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Politica

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Foi publica esta segunda-feira, 23 de julho, em Diário da República, a proposta de Regulamento das Normas de Prevenção e Controlo do Consumo Excessivo de Álcool na Câmara Municipal de Coruche, documento que estará em discussão pública durante um mês.

A proposta de regulamento, que está para consulta no site oficial da Câmara Municipal em www.cm-coruche.pt, foi aprovado na reunião de 13 de junho de 2018, e visa "sensibilizar, prevenir e controlar o consumo excessivo de álcool, por parte dos trabalhadores do Município de Coruche cujas categorias profissionais ou tarefas desenvolvidas exigem elevada perícia ou envolvam riscos consideráveis para os próprios ou para terceiros".

Segundo o documento, "as normas aplicam-se designadamente aos motoristas, condutores de máquinas e veículos especiais, bombeiros e assistentes operacionais afetos ao serviço de bombeiros, serviços de manutenção, vigilantes das instalações, mecânicos, pedreiros, serventes, pintores, eletricistas, carpinteiros, serralheiros e operários afetos aos serviços de asfaltamento, recolha de lixo, zonas verdes, serviços urbanos, higiene e limpeza bem como aos trabalhadores afetos ao serviço de arquivo, serviço de reprografia, de cadastro e serviço de informática, qualquer que seja a natureza do seu vínculo".

Podem ainda ser submetidos ao teste de alcoolemia, todos os trabalhadores que apresentarem indícios sérios de embriaguez.

As normas serão implementadas em duas fases sequenciais: uma fase de sensibilização, que terá a duração de um mês; e a fase de execução, que se iniciará imediatamente após o termo da primeira fase.

O controlo do consumo do álcool é efetuado uma vez por semana através da realização do teste de alcoolemia e a seleção dos trabalhadores a submeter aos testes será feita por sorteio. Cada sorteio designará 5 trabalhadores efetivos e 2 suplentes devendo estes apenas ser chamados no caso de falta dos primeiros.

crematorio

A Câmara do Entroncamento aprovou esta segunda-feira, 16 de julho, por unanimidade, a concessão à empresa Pleasantdedication, Lda do uso privativo do domínio público para a conceção, construção e exploração de crematório no cemitério da cidade.

A área de implantação do crematório é de 1.132m², dos quais 300m²  de área de construída e os restantes alocados a zonas ajardinadas com fins específicos (Jardim da Memória, Cendrário e Columbário).

A construção deste equipamento representa um investimento privado de cerca de 700 mil euros e prevê-se ainda que venha a criar no concelho 5 postos de trabalho.

Segundo o acordo, o concessionário fica também responsável pelo pagamento ao município de uma percentagem sobre o total de receitas geradas pelos serviços prestados.

O presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, Jorge Faria considera que “a abertura deste equipamento representa um inegável progresso para o concelho e para a região, evitando, em momentos particularmente difíceis e de profunda dor, que os cidadãos se tenham de deslocar a Lisboa.

A autarquia prevê que o crematório esteja em funcionamento durante o segundo trimestre de 2019. A concessão terá a duração de 30 anos.

cgd tomar

O Grupo Parlamentar Os Verdes, através do deputado José Luís Ferreira, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério das Finanças sobre o encerramento do balcão da Caixa Geral de Depósito, na avenida General Norton de Matos, em Tomar, que aconteceu a 2 de julho.

Tendo em conta a intenção da CGD em encerrar cerca de 70 balcões ainda este ano, a adicionar aos 67 já fechados em 2017, Os Verdes referem que o encerramento destes serviços de proximidade é mais uma causa real para o agravamento das assimetrias regionais que afeta o nosso país e que é necessário combater.

"Esta situação é considerada estranha quando se sabe que estamos perante um balcão no centro da cidade, junto ao mercado municipal, que nos dias de funcionamento era o mais procurado, não apenas pelos comerciantes, mas também por todos aqueles que vindo das freguesias de Tomar, vêm à cidade", referem Os Verdes, salientando que "em quatro anos, a CGD passa de três para apenas uma agência, sendo previsível que o atendimento irá decorrer com maiores tempos de espera.

Tendo estes fatores em conta, Os Verdes questionam se "foram avaliados os impactos sociais e económicos causados pelo encerramento da agência bancária da CGD na avenida General Norton de Matos em Tomar?; "quantos são os trabalhadores afetados pelo encerramento deste balcão?"; "qual será o futuro desses trabalhadores, a deslocação ou o despedimento?"; e "que medidas pondera o Governo tomar para garantir a reabertura desta agência bancária em Tomar?".

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis