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Politica

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Isaura Morais, a atual presidente de Câmara de Rio Maior, vai voltar a ser a cabeça de lista da coligação “Juntos Pelo Futuro”, que junta o PSD e o CDS/PP na corrida às eleições autárquicas do próximo mês de outubro.

“Ambos os partidos entendem que o trabalho realizado nos últimos oito anos em prol do concelho tem permitido um aumento da qualidade de vida dos riomaiorenses, uma maior qualidade dos serviços que lhe são prestados e uma maior proximidade dos autarcas às populações”, salienta uma nota de imprensa da coligação.

O acordo de coligação estende-se pelo terceiro ato eleitoral consecutivo, depois de em 2009 ter conquistado a Câmara de Rio Maior ao PS, e de ter reforçado os resultados nas eleições autárquicas de 2013.

A apresentação pública dos restantes elementos das listas à Assembleia Municipal, Câmara e Juntas de Freguesia do concelho será feita em breve, segundo a mesma nota.

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O relatório de gestão da Câmara Municipal do Cartaxo foi aprovado esta segunda-feira, 17 de abril, com três votos a favor do PS e a abstenção de do PSD e de um eleito do movimento independente Paulo Varanda – Movimento pelo Cartaxo, que só se fez representar na reunião por Nuno Nogueira.

Entre os dados mais relevantes das contas da autarquia no ano passado estão a redução de 1,86 milhões de euros no passivo total, bem como a redução de 40,82% dos pagamentos em atraso com mais de 90 dias, a redução de 112 dias no prazo médio de pagamento e a redução de 44,90% da dívida transitada em relação a 2013. Os números de 2016 estabelecem ainda o melhor resultado líquido desde 2009, bem como a melhor taxa de execução orçamental desde 2008.

“Estas contas fecham um ciclo de luta contra a rutura financeira e a falta de credibilidade do Município, que se encontravam em queda livre no início do mandato. Foi difícil, vai ser difícil, mas conseguimos inverter a tendência de queda. É agora possível encarar o futuro com mais esperança”, analisa o presidente da autarquia, Pedro Magalhães Ribeiro.

“Foram três anos de esforço dos nossos concidadãos, dos nossos serviços e dos nossos trabalhadores, dos autarcas das freguesias, das associações, dos empresários, dos comerciantes, que nos ajudaram a chegar a 2017 e a poder afirmar que o tempo de emergência que ultrapassámos em conjunto, pode agora ser substituído por um novo tempo de consolidação da confiança e de construção cuidadosa e responsável, de um futuro melhor para o concelho”, acrescentou o autarca.

O vice-presidente da Câmara e responsável pelo pelouro de Gestão e Finanças, Fernando Amorim, lembrou que “no primeiro orçamento elaborado por este executivo, o valor da dívida que transitou de 2013 para o orçamento de 2014 foi superior a 29 milhões 173 mil euros, enquanto o valor que transitou de dívida de 2016 para 2017 foi de 16 milhões 98 mil euros”, o que representa uma “redução superior a 44,9%” .

As Demonstrações Financeiras e Relatório de Gestão 2016 – irá à sessão da Assembleia Municipal, para discussão e deliberação, no dia 26 de abril.

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Os documentos relativos à Prestação de Contas e Relatório de Gestão do exercício de 2016 da Câmara de Torres Novas foram aprovados na reunião de 11 de abril, com os votos favoráveis do PS, a abstenção do PSD e os votos contra da CDU e do Bloco de Esquerda.

Em comunicado, a autarquia salienta “a obtenção de um resultado líquido do exercício positivo de 2.154.456 euros e um saldo de gerência a transitar de 2016 de 3.375.403,84 euros, atingindo-se pela primeira vez o patamar de independência financeira (52,32%)”.

As contas de 2016 revelam uma execução 93,7% nas receitas orçamentadas e de 82% nas despesas.

A redução da dívida total foi de 18,33% relativamente a 2015, cifrando-se agora nos 19.749.762 euros, mantendo-se a tendência descendente dos últimos anos. O exercício de 2016 foi encerrado sem pagamentos em atraso e com um prazo médio de pagamento de 4 dias (menos 7 que em 2015).

Balonismo em Coruche - Fotos João Dinis