o HDS seja reconhecido como integrando uma zona carenciada, uma vez que a inclusão na Grande Lisboa retira capacidade de atração de recursos humanos.

Carnaval Samora Correia - Fotos João Dinis

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