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O orçamento da Câmara Municipal de Torres Novas para 2019, aprovado com os votos favoráveis da maioria socialista, o voto contra do PSD e a abstenção do Bloco de Esquerda, aumentou cerca de 8 milhões relativamente ao corrente ano, atingindo os 39,2 milhões de euros.

O orçamento identifica como prioritários investimentos em obras com candidaturas aprovadas por via do ITI – Investimentos Territoriais Integrados e do PEDU – Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (1.ª fase) que irão beneficiar setores primordiais como a educação, a saúde, o ambiente, a eficiência energética, a modernização administrativa, o património cultural e a reabilitação urbana, entre outros.

Em nota de imprensa, o presidente da autarquia, Pedro Ferreira (PS), sublinha a redução progressiva do saldo dos empréstimos contraídos, que tem permitido alcançar o equilíbrio financeiro, e destaca o aumento dos apoios às coletividades e a inscrição de 50.000 euros para a limpeza do rio Almonda, da nascente à foz.

A reabilitação e valorização dos centros históricos, com a previsão de investimento de mais de cinco milhões de euros, incluindo a proposta de aquisição ou reabilitação de, pelo menos, duas casas destinadas a habitação com rendas acessíveis, é outro dos investimentos previstos para o próximo ano.

Aumento notado é o das despesas com pessoal, que sobem 1,1 milhões de euros para perto dos 10 milhões de euros (9,7), um crescimento justificado pelo aumento de 74 funcionários, cerca de duas dezenas dos quais integrados ao abrigo do programa de regularização dos vínculos precários.

O vereador do PSD votou contra o documento, criticando o valor destinado ao investimento (38%), que considerou baixo, enquanto o representante do BE se absteve porque o documento, não sendo seu, acabou por integrar questões que têm vindo a ser propostas pelo partido.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves