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Politica

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João Pedro Matos Fernandes, o ministro do Ambiente, vai presidir à cerimónia de entrega de entrega de viaturas aos vigilantes da natureza e à apresentação de projeto para o Monumento das Pegadas de Dinossáurios, que se realiza esta quarta-feira, 10 de outubro, às 12 horas, na biblioteca municipal Gustavo Pinto Lopes, em Torres Novas.

De acordo com o programa, o ministro começa por entregar 15 veículos aos vigilantes do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) no parque de estacionamento das piscinas municipais, seguindo-se as intervenções de Pedro Ferreira, o presidente da Câmara de Torres Novas, e de Rogério Rodrigues, do ICNF.

A apresentação do projeto de melhoria das condições de visitação do Monumento Natural das Pegadas dos Dinossáurios da Serra d’Aire está marcada para as 12h35, antes do encerramento da cerimónia por João Pedro Matos Fernandes.

O ato, segundo uma nota de imprensa da Câmara de Torres Novas, conta também com a presença da secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Célia Ramos.

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A Distrital do PSD de Santarém quer alargar o passe social da Área Metropolitana de Lisboa (AML) até ao Entroncamento, acabando assim com o que considera ser uma discriminação para com outros concelhos do distrito de Santarém, ao mesmo tempo que promove o transporte público.

Os sociais democratas dão o exemplo do concelho de Azambuja, em que os seus habitantes pagam 55 euros de passe, enquanto no Cartaxo, 12 quilómetros ao lado, já se paga 134 euros e, pouco depois, de Santarém, o preço já sobe para 161 euros (quase mais 300%), sem esquecer que como são passes fora da AML não podem ser combinados, o que implica adquirir um segundo passe para circularem dentro da cidade de Lisboa (mais 40 euros a 50 euros).

O PSD pretende levar esta proposta à Assembleia da República e desafia mesmo o governo a incluir esta solução na proposta de Orçamento de Estado que estão a negociar com os seus parceiros de coligação e que será conhecida na próxima semana.

"Quando falamos em passe social, este tem um custo mensal, para o percurso Entroncamento/Lisboa – Lisboa, de 216,20€ (Regional) e 250,30€ (Intercidades), e para o percurso Santarém/Lisboa de 161€ (Regional) e de 235,20€ (Intercidades). O mesmo passe entre a Azambuja (limite da AM Lisboa) e Lisboa custa 55 euros", reforça o PSD.

"Acreditamos que se o preço do comboio entre Entroncamento e Lisboa for mais acessível nos comboios mais rápidos seriam uma alternativa bastante competitiva para os cidadãos que se deslocam diariamente entre o distrito de Santarém e Lisboa. Além de se reduzir o fluxo de trânsito em Lisboa, melhorava-se a qualidade de vida destas pessoas e atraía-se mais gente para viver no Ribatejo", conclui a proposta da distrital "laranja".

Com estes argumentos, o PSD propõe duas propostas alternativas: alargar a coroa do passe social da Área Metropolitana de Lisboa ao Entroncamento (hoje termina na Azambuja) até ao Entroncamento, ou atribuir como bónus a totalidade ou um desconto de 50 % na compra do passe de Lisboa (Navegante ou Lisboa Viva) a quem tiver um passe de um percurso superior exterior à coroa da Área Metropolitana de Lisboa ou a 50 quilómetros de distância de Lisboa.

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“A Chamusca precisa de uma ponte que resolva todos os nossos problemas de travessia nesta zona”, afirmou o presidente da Câmara, Paulo Queimado, que se diz disponível para reunir com todos os deputados dos partidos com assento parlamentar para debater as questões dos constrangimentos no atravessamento da ponte que liga o concelho à Golegã e as más acessibilidades existentes na região.

Na última reunião de Câmara, o autarca defendeu o reajuste da importância dos projetos de prolongamento do IC3 para perfil de autoestrada A23, entre Almeirim e Vila Nova da Barquinha, e do novo atravessamento do rio Tejo, que estão agora equiparados a vários outros projetos de interesse local, no âmbito do planeamento de investimentos da Lezíria do Tejo.

A nível da CIMLT, “estamos a definir investimentos estratégicos superiores a 75 milhões de euros e considero que é importante falarmos de questões estruturantes, em vez de continuamos a olhar tudo em pequenino”, diz Paulo Queimado, acrescentando que “estamos a fazer um Plano Estratégico para a região, e não podemos olhar apenas para coisas mais miudinhas sem definirmos com clareza aquelas que são as grandes linhas orientadoras”.

Considerando que “o IC3 é uma via fundamental para o desenvolvimento da região e do país”, o presidente do município pediu aos vereadores da oposição que possam comunicar aos seus partidos - e respetivos deputados - esta abertura da Chamusca para se encontrar uma posição concertada sobre o tema das acessibilidades, nomeadamente, “sobre o tão esperado projeto do IC3 com respetiva nova obra de arte sobre o rio Tejo na ligação Chamusca-Golegã”.

Paulo Queimado afirmou-se ainda “solidário” com os concelhos de Abrantes e de Constância, afirmando saber “dos constrangimentos que também sofrem com aquele tipo de pontes” e disse que esta questão já foi abordada com os deputados, no âmbito do planeamento dos investimentos a realizar na região.

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis