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A deputada do CDS-PP Patrícia Fonseca questionou na sexta-feira, 5 de janeiro, o ministro do Ambiente sobre que medidas estão a ser tomadas pelos organismos competentes – nomeadamente a Agência Portuguesa do Ambiente e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas – para combater a praga de jacintos-de-água na Ribeira de Muge, que atravessa vários concelhos do distrito de Santarém.

A Ribeira de Muge nasce perto de Água Travessa e desagua no rio Tejo a montante de Escaroupim. Desenvolve-se ao longo de 68 km, atravessando os concelhos de Abrantes, Chamusca, Almeirim e Salvaterra de Magos, e tem como principais afluentes a ribeira da Lamarosa, ribeira da Calha do Grou, ribeira do Chouto e a ribeira do Rosmaninhal.

Com vários sistemas de regadio agrícola afetos ao seu curso, a Ribeira de Muge encontra-se atualmente, nomeadamente no concelho de Salvaterra de Magos, invadida por jacintos-de-água, uma das plantas invasoras aquáticas mais problemáticas em Portugal.

Trata-se de uma planta extremamente resistente, que aguenta grandes alterações ambientais e que compete com as espécies autóctones, impedindo a entrada de luz solar e a oxigenação da água, com graves consequências para a fauna e a flora dos cursos de água afetados.

O CDS recorda que no início do mês de dezembro, o executivo da Junta de Freguesia de Muge promoveu uma ação de limpeza, com recurso a voluntários, mas os resultados foram mínimos, dada a dimensão da invasão.

O CDS aguarda agora respostas da tutela sobre as ações que estarão a ser tomadas para combater este problema.

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