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O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Médio Tejo necessita de mais 10 clínicos para que a totalidade os seus 227 mil utentes tenham médico de família.

A informação é avançada pela Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo, depois de uma reunião com a direção deste ACES, que tem, presentemente, um total de 126 médicos mais 33 a fazer o internato, e continua a recorrer à contratação de serviços externos e a horas de serviços médicos.

Segundo a comissão, a situação é mais dramática em Ourém, onde existem cerca de 5 mil utentes sem médico de família, seguindo-se Tomar, com 4.800 utentes, Abrantes, com 4.200, e Sardoal, onde se contam aproximadamente 3.000 utentes sem acesso à chamada medicina familiar.

“No recente concurso nacional foram preenchidas as oito vagas atribuídas, tendo-se verificado que houve um número superior de candidatos a ficar no ACES Médio Tejo”, explicam os representantes dos utentes, que, no entanto, assinalam que “nos recursos humanos, começa a ser preocupante a falta de assistentes operacionais”.

O ACES tem 96 unidades em funcionamento, com mais de 650 trabalhadores.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves