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Politica

crematorio

A Câmara do Entroncamento aprovou esta segunda-feira, 16 de julho, por unanimidade, a concessão à empresa Pleasantdedication, Lda do uso privativo do domínio público para a conceção, construção e exploração de crematório no cemitério da cidade.

A área de implantação do crematório é de 1.132m², dos quais 300m²  de área de construída e os restantes alocados a zonas ajardinadas com fins específicos (Jardim da Memória, Cendrário e Columbário).

A construção deste equipamento representa um investimento privado de cerca de 700 mil euros e prevê-se ainda que venha a criar no concelho 5 postos de trabalho.

Segundo o acordo, o concessionário fica também responsável pelo pagamento ao município de uma percentagem sobre o total de receitas geradas pelos serviços prestados.

O presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, Jorge Faria considera que “a abertura deste equipamento representa um inegável progresso para o concelho e para a região, evitando, em momentos particularmente difíceis e de profunda dor, que os cidadãos se tenham de deslocar a Lisboa.

A autarquia prevê que o crematório esteja em funcionamento durante o segundo trimestre de 2019. A concessão terá a duração de 30 anos.

cgd tomar

O Grupo Parlamentar Os Verdes, através do deputado José Luís Ferreira, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério das Finanças sobre o encerramento do balcão da Caixa Geral de Depósito, na avenida General Norton de Matos, em Tomar, que aconteceu a 2 de julho.

Tendo em conta a intenção da CGD em encerrar cerca de 70 balcões ainda este ano, a adicionar aos 67 já fechados em 2017, Os Verdes referem que o encerramento destes serviços de proximidade é mais uma causa real para o agravamento das assimetrias regionais que afeta o nosso país e que é necessário combater.

"Esta situação é considerada estranha quando se sabe que estamos perante um balcão no centro da cidade, junto ao mercado municipal, que nos dias de funcionamento era o mais procurado, não apenas pelos comerciantes, mas também por todos aqueles que vindo das freguesias de Tomar, vêm à cidade", referem Os Verdes, salientando que "em quatro anos, a CGD passa de três para apenas uma agência, sendo previsível que o atendimento irá decorrer com maiores tempos de espera.

Tendo estes fatores em conta, Os Verdes questionam se "foram avaliados os impactos sociais e económicos causados pelo encerramento da agência bancária da CGD na avenida General Norton de Matos em Tomar?; "quantos são os trabalhadores afetados pelo encerramento deste balcão?"; "qual será o futuro desses trabalhadores, a deslocação ou o despedimento?"; e "que medidas pondera o Governo tomar para garantir a reabertura desta agência bancária em Tomar?".

hospital santarem-2018

Os deputados do PSD eleitos por Santarém acusam o Governo de voltar a falhar na questão do Hospital Distrital de Santarém (HDS). Nuno Serra, Teresa Leal Coelho e Duarte Marques reuniram com a administração da unidade de saúde e ficaram a saber que a recapitalização feita pelo Governo ficou aquém das necessidades exigidas pelo Tribunal de Contas e que só autorizou a contratação de 18 dos 49 enfermeiros pedidos pelo hospital para fazer face às 35 horas.

Os deputados social democratas ficaram também a saber que a situação dos vetos do Tribunal de Contas às obras do bloco operatório e ao fornecimento de refeições no HDS não está ainda ultrapassada, contrariando a garantia dada pelo ministro a Duarte Marques na Comissão de Saúde do Parlamento - e confirmado em resposta a uma pergunta feita pelos deputados do PSD.

"Para resolver o problema dos fundos negativos, o Governo antecipou receita do HDS no valor de 16,8 milhões de euros e de reforço de capital 18,7 milhões de euros. Este total de cerca de 36 milhões de euros é insuficiente já que o saldo negativo do HDS é superior a 50 milhões de euros e portanto não é suficiente para ultrapassar os sucessivos vetos do TC", afirmam os deputados do PSD.

Nuno Serra lamenta a situação e a “falta de transparência e competência do Governo em mais esta matéria” pois já “por três vezes o Ministro da Saúde garantiu que esta situação estava resolvida e afinal não está”.

Duarte Marques, Nuno Serra e Teresa Leal Coelho criticam ainda a solução encontrada por via da “antecipação de receita” pois só o aumento de capital permite resolver o problema sem criar um outro problema mais à frente, ou seja, empurrando com a barriga”

Os deputados criticam ainda o Governo por só ter autorizado 19 dos 49 enfermeiros pedidos pela Administração para fazer face à alteração das 35 horas de trabalho semanais e por mais uma vez ter “deixado para a última hora a contração de pessoal para fazer face à redução do horário de trabalho.”

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis