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Saúde

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“Verão é Prevenção” é o nome da campanha de sensibilização para os efeitos nefastos das altas temperaturas que está a ser lançada em conjunto pelo Hospital de Santarém, pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lezíria e pelo Centro Distrital de Segurança Social.

O objetivo é fazer chegar as medidas a tomar para combater o calor extremo não só aos chamados grupos mais vulneráveis, mas também junto das instituições de cuidadores e da sociedade civil, que podem detetar situações de risco e intervir a tempo.

Até ao final de junho, o plano de ação vai ser divulgado junto de todas as instituições de solidariedade social (IPSS’s) do concelho, da Diocese e da Caritas, das Juntas de Freguesia, corpos de bombeiros, escuteiros, associações de voluntariado, clubes desportivos e coletividades, entre muitos outros.

Estas ações visam divulgar as recomendações gerais junto do maior número de munícipes possível, para que “cada um possa ser um agente que se preocupa com o cidadão que está ao seu lado”, segundo explicou Tiago Leite, o diretor da Segurança Social.

“Santarém tornou-se numa região de temperaturas extremas, muitos dias acima dos 40 graus, e tem características demográficas e sociais que nos causam preocupação”, afirmou o presidente do conselho de administração do Hospital, José Josué, acrescentando que a campanha tem o mérito de conseguir operacionalizar “uma conjugação de esforços para fazer face aos efeitos das ondas de calor”.

“Este Verão, façamos da prevenção o nosso lema”, aconselhou ainda José Josué, explicando que os comportamentos preventivos retiram utentes das urgências do hospital e de consultas nos centros de saúde.

Para já, os autores do projeto lançaram um desdobrável com as recomendações gerais da campanha “Verão é Prevenção”, e onde constam os conselhos mais simples para combater as altas temperaturas meteorológicas, como beber água com regularidade, evitar as bebidas gaseificadas e alcoólicas, ou fazer refeições ligeiras com poucas gorduras e sem condimentos, entre outros.

hospital abrantes

O Deputado do PSD Duarte Marques, em nome dos eleitos pelo distrito de Santarém, questionou esta quarta-feira, 21 de junho, o Ministro da Saúde pelo atraso na autorização para a celebração de contractos entre o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo e os médicos do programa “Bata branca”, bem como com médicos reformados, para desempenhar funções no concelho do Sardoal.

Na audição que decorreu na Comissão de Saúde da Assembleia da República, Duarte Marques confrontou também o ministro com o atraso no concurso anual de médicos de saúde geral e familiar, que normalmente já está aberto nesta altura do ano, para entrarem ao serviço em agosto, mas que ainda não avançou, com prejuízo para concelhos como Abrantes, Torres Novas, Ourém e Tomar, que aguardam por novos profissionais.

Na resposta, o ministro, Adalberto Campos Fernandes reconheceu o atraso mas comprometeu-se a despachar a questão do Sardoal de imediato e as restantes entre o final de agosto e o início de setembro.

Sem uma resposta definitiva ficou a questão da maternidade de Abrantes. Duarte Marques questionou o Ministro da Saúde se conseguia garantir que os cortes de 35% nos tarefeiros dos hospitais não colocariam em causa a viabilidade da maternidade de Abrantes ou dos diversos serviços do Centro Hospitalar do Médio Tejo que foram abertos, mas o ministro não se comprometeu em garantir a viabilidade de serviços nem a maternidade.

idosos

A Equipa de Proteção ao Idoso (EPI) da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos acompanhou cerca de três dezenas de idosos em situação de risco em menos de dois anos de existência.

Os dados foram revelados esta quinta-feira, 15 de junho, data em que se assinalou o Dia Internacional de Sensibilização sobre a Prevenção da Violência contra as Pessoas Idosas.

"Havendo, nem que seja um só idoso em situação vulnerável ou em risco, já é motivo de preocupação para nós. A sociedade tem o dever de estar atenta e denunciar todas estas situações", explicou Helena Neves, vice-presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos.

A EPI foi criada precisamente para prevenir e responder às situações suscetíveis de afetar a segurança, saúde e bem-estar dos idosos, destinando-se a todos os idosos, com mais de 60 anos, que sejam residentes no concelho de Salvaterra de Magos e que se encontrem em situação de risco, nomeadamente isolamento social, solidão, marginalização, negligência e/ ou maus tratos.

"Sentimos necessidade de criar este projeto, e fomos pioneiros no país, porque temos consciência que o envelhecimento da população é uma realidade da nossa sociedade atual e há necessidade de proteger os nossos idosos que possam estar em risco", acrescentou Helena Neves.

A maior parte dos casos sinalizados e acompanhados têm a ver com solidão, isolamento e negligência.

Sensibilizar a comunidade local e a rede de vizinhança para a necessidade de proteger os idosos, consciencializar a população e as famílias para o envelhecimento com qualidade e para os direitos dos idosos e protege-los de situações de negligência e maus tratos são alguns dos objetivos deste projeto.

XTerra Golegã - Fotos Carlos Simões