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A presidente da Câmara de Alcanena vai assumir o pelouro do ambiente no mandato autárquico 2017 – 2021, tendo em conta os graves problemas ambientais que afetam o concelho, e que se têm vindo a agravar nos últimos meses.

A garantia foi dada pela própria Fernanda Asseiceira na cerimónia de instalação do novo executivo da Câmara e da Assembleia Municipal, que decorreu este domingo, 15 de outubro, no cineteatro São Pedro.

A autarca, que conseguiu reforçar a votação nas últimas autárquicas e eleger mais um vereador para o executivo, agradeceu a confiança que os munícipes depositaram na sua equipa, e prometeu empenhar-se na defesa do meio ambiente e da saúde pública das populações, um problema que se tem vindo a agravar nas últimas semanas com as queixas dos maus cheiros que afetam o território.

Fernanda Asseiceira afirmou que vai criar um observatório ambiental composto apenas por técnicos, e sem intromissões de caráter político, e que a Câmara está a estudar a criação de uma nova entidade municipal para gerir o saneamento básico e o fornecimento de água.

Apesar de ter sido o partido mais votado para a Câmara, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia, o PS não conseguiu formar executivo para a União de Freguesias de Malhou, Louriceira e Espinheiro, onde os nomes propostos pelo presidente eleito Luís Cândido foram chumbados pelos restantes elementos que compõem este órgão.

Nesta União de Freguesias, o PS conseguiu quatro mandatos, tantos quantos o movimento “Cidadãos por Alcanena” (que juntou o PSD, o CDS e o MPT), tendo a CDU conseguido um.

No sábado, dia 14, os eleitos da oposição votaram contra o executivo proposto, uma situação que levou Fernanda Asseiceira a dizer que “estão a tentar ganhar na secretaria o que perderam nas urnas”.

A sessão de instalação desta União de Freguesias foi adiada para esta quarta-feira, dia 18, às 20h30, na Louriceira.

Futebol: Jogo Coruchense x Mondenense | Fotos: João Dinis