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As câmaras municipais de Santarém e Cartaxo encontraram aquela que, tudo indica, poderá ser a solução para pagar as dívidas dos dois municípios: vão alugar os terrenos que estavam destinados aos parques de negócios a uma empresa de capitais romeno-brasileiros que ali vai instalar uma plantação de cannabis, a troco de cerca de 2 milhões de euros anuais.

“Como nos próximos dez anos ninguém lá vai construir nada, achámos que esta seria uma forma de rentabilizar os dois espaços”, confidenciou fonte de uma das autarquias ao nosso jornal, acrescentando que para que a medida seja aprovada pelas autoridades competentes, os lucros deste negócio serão integralmente aplicados no pagamento das respetivas dívidas, que ninguém sabe muito bem quanto é mas todos sabem que é uma pipa de massa.

A medida, apesar de poder parecer algo insólita e de legalidade duvidosa, já não é uma novidade no espaço europeu e está mesmo em votação em Espanha, onde a localidade de Rasquera, na região catalã de Tarragona, poderá ser a primeira da Península Ibérica a recorrer a este expediente.

Voltando ao caso da parceria Santarém-Cartaxo, o maior entrave à viabilização do negócio poderá ser a necessária alteração ao Plano Diretor Municipal (PDM), que terá de aprovar a reconversão dos terrenos para uso agrícola. No entanto os responsáveis das duas autarquias acreditam que isso não será um problema e lembram o caso da Portucale, na Herdade da Várzea Fresca, em Benavente. “Se lá se puderam abater umas centenas de sobreiros protegidos, porque é que aqui não se podem cortar duas dúzias de eucaliptos de que ninguém quer saber”, questiona um dos assessores jurídicos ligado ao projeto.

A mesma fonte revelou ao nosso jornal que a empresa interessada, cujo nome se escusou a revelar por sigilo profissional, pertence a um empresário de Pucioasa, cidade romena geminada com o Cartaxo, e outro de São Paulo, no Brasil, estado onde se situa o jockey Clube de São Paulo, que assinou recentemente um protocolo de comercialização e exportação de cavalos com a câmara de Santarém. O ex-futebolista Paulo Futre, que nos últimos meses esteve várias vezes no Cartaxo, será contatado em breve para ser a “cara” mediática deste projeto.

AVISO: Esta notícia é pura ficção... mas tem uma certa piada!!!

Comentários   

 
-1 #6 Tina 17-05-2017 00:00
Vivi na Austria em Steyr e vi longas plantações de cabanis durante anos. A notícia é verdade e fui eu que vi. Como se fosse milharais. Porquê? Porque há realmente uma qualidade de cannabis que se pode cultivar, é legal, e é utilizada para têxteis, para os interiores dos automóveis ( neste caso a BMW) portanto a notícia não me pareceu descabida de todo kkkkk
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+7 #5 José de Bragança 28-10-2016 14:45
Já o Eng. Celestino Graça (há mais de 80 anos!) apontou a Cannabis como grande aposta para o Ribatejo, para Trás-dos-Montes , para qualquer lugar onde a espécie vingue bem. E, pasme-se, ele não sabia da missa nem a metade! Não sabia que era a planta da cura de grandes males de saúde. Esta noticia é falsa, só para aumentar as visitas. Valia mais terem usado os bits de espaço para apresentarem informações sérias sobre a espécie e as suas vantagens para a humanidade.
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0 #4 Paulo Sérgio Silva 16-06-2016 20:23
Comparar casas de Alterne com plantação de Cannabis é absurdo, quem faz essa comparação tem o intestino grosso ligado á cabeça concerteza.
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+9 #3 Joaquim 24-01-2016 16:29
É preciso reconhecer o que está a acontecer nos estados unidos. No Colorado por exemplo onde a cannabis é legal, fizeram tanto lucro que tiveram dar algum deste aos cidadãos.

Note-se que a cannabis tem alto valor terapêutico provado cientificamente a reduzir "ajudar" o tumor a combater cancro. Substitui combustíveis fósseis, e revoluciona o sector têxtil, papel, saúde, etc..

As razões de ser illegal é imediatamente aparente quando começamos a investigar e a seguir o trilho do dinheiro e da escravatura moderna implantada.
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+12 #2 Luis 24-09-2015 07:10
Concordo plenamente, mas convém pensar que pode haver outros agricultores da região que interesse também plantar cannabis nas suas terras, depois não podem dizer que os romenos podem e nós não.
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+15 #1 Tozé 09-05-2014 17:39
Como scalabitano estou totalmente de acordo, desde que seja mesmo para pagar as dividas. já agora proponho à câmara de Santarém, revitalizar no Vale de Santarém, o negócio mais conhecido, Legalizar as famosas casas de Alterne, já descritas em vários livros, a fim de amortizar a divida e aumentar o lucro da plantação de canabis. VIVA SANTARÉM....... ............
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