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Os deputados socialistas eleitos pelo distrito de Santarém questionaram o Governo esta terça-feira, 2 de maio, sobre quando vai adquirir e instalar o equipamento de Tomografia Axial Computadorizada (TAC) na unidade de Tomar do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT).

Num requerimento assinado por Hugo Costa, António Gameiro e Idália Serrão, os deputados lembram que o ministro da Saúde prometeu a aquisição e instalação de um equipamento de TAC durante uma cerimónia realizada em outubro, em Tomar, mas que de então para cá não houve mais novidades.

"Embora este equipamento de TAC também esteja referenciado por parte do Centro Hospitalar do Médio Tejo como uma necessidade prioritária, foi recentemente divulgado pela comunicação social que a sua aquisição ainda estaria dependente de uma aprovação formal por parte do Ministério da Saúde", recordam os deputados, que terminam questionando "para quando a aquisição e instalação do equipamento de TAC na unidade de Tomar do Centro Hospitalar do Médio Tejo?" e "quais os procedimentos previstos para desbloquear a situação referida?".

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O Governo deve 15 meses de renda à Câmara do Sardoal pela ocupação das instalações da Loja do Cidadão daquele concelho, inaugurada a 18 de fevereiro de 2016, e cujo aluguer nunca foi pago.

A situação foi denunciada esta quarta-feira, 3 de maio, num conjunto de perguntas enviadas pelos deputados do PSD eleitos pelo distrito de Santarém aos ministros das Finanças e da Presidência e à Secretaria de Estado da Modernização Administrativa.
"São 15 meses de rendas em atraso do Governo a uma pequena autarquia para quem este valor representa algo muito importante. É um mau exemplo que o Estado dá, é um desrespeito enorme pelo poder local e uma conduta que não se coaduna com aquilo que o governo apregoa", afirmam os deputados Duarte Marques, Nuno Serra e Teresa Leal Coelho.

"No mesmo documento, os deputados do PSD garantem que "este não será caso único", e que caso semelhante ocorre com a Loja do Cidadão de Rio Maior, "onde vários serviços do Estado têm custos de operação por pagar ao município local há pelo menos um ano".
"Será que é assim que se cumpre o défice mais baixo da história de Portugal?", questiona o documento que considera que se exige ao "governo que dê o exemplo, que seja um pagador responsável e que não voltemos ao período antes do pedido de ajuda externo onde o Estado era sempre o último a pagar".

No conjunto de questões enviadas, Duarte Marques, Nuno Serra e Teresa Leal Coelho perguntam "quando prevê o governo pagar ao Município do Sardoal as verbas das rendas em atraso desde o dia da inauguração", "qual a justificação do Ministério das Finanças para atrasos de mais de um ano no pagamento de rendas ou custos de operação aos municípios com Lojas do Cidadão?" e "quando prevê o governo resolver os problemas de pagamentos em atraso dos vários serviços públicos estabelecidos na Loja do Cidadão de Rio Maior, em particular o IRN?".

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A Câmara Municipal de Santarém aguarda ainda que a Infraestruturas de Portugal conclua o estudo prévio para a construção da futura variante à Estrada Nacional 365, entre as zonas da Senhora da Saúde e as Assacaias.

A informação foi dada na última sessão da Assembleia Municipal pelo presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves, após ter sido questionado sobre este assunto pelo presidente da Junta de Freguesia de Alcanhões, Pedro Mena Esteves, que disse ter informações que o estudo prévio já estaria na posse da Câmara.

O presidente da Câmara explicou que o município ainda só tem um documento com os tópicos dos pontos discutidos aquando da última reunião entre responsáveis da autarquia e da Infraestruturas de Portugal, em dezembro do ano passado.

Nessa reunião, ficou acordado que a Câmara de Santarém pagará metade da obra mais a fiscalização, cabendo à empresa pública a restante metade da empreitada e a elaboração do projeto da variante, que permitirá aos automobilistas da EN365 evitarem os longos tempos de espera na passagem de nível das Assacaias.

Na Assembleia Municipal, o presidente da Junta de Freguesia de Alcanhões acrescentou ainda que o problema, que se arrasta há décadas, tem vindo a piorar, e que o tempo de espera para atravessar a linha ferroviária tem vindo a aumentar.

XTerra Golegã - Fotos Carlos Simões