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Saúde

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A deputada do CDS-PP Patrícia Fonseca questionou na sexta-feira, 5 de janeiro, o ministro do Ambiente sobre que medidas estão a ser tomadas pelos organismos competentes – nomeadamente a Agência Portuguesa do Ambiente e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas – para combater a praga de jacintos-de-água na Ribeira de Muge, que atravessa vários concelhos do distrito de Santarém.

A Ribeira de Muge nasce perto de Água Travessa e desagua no rio Tejo a montante de Escaroupim. Desenvolve-se ao longo de 68 km, atravessando os concelhos de Abrantes, Chamusca, Almeirim e Salvaterra de Magos, e tem como principais afluentes a ribeira da Lamarosa, ribeira da Calha do Grou, ribeira do Chouto e a ribeira do Rosmaninhal.

Com vários sistemas de regadio agrícola afetos ao seu curso, a Ribeira de Muge encontra-se atualmente, nomeadamente no concelho de Salvaterra de Magos, invadida por jacintos-de-água, uma das plantas invasoras aquáticas mais problemáticas em Portugal.

Trata-se de uma planta extremamente resistente, que aguenta grandes alterações ambientais e que compete com as espécies autóctones, impedindo a entrada de luz solar e a oxigenação da água, com graves consequências para a fauna e a flora dos cursos de água afetados.

O CDS recorda que no início do mês de dezembro, o executivo da Junta de Freguesia de Muge promoveu uma ação de limpeza, com recurso a voluntários, mas os resultados foram mínimos, dada a dimensão da invasão.

O CDS aguarda agora respostas da tutela sobre as ações que estarão a ser tomadas para combater este problema.

hospital abrantes

O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), que reúne os hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas, abriu 33 camas suplementares e reforçou as equipas para dar resposta ao aumento da afluência nos serviços de urgência, onde há vários dias se regista um enorme congestionamento.

As 33 camas suplementares foram abertas nos serviços de medicina interna, uma medida integrada no plano de contingência para o frio e para a gripe.

Fonte oficial do CHMT disse à agência Lusa que entre os dias 1 e 4 de janeiro, os cinco serviços de urgência dos três espaços (básicas, pediátrica, médico cirúrgica e de obstetrícia-ginecologia) registaram um “fluxo grande” de pacientes, com “utentes em trânsito” nos corredores, instalados em macas e cadeiras.

A unidade hospitalar de Abrantes é a que tem atualmente "maior fluxo de utentes em trânsito, com muitos idosos de idade avançada, com infeções respiratórias e múltiplas patologias que requerem mais tempo de internamento", frisa a mesma fonte à Lusa.

 

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A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) anunciou esta sexta-feira, 5 de janeiro, o alargamento do horário de vários centros de saúde do distrito de Santarém durante a semana e ao fim de semana pelo menos até dia 28 de janeiro.

O reforço do horário de atendimento dos centros de saúde foi decidido tendo em conta o período de inverno e o esperado pico da gripe.

Segundo a lista divulgada pela ARS de Lisboa e Vale do Tejo, estarão abertos durante a semana entre as 20h00 e as 22h00 os centros de saúde de Abrantes, Alcanena, Mação, Torres Novas, Ourém, Cartaxo e Santarém. A funcionar 24 horas estão os serviços permanentes de Benavente e Coruche. Das 20h00 às 23h00 funciona o centro de saúde de Rio Maior.

Nos sábados, estarão abertos os centros de saúde de Azambuja (Lisboa), Benavente, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Rio Maior e Santarém. Os horários destes centros abertos ao sábado é diverso, mas a generalidade está aberta entre as 10h00 e as 18h00, havendo algumas unidades abertas até às 20h00 ou às 22h00.

Aos domingos vão estar abertos em Lisboa e Vale do Tejo os centros de saúde de Azambuja, Benavente, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Rio Maior e Santarém. Também aos domingos há ligeiras diferenças nos horários consoante as unidades, mas a maioria está aberta até às 18h00 ou até às 20h00.

Considerando que se inicia nesta data o período sazonal de maior ocorrência de casos de gripe, vem o Agrupamento de Centros de Saúde da Leziria alargar o horário de atendimento de algumas das suas Unidades de Saúde de modo a poder corresponder às reais necessidades dos utentes.

No entanto, durante este período e caso manifestem sintomas gripais, os utentes, antes de se deslocarem a estas unidades de saúde, deves contactar a Linha de Saúde 24, através do número de telefone 808 24 24 24.

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