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A obra de reabilitação da cobertura e da fachada do edifício da Divisão de Urbanismo e da Unidade de Atendimento ao Público do Município de Azambuja está concluída, prevendo-se que traga um impacto muito significativo a vários níveis nos serviços municipais.

Segundo uma nota de imprensa da autarquia, representa, desde logo, "uma mais-valia no centro histórico da Vila de Azambuja pela valorização deste importante elemento do património edificado. Por outro lado, criará melhores condições ao funcionamento dos serviços municipais que ali serão reinstalados, proporcionando maior centralidade e melhor qualidade de atendimento e comodidade ao público a servir".

Neste sentido, em complemento da reabilitação da fachada e da cobertura, a autarquia está já a desenvolver os procedimentos para a empreitada de remodelação de todo o espaço interior.

O município assumiu a recuperação deste edifício como uma prioridade, visto tratar-se de um importante imóvel de arquitetura senhorial que começou por ser, em 1701, o Palácio do Provedor das Lezírias, seu proprietário, e onde viria a funcionar o antigo Grémio da Lavoura do Concelho. A sua localização estratégica, em pleno coração da sede do município, confere-lhe enorme relevância em termos urbanísticos e o grau de degradação que apresentava exigia os trabalhos agora realizados.

O projeto, com um custo global de 191.005,33 euros, foi comparticipado pela União Europeia em 85%, através do FEDER-Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, no valor de 162.354,53 euros.

Recorde-se que, este cofinanciamento do Programa Operacional Regional “Alentejo 2020”, contemplou toda a candidatura do Município de Azambuja ao PARU-Plano de Ação de Regeneração Urbana / Centros Urbanos Complementares (com um valor global na ordem dos 600 mil euros), onde se incluem igualmente outros dois projetos cujas obras estão em curso, a Casa da Juventude e a Criação de um Posto de Apoio ao Visitante.

hospital santarem-2018

A concelhia do Bloco de Esquerda (BE) de Santarém acusa o PS e o PSD de terem impedido uma solução para os problemas financeiros do Hospital Distrital de Santarém, ao chumbarem um projeto-lei bloquista para excluir do âmbito de aplicação da Lei de Compromissos as entidades públicas do Serviço Nacional de Saúde.

"Esta solução permitiria avançar as obras do Hospital de Santarém sem entraves do Tribunal de Contas. Logicamente levaria à posterior necessidade do governo aumentar o financiamento do Hospital de Santarém. O projeto-lei foi votado no Parlamento no passado dia 19, mas PS e PSD votaram contra e CDS absteve-se", refere um comunicadio da concelhia de Santarém do BE.

Exemplificando, o Bloco dá o exemplo da recusa do visto às obras nas urgências do hospital de Santarém, que o Tribunal de Contas chumbou por não existirem fundos disponíveis.

"Compreende-se porque querem 'sufocar' o Serviço Público de Saúde: abrir espaço para mais hospitais privados. A saúde – um direito de todos – tende a ser só de alguns!", termina o comunicado.

rio chamusca

O presidente do PSD, Rui Rio, afirmou esta quarta-feira, 24 de outubro, que "falta vontade política para concluir acessibilidades na Chamusca", nomeadamente no que diz respeito ao troço da A13 entre Almeirim e Vila Nova da Barquinha/Entroncamento, de acesso ao Eco Parque do Relvão, que recebe resíduos industriais de todo o país.

"Se estamos a falar de investimentos que rondam os 100 a 150 milhões de euros, é dinheiro, mas se pensarmos à escala nacional são investimentos reduzidos face a outros que se vão fazendo", disse Rui Rio, acrescentando que a não construção de 30 quilómetros de estrada e de uma nova travessia na zona da Chamusca revela "falta de vontade política de olhar para um real problema nacional e decidir fazer o que falta fazer".

Rui Rio esteve de visita ao concelho da Chamusca e ao Eco Parque do Relvão, onde visitou duas empresas ali instaladas - a SISAV - Sistema Integrado de Tratamento e Eliminação de Resíduos, que faz tratamento de solos, de resíduos industriais perigosos, óleos usados, e lamas, entre outros, e a Somos Ambiente - ACE, Centro Integrado de Valorização e Tratamento de Resíduos Hospitalares e Industriais, que tem por missão incinerar resíduos hospitalares e industriais perigosos.

O presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Paulo Queimado (PS), que acompanhou a visita, diz que o reconhecimento da necessidade de construir as estradas é "consensual" entre todos os partidos políticos e que o problema ultrapassa a Chamusca, mexendo com toda a região.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves