chamusca natalmicromineiro slide

riomaiorobraspracacomercio

A Associação Para a Defesa do Património do Rio Maior (EICEL1920) defende que as obras na Praça do Comércio da cidade deviam ser suspensas, e entregou à Câmara Municipal, dona da empreitada, uma “Proposta para a Salvaguarda da Zona Antiga de Rio Maior”.

Em causa está, segundo um comunicado da EICEL1920, “a salvaguarda do património histórico e urbano da cidade”, uma vez que o projeto de requalificação da Praça do Comércio, apresentado no passado dia 13 de Setembro, introduz “novos elementos dissonantes num espaço público com uma imagem urbana histórica e consolidada”.

A EICEL1920 sustenta que, “seguindo o exemplo do edifício da Loja do Cidadão, construído em 2012, surgiram recentemente em construção novos edifícios que apresentam volumetrias descontextualizadas da envolvente”, e aponta mesmo um caso concreto, “um prédio de três pisos em construção no Largo D. Maria II, sobre uma das antigas Estações da Via-Sacra, património religioso de excecional importância na cidade”.

Dividida em quatro pontos, a “Proposta para a Salvaguarda da Zona Antiga de Rio Maior” delineada pela EICEL tem por objetivo fazer respeitar todos os instrumentos de ordenamento do território e planos de reabilitação urbana em vigor, e que foram aprovados pela Câmara Municipal de Rio Maior, nomeadamente o Plano Diretor Municipal, o Programa Estratégico de Reabilitação Urbana - ARU1 e o Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU).

Segundo se lê no comunicado, estes documentos “preconizam medidas adequadas para a salvaguarda do património histórico e urbano da zona antiga, que não foram até esta data implementadas”.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves