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A Câmara Municipal do Cartaxo está a trabalhar para apresentar uma candidatura do município à Rede de Estações de Serviço de Apoio ao Autocaravanismo, que prevê a construção, em Valada, de um parque para autocaravanas.

A candidatura está integrada no projeto que a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERTAR) está a preparar para apresentar à Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior e será entregue a esta entidade até ao dia 16 de agosto.

Em final de julho, o presidente da autarquia, Pedro Magalhães Ribeiro, participou na reunião de trabalho promovida pela ERTAR, em Évora, na qual foram apresentados e debatidos os principais objetivos estratégicos da candidatura que a entidade de turismo vai apresentar.

Já esta semana, Pedro Ribeiro, Margarida Abade, presidente da Junta de Freguesia de Valada e Pedro Nobre, vereador responsável pelos pelouros de urbanismo e ambiente, reuniram com os serviços municipais para que tudo esteja pronto a tempo de integrar a referida candidatura.

Pedro Magalhães Ribeiro salienta a “importância da zona ribeirinha do concelho do Cartaxo para a coerência e sustentabilidade do projeto, com Valada a assumir um posicionamento estratégico, quer pelo seu potencial na promoção do turismo náutico, quer pela posição que já assume nas rotas do Caminho de Fátima e Caminhos de Santiago”.

Já a presidente da Junta de Freguesia de Valada assumiu “absoluta concordância com a Câmara Municipal ao apresentar Valada como localização para o Parque de Autocaravanismo”, numa época em que o forte crescimento do autocaravanismo, quer no que respeita ao turismo nacional, quer internacional – com os estudos do setor a mostrar que a faixa etária dos utilizadores tem vindo a baixar, é cada vez mais jovem, com maior poder aquisitivo e que contribui diretamente para as economias regional e local – prometem um enorme potencial turístico da zona ribeirinha do concelho do Cartaxo, onde o turismo náutico já é uma realidade.

A Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior prevê financiamento de 70% a fundo perdido para investimento total até 300 mil euros e visa apoiar o investimento em projetos e iniciativas que, por meio de atividades com relevância ou interesse para o turismo, contribuam para o desenvolvimento do interior e para a coesão económica e social do território.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves