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Politica

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"Um PSD por Todos" é o lema da candidatura de Joaquim Morgado à comissão política do PSD da Golegã, que vai a votos no próximo dia 9 de junho.

Na sua apresentação, o candidato a presidente da CPC nos próximos dois anos propôs-se a “credibilizar o PSD da Golegã como um partido de oposição, apresentando um trabalho político construtivo e de alternativa”.

Joaquim Morgado, de 55 anos, diz querer “constituir um conselho de opinião, composto por pessoas da sociedade civil sem ligação partidária, que terá como propósito debater e propor soluções para áreas estratégicas de desenvolvimento do concelho da Golegã”.

Sobre os grandes temas de atuação e discussão pública, a candidatura definiu já como prioridades “a defesa do ambiente, tendo em conta os problemas existentes nos rios Almonda e Tejo, que banham o concelho, a apresentação de propostas relativas ao acesso à habitação jovem no concelho, e a discussão de um programa de captação de investimento nas vertentes empresarial e industrial”, entre outras questões.

A Câmara de Santarém vai consultar dez instituições bancárias com balcão aberto no concelho para contratar um empréstimo de 18,1 milhões de euros, a pagar mensalmente durante 15 anos, para substituir o empréstimo do Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), baixando os juros, que atualmente rondam os 3 por cento.

Tendo como base a descida da dívida total de cerca de 82 milhões, no final de 2014, para cerca de 58 milhões, em dezembro de 2017, e do aumento das receitas de 30,7 milhões (2014) para 34,3 milhões (2017), o que corresponde a uma melhoria do indicador da dívida total de 2,68 para 1,69, a autarquia repete assim um procedimento semelhante feito em agosto de 2016, a que nenhuma instituição bancária apresentou propostas.

"Considerando a manutenção da trajetória de diminuição de dívida e de melhoria dos diversos indicadores financeiros, a autarquia entende que neste momento existem condições para efetuar nova consulta para a substituição do empréstimo do PAEL, e entende que a mesma não ficará deserta", refere o documento aprovado esta segunda-feira, 21 de maio, por unanimidade, na reunião do executivo municipal.

Refira-se que a Câmara de Santarém recebeu 3 tranches do PAEM. A primeira, de 11 milhões de euros, a uma taxa de 3,1%, a segunda, de 3,88 milhões de euros, a uma taxa de 3,167% e a terceira, de 3,2 milhões de euros, a uma taxa de 2,949%. O novo empréstimo irá permitir a liquidação dos anteriores, diminuindo o serviço da dívida sem aumentar a dívida total do município.

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A Câmara do Cartaxo quer que a empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP) construa uma rotunda no cruzamento da variante à E.N. 365-2 (Cartaxo – Aveiras de Cima) que dá acesso à Lapa, Ereira e Pontével, um dos pontos negros da sinistralidade rodoviária no concelho, e que avance com as obras junto à estação ferroviária de Santana.

Numa carta enviada esta terça-feira, 22 de maio, a António Laranjo, presidente da IP, o presidente da autarquia, Pedro Magalhães Ribeiro, chama a atenção para a elevada sinistralidade no cruzamento que permite o acesso à União de Freguesias de Ereira e Lapa, assim como, à freguesia de Pontével, na zona sul, onde, entre 2010 e 2016, se registaram 5 acidentes com vítimas.

Pedro Ribeiro pede que se proceda "à remarcação da sinalização horizontal, muito gasta ou completamente impercetível em alguns troços”, reivindicando ainda a construção de uma rotunda no local “que promova a redução de velocidade e a consequente redução de acidentes causados por excesso de velocidade”.

Já no que diz respeito ai viaduto de Santana (na foto), o autarca diz que “nunca deixou de fazer parte das nossas ambições e tem sido permanentemente reivindicado”, lembrando acordo tripartido entre o Município, a REFER e a Estradas de Portugal, atual IP, que chegou a constituir uma adjudicação de obra em 2012 e que previa a alteração do atual traçado da via-férrea na zona de passagem de nível ao Km 60+090 e a modernização do atual apeadeiro de Santana/Cartaxo, localizado junto da passagem de nível agora existente.

"Ao eliminar a passagem de nível em Santana, não só se assegura que a população de Valada não ficará isolada em altura de cheia e que o trânsito circula com uma segurança muito maior para a outra margem do Tejo, mas também se permite à CP poder tirar maior partido da remodelação da linha férrea, feita há anos, que permite velocidades de 220 km/h”, refere Pedro Magalhães Ribeiro.

Além da supressão da passagem de nível, esta obra implica a substituição da ponte rodoviária, cujo estado de conservação condiciona o tráfego rodoviário na EN3-3, pelo que o autarca defende “a elaboração de um novo protocolo conjunto”, que defina a comparticipação de cada entidade, “para que o lançamento de um novo procedimento de adjudicação da obra, possa ser feito quanto antes, resolvendo um constrangimento rodoviário e ferroviário”.

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis