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Os deputados do PSD entregaram esta sexta-feira, 52 de março, um projeto de resolução que exige ao Governo a conclusão do antigo IC3, cujo objetivo é resolver os problemas de trânsito e poluição na Chamusca, que foram causados pelo aumento de tráfego correspondente à construção do Eco Parque.

O documento, assinado pelos deputados do PSD eleitos por Santarém e pelos que integram a Comissão de Economia e Obras Públicas, recorda que antes do Eco Parque do Relvão as acessibilidades à Chamusca “já eram precárias, mas mais se agravaram quando a crescente afluência diária de centenas de veículos pesados que se deslocam de todo o país” para a unidade de tratamento resíduos.

Os deputados lembram igualmente que o aumento do tráfego veio congestionar ainda mais a ponte que liga os concelhos da Golegã e da Chamusca, que já se revelava insuficiente para o tráfego existente, “mas também as ruas da vila da Chamusca estão hoje gravemente congestionadas com as óbvias consequências para o ambiente, para a qualidade do ar e para a saúde da população”.

É baseado nestes pressupostos que os deputados do PSD exigem a conclusão do designado IC3, Itinerário Complementar da Estremadura e Ribatejo, e a sua ligação à Chamusca ou a construção de uma nova ponte, que foram sempre apontadas como soluções possíveis para resolver a difícil situação atual.

“A importância se encontrar uma alternativa à atual situação constitui consenso alargado entre todos os atores políticos, instituições e corresponde também ao desejo das populações, empresários e também dos concelhos vizinhos”, afirma o texto, que termina recomendando “a conclusão dos troços em falta do designado IC-3 em perfil de auto-estrada” e a “adoção de demais soluções adequadas à normalização do tráfego local”.

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A bancada da CDU na Assembleia Municipal de Santarém questionou a legitimidade do apoio financeiro que a Câmara deu à organização do “Court Atlante”, um festival dedicado ao segmento do luxo que decorreu no Convento de São Francisco, entre os dias 26 e 28 de janeiro.

“Não percebo porque razão se dão 15 mil euros para este festival, quando são tão escassos os apoios da Câmara a outras iniciativas de mérito que se vão fazendo na cidade”, disse Francisco Madeira Lopes, afirmando ter “sérias dúvidas” acerca da natureza da ajuda financeira, uma vez que o evento foi organizado por um particular e não por uma associação do concelho.

“Tendo por base apenas o que li na imprensa, o facto de ser descrito como um projeto pioneiro não chega para o justificar, porque muitos outros também o são e não recebem nada”, acrescentou o eleito da CDU, que diz também ter lido que “o festival envolveu empresas do concelho, mas eu ainda não sei quais são”.

A intervenção de Francisco Madeira Lopes não mereceu qualquer resposta ou comentário do executivo da Câmara de Santarém.

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O ministro do Ambiente, João Carlos Matos Fernandes, aceitou participar numa Assembleia Municipal extraordinária de Santarém dedicada unicamente a debater os problemas que afetam o rio Tejo, e que já está agendada para o próximo dia 28 de março, às 20h30.

A informação foi dada durante a última sessão ordinária deste órgão, pelo presidente da Assembleia Municipal, Joaquim Neto, que explicou que a intenção de realizar uma sessão temática dedicada ao Tejo foi acordada em conferência de líderes das várias bancadas.

Além do ministro do Ambiente, foram também convidados representantes da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Confraria Ibérica do Tejo, do movimento PROtejo, da Inspeção Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) e do Serviço Especial de Proteção da Natureza (SEPNA) da GNR.

Cerimónia de Apresentação Santarém Cup 2018