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O Partido Socialista anunciou esta segunda-feira, 30 de outubro, na primeira reunião do executivo municipal da Câmara de Santarém do novo mandato, que não vai aceitar os pelouros que haviam sido oferecidos pelo PSD.

Apesar de ter conquistado a maioria absoluta nas eleições de um de outubro, com 5 vereadores contra 4 do PS, na passada quinta-feira, dia 26, o presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves (PSD), reuniu com alguns elementos do PS oferecendo os pelouros da Ação Social, Habitação, Saúde, Trânsito, Património Cultural e Bibliotecas e Arquivo.

Na reunião de hoje, o PS comunicou que não aceitava e justificou a decisão com o facto de Ricardo Gonçalves ter limitado a oferta às vereadoras Virgínia Esteves ou Sofia Martinho, recusando que os mesmos fossem assumidos por Rui Barreiro ou José Augusto, os outros dois vereadores do PS.

A recusa do PS foi ainda justificada com o facto de pretender fazer parte da gestão das empresas municipais Águas de Santarém e Viver Santarém, pretensão recusada pelo PSD.

A terceira razão invocada pelos socialistas para não aceitar os pelouros foi a recusa do PSD de conceder o direito de escolha dos elementos de apoio ao gabinete da vereação.

 

PSD vai ter 3 vereadores a tempo inteiro e 1 a meio tempo

Nesta primeira reunião do executivo scalabitano ficou ainda a saber-se que, além do presidente, o PSD vai ainda ter como vereadores a tempo inteiro Inês Barroso e Jorge Rodrigues, ficando Ricardo Rato a meio tempo, pelo menos até ao regresso de Cláudia Coutinho, quarta na lista de Ricardo Gonçalves, que pediu suspensão de funções até ao final do ano, altura em que deverá regressar a Portugal e à vereação.

Nuno Serra, segundo na lista social-democrata, não terá tempo atribuído uma vez que é deputado na Assembleia da República.

Ricardo Gonçalves informou a oposição que a distribuição dos pelouros deverá ser conhecida até esta terça-feira, 31 de outubro.

Futebol: Jogo Coruchense x Mondenense | Fotos: João Dinis