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Depois do Governo ter revelado que a reposição das freguesias extintas na última reforma administrativa vai voltar a ser discutida na Assembleia da República, o movimento pela refundação das freguesias de Vaqueiros e Casével emitiu um comunicado onde afirma que não vai desistir desta luta.

“Seis anos depois da extinção, as feridas são agora mais visíveis e sentidas pela população”, lê-se no comunicado, que acrescenta que “o encerramento de todos os serviços sociais mutilou por completo a hipótese de desenvolvimento da freguesia, e tudo o que se construiu nos últimos quarenta anos, equipamentos coletivos e infraestruturas básicas, a dinâmica criada pelo envolvimento permanente da população, a história e a identidade está posta em causa”.

“O que será preciso fazer mais para que esses senhores reconheçam o nosso descontentamento?”, questiona o movimento, recordando que “todos os anos ele tem sido bem vincado pela população de Vaqueiros, pelas mais diversas formas, incluindo as deliberações da Assembleia de Freguesia, sendo a petição a última iniciativa que juntou mais de mil em defesa da nossa causa”.

Os critérios que servirão de base à possível reversão de algumas uniões de freguesia ainda não estão definidos com clareza, lamenta o movimento, mas tudo indica que serão os órgãos autárquicos – Câmaras, Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia a ter a última palavra.

“Temos presente a resposta da Assembleia Municipal à nossa petição ,fazendo depender a sua posição dos critérios a definir pela Assembleia da República, desconhecemos ainda o relatório da comissão do ordenamento do território, poder local , habitação, ambiente e autarquias sobre a nossa petição, por isso dizemos que os próximos tempos serão de grande espectativa e alguma ansiedade”, explica o comunicado.

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis