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53 enfermeiros e 29 assistentes operacionais dos serviços de urgência do Hospital de Abrantes, pertencente ao Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), pediram transferência em bloco para outros serviços, alegando exaustão, falta de condições de trabalho e escassez de recursos humanos.

A confirmação foi dada à agência Lusa por João Damásio, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que explicou que os enfermeiros são em número insuficiente no Serviço de Urgência de Abrantes, um problema que se arrasta há cinco anos e com os profissionais exaustos, tendo feito já cerca de mil horas extraordinárias nas urgências hospitalares, só nestes primeiros meses do ano, "situação insustentável para os profissionais e para a segurança dos próprios doentes".

Em comunicado, o Conselho de Administração do CHMT garante que os enfermeiros já foram ouvidos e anotados os constrangimentos por eles apresentados, mas assegura que este Serviço de Urgências tem as dotações seguras e de acordo com a legislação em vigor.

"O Serviço de Urgências Médico Cirúrgicas tem 77 enfermeiros e 40 assistentes operacionais", explica o comunicado, acrescentando que "durante o mês de março de 2018 foram realizados uma média de 142 atendimentos, por dia, o que perfaz uma diminuição de atendimentos face a março de 2017".

O CA do CHMT confirma a realização de cerca de 1000 horas extraordinárias, numa média inferior às 12 horas por profissional.

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