banner chamusca meninabambu

Educação

cartaxocentroescolarpontevel

A Câmara Municipal do Cartaxo adjudicou a construção do novo centro escolar na freguesia de Pontével, um equipamento que custará cerca de um milhão de euros, com 85% de apoio a fundo perdido por parte de fundos comunitários.

Com capacidade para 275 crianças, o centro escolar será constituído por oito salas para o ensino básico e três salas de jardim-de-infância, onde os alunos vão partilhar um refeitório comum, pensado para dar resposta às necessidades das diferentes idades.

O espaço terá várias inovações, como uma zona de self-service, para as crianças iniciarem a sua autonomia durante as refeições, e ainda um banho-maria portátil, para as refeições servidas nas mesas.

“As novas salas serão servidas por um mini polidesportivo e por duas salas polivalentes, que permitem diferentes configurações conforme as necessidades das atividades escolares, permitindo novas possibilidades de ensino/aprendizagem”, explica uma nota de imprensa da Câmara do Cartaxo, que enfatiza o facto do projeto dar grande enfoque às questões da sustentabilidade energética.

Os edifícios vão manter temperaturas de 22 graus ao longo de todo o ano, quer através da instalação de sistemas de climatização de muito baixo consumo, quer pelo uso de pavimento radiante, e serão “ainda usadas soluções de construção que vão permitir o aproveitamento solar dos envidraçados no inverno, ou o seu ensombramento, no verão”.

Durante a apresentação do projeto, o presidente da autarquia, Pedro Magalhães Ribeiro, disse ter esperanças que a obra esteja concluída no prazo de um ano.

Uma vez em funcionamento, o novo centro escolar permite libertar as instalações da EB1 e do atual Jardim de Infância de Pontével, que serão ocupados pelo Centro de Dia de Pontével e pelo Centro Paroquial de Bem-Estar Social de Pontével.

cartaxoparlamentojovem

A deputada Idália Serrão, que é também secretária da Mesa da Assembleia da República, marcou presença na primeira fase de apresentação do parlamento jovem do Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita do Cartaxo, que decorreu no passado dia 15 de janeiro, na secundária da cidade.

No período da manhã, a vice-presidente do grupo parlamentar do PS ouviu as propostas apresentadas pelos estudantes do ensino secundário, subordinadas ao tema "40 anos da Constituição da República Portuguesa e do Poder Autárquico. A que temos. A que quermos: Desafios do Poder Local”.

No período da tarde, foi a vez dos os jovens do ensino básico, 8 º e 9º anos, debateram várias propostas ligadas ao tema "Os Jovens e a Constituição: Tens uma Palavra a dizer".

A participação dos cidadãos na vida pública através de referendos e consultas, o investimento na cultura, reflexões sobre as regiões administrativas, regionalização do poder e das competências autárquicas, maior apoio e assistência na prevenção da gravidez e mesmo a eutanásia foram algumas das questões abordadas nas propostas apresentadas pelos alunos.

Idália Serrão elogiou e louvou esta iniciativa, tendo também aproveitado esta sua presença para esclareceu os alunos sobre os aspetos da vida política, apelando a todos para terem um maior sentido crítico.

Os intervenientes almoçaram na escola, numa refeição confecionada pelos alunos do curso profissional de “Restauração” e servida pelos alunos do curso vocacional de “Comércio, Eletricidade e Serviço de Mesa”.

santarempilhasIPO

O município de Santarém recolheu um total de 231 quilos de pilhas e bateria usadas para entregar ao Instituto Português de Oncologia (IPO), um número que supera largamente a quantidade recolhida no anterior, que se ficou pelos 91 quilos.

A entrega simbólica das pilhas e baterias recolhidas foi feita pelo executivo da Câmara de Santarem à mascote Ribas, o boneco que pretende sensibilizar para as questões da sustentabilidade ambiental.

A campanha de recolha de pilhas foi feita pela autarquia em parceria com a Resitejo, através das Juntas de Freguesia, das escolas do concelho e dos funcionários do município.

O material foi recolhido nos “pilhões”, que estão disponíveis na autarquia, sedes das juntas, ecocentros e alguns ecopontos, que, a par de outras entidades, também disponibilizam pontos específicos de recolha.

 “O papel do cidadão é fundamental na defesa do ambiente e da saúde pública quando deposita as suas pilhas e baterias usadas num Pilhão”, explica uma nota de imprensa da Câmara, que acrescenta que “se as pilhas e as baterias forem deitadas fora, sem qualquer precaução, podem libertar numerosos compostos perigosos, tais como: ácidos, alumínio, chumbo, lítio, mercúrio, entre outros”.

Desert Challenge 2017