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A Câmara Municipal de Alcanena aprovou o seu orçamento para 2019, no valor de cerca de 23,2 milhões de euros, com cinco votos a favor da maioria PS que gere a autarquia e dois votos contra dos vereadores da oposição.

Segundo uma nota de imprensa da Câmara de Alcanena, o orçamento conta com um aumento de 3,75 milhões de euros em relação a 2018, com as receitas correntes e de capital estimadas no valor de 11 milhões de euros cada uma, “resultante da existência de investimentos comparticipados por fundos comunitários e pela administração central, que ascendem a 10 milhões de euros”.

Em termos de investimento, o documento contempla um conjunto de projetos comparticipados, como o novo quartel da GNR, o Centro Escolar de Alcanena, a requalificação do mercado municipal e a requalificação urbana da praça envolvente à paragem de transportes públicos, e a execução da rede de saneamento de Covão de Coelho e Vale Alto, entre outras obras.

“Os documentos previsionais continuam a procurar dar continuidade à concretização de projetos identificados como relevantes para o desenvolvimento do concelho, refletindo o resultado do trabalho realizado para colocar as contas da autarquia numa situação de maior sustentabilidade económico-financeira, só possível com o cumprimento do Plano de Saneamento Financeiro, aprovado no ano 2011”, explica a mesma nota.

A Câmara de Alcanena salienta ainda que as transferências para as Juntas de Freguesia ao abrigo dos acordos de execução vão passar de 350 mil euros para 400 mil euros.

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A Câmara Municipal de Alpiarça apresentou uma queixa-crime na GNR contra desconhecidos por vandalismo, danificação de equipamentos municipais e conspurcação dos símbolos do município.

Em causa está, segundo o presidente Mário Pereira, a colagem de autocolantes em centenas de contentores do lixo, “colocados mesmo em cima do brasão do município, numa clara mensagem de desprezo para com o símbolo que representa a população do concelho”.

O crime terá ocorrido na noite da passada sexta-feira para sábado, de 2 para 3 de novembro, e trata-se, de acordo com o autarca, de uma “ação concertada”, tendo em conta o número de caixotes do lixo onde foi colado o autocolante.

Esta ação “cobarde”, nas palavras de Mário Pereira, “tem claros objetivos políticos” e foi levada a cabo “por pessoas que desprezam a terra onde provavelmente vivem”.

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A Câmara de Mação aprovou na segunda-feira, 29 de outubro, por unanimidade, o orçamento municipal para 2019, no valor de 12,8 milhões de euros, mais cerca de 300 mil euros que em 2018.

O presidente da autarquia, Vasco Estrela (PSD), considera que é um valor que responde às necessidades que o momento exige e que se reveste de inúmeras condicionantes e variáveis, apresentando "um grau de imprevisibilidade de que não há memória, pelo menos nos anos mais recentes", já que "o processo de descentralização terá um enorme peso e relevância", sobretudo nas áreas da educação e saúde.

A este fator incerto "acresce o processo de recuperação das infraestruturas destruídas pelos incêndios de 2017" e a necessidade de "avançar com as obras relativas ao Fundo de Emergência Municipal (FEM) que, a não existir alterações, farão despender de mais de um milhão de euros do orçamento municipal num ano”.

A inovação e ação social, a educação e cultura, o empreendedorismo, a floresta e sistema agroflorestal, a valorização dos recursos e reabilitação e a manutenção de infraestruturas e património, são as seis áreas de atuação tidas como fundamentais para o desenvolvimento do concelho.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves