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Politica

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A União dos Sindicato de Santarém (USS), estrutura afeta à CGTP-IN, vai realizar em Santarém as comemorações distritais do dia internacional do trabalhador, na terça-feira, 1 de maio.

Segundo uma nota de imprensa da USS, “o ponto alto das comemorações será a manifestação a iniciar pelas 15 horas, na Avenida dos Forcados Amadores (junto à Segurança Social) e que segue para o Jardim da Liberdade”.

Esta marcha vai reunir “centenas de trabalhadores de todo o distrito, reivindicando melhores condições de trabalho, mas também que da parte do governo seja cumprida verdadeiramente uma política de esquerda que rompa com a política de exploração e empobrecimento do passado”, acrescenta a mesma nota.

As comemorações vão decorrer entre as 10h30 e as 18 horas, no Jardim da Liberdade, onde haverá música ao vivo, tasquinhas, insuflável, pinturas e jogos tradicionais para os mais novos, e intervenções politico-sindicais, no final da manifestação.

ponte chamusca

PS, BE, CDS-PP, PCP e PSD recomendaram esta quinta-feira, 26 de abril, ao Governo, que dê prioridade à construção de uma nova ponte o rio Tejo, entre a Chamusca e a Golegã.

Numa recomendação resultante de um texto de consenso, a partir de projetos de resolução no mesmo sentido apresentados pelo aprovada por unanimidade na Assembleia da República, os cinco partidos recomendam ainda medidas de regularização do tráfego rodoviário na velha ponte João Joaquim Isidro dos Reis, que liga os dois concelhos.

No texto, pede-se ainda ao Governo que procure soluções de financiamento para a conclusão da construção dos troços em falta no Itinerário Complementar 3 (IC3), estudando soluções sustentáveis e de longo prazo para os constrangimentos existentes no trânsito naquela zona.

A ponte João Joaquim Isidro dos Reis foi inaugurada em 1909 e foi alvo de obras de requalificação em 2013 que, por questões de segurança, obrigaram à diminuição da dimensão da faixa de rodagem.

Os problemas de trânsito são quase diários naquela travessia.

ricardo centeno

O presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves (PSD), aproveitou a reunião do executivo municipal desta segunda-feira, 23 de abril, para deixar duras críticas ao Governo PS sobre a suspensão das obras do bloco operatório do Hospital Distrital de Santarém.

"Foi com muita tristeza que tive conhecimento dos problemas no bloco operatório, disse o autarca, considerando que é mais uma "constatação" daquilo que os autarcas da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo andam a dizer há muito tempo, nomeadamente com a sucessiva degradação de serviços naquela unidade hospitalar.

Reconhecendo que o assunto já vem do tempo do PSD, tendo ele próprio criticado a austeridade imposta ao setor da saúde, Ricardo Gonçalves, criticou o atual ministro das finanças, Mário Centeno, pela forma como continua a subfinanciar os hospitais.

"Não posso deixar de dizer ao Sr. ministro [das finanças] que em Santarém não somos todos Centeno", uma ironia com a frase do Ministro da Saúde, Adalberto Campos Ferreira, que, em apoio às posições austeras do seu colega, disse que no governo eram todos Centeno.

As críticas do presidente da autarquia foram rebatidas por André Lopes e João Catela, vereadores eleitos pelo PS, que lembraram a célebre austeridade de Vítor Gaspar, ministro das Finanças do PSD no governo de Passos Coelho, que reduziu bastante o investimento na saúde.

DEPUTADOS DO PS TAMBÉM QUESTIONAM MINISTÉRIO DA SAÚDE

Os deputados do partido socialista eleitos por Santarém enviaram esta terça-feira, 24 de abril, uma pergunta ao Ministro da Saúde sobre a suspensão das obras no bloco operatório do Hospital Distrital de Santarém.

"Tendo o Ministério da Saúde já conhecimento desta situação, como e quando pretende solucioná-la de modo a que os constrangimentos provocados sejam o mais rapidamente sanados?", questiona o texto, assinado pelos deputados Hugo Costa, António Gameiro e Idália Serrão.

Recorde-se que as obras do bloco operatório do Hospital de Santarém foram suspensas pelo Tribunal de Contas porque na data em que foi registado o compromisso referente ao encargo resultante do contrato, a unidade de saúde não tinha fundos disponíveis para fazer face à despesa.

A ilegalidade, que se prende com a lei dos compromissos e pagamentos, parece ser apenas formal e poderá ser resolvida rapidamente, o que não inviabiliza potenciais atrasos.

Em declarações à agência Lusa, o presidente do conselho de administração do Hospital Distrital de Santarém, José Josué, garantiu que o hospital dispõe da verba para pagamento desta segunda fase da obra, e que tem a garantia do ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, de que a questão será resolvida “rapidamente” em articulação com o ministro das Finanças.

As obras do bloco operatório do Hospital de Santarém têm um valor global de 3 milhões de euros e estão a ser realizadas com fundos do hospital, sem recurso a financiamento comunitário, sendo o contrato desta segunda fase da ordem dos 1,5 milhões de euros.

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis