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Educação

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A obra que a Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT) embargou na Escola dos Leões, em Santarém, vai ser concluída este sábado, 3 de março.

O presidente da União de Freguesias da Cidade, Carlos Marçal, explicou à Rede Regional que o empreiteiro já entregou toda a documentação exigida pelo ACT, que deu luz verde para a conclusão da empreitada.

Recorde-se que a obra foi embargada na segunda-feira, 29 de fevereiro, poucas horas depois de se ter iniciado, e depois de uma denuncia para o ACT a dar conta que estariam a ser removidas placas de amianto.

A intervenção foi motivada pelo facto da empresa contratada pela União de Freguesias da Cidade, que possui certificação legal para este tipo de trabalhos, não ter comunicado o arranque da empreitada, situação que já está resolvida, segundo Carlos Marçal.

O presidente da União de Freguesias acrescentou ainda que se trata de uma obra simples, de colocação de uma nova cobertura do refeitório da escola, que apresentava alguns problemas de infiltração de águas sempre que chovia.

Apesar do embargo, o funcionamento das atividades letivas na Escola dos Leões não foi “em nada afetado”, segundo Carlos Marçal.

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A Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT) embargou uma obra que tinha começado poucas horas antes na Escola dos Leões, em Santarém, na passada segunda-feira, depois de uma denuncia a dar conta que a empresa responsável estava a retirar placas de amianto do telhado.

Carlos Marçal, o presidente da União de Freguesias da Cidade (entidade que mandou realizar a obra) explicou à Rede Regional que a situação foi provocada pelo facto da empresa contratada não ter comunicado ao ACT o início da execução da empreitada.

“Trata-se de uma empresa certificada para efetuar este tipo de trabalhos, mas efetivamente não comunicou a quem de direito que ia começar com a obra”, explicou o presidente da União de Freguesias, acrescentando que a empreitada previa a remoção de “cerca de 15 metros quadrados de placas de amianto”, além de outras intervenções nos edifícios da escola.

Apesar do embargo, o funcionamento das atividades letivas na Escola dos Leões não ficou “em nada afetado”, garante Carlos Marçal.

“Neste momento, chove apenas na zona onde os trabalhos tinham começado, que é uma arrecadação antiga, e que não causa qualquer perturbação nas salas de aula”, explicou o autarca.

A zona onde começaram a decorrer os trabalhos estava também devidamente isolada das crianças que frequentam a escola, garante Carlos Marçal.

refeitorio escolar

Uma boa parte das associações de pais da região continua a dar nota negativa às refeições servidas aos seus filhos nas escolas dos distritos de Lisboa e Santarém.

Em declarações à agência Lusa, Isidoro Roque, presidente da Federação Regional de Lisboa das Associação de Pais (FERLAP), entidade que realizou um inquérito junto das associações de pais de escolas destes dois distritos, admite que “houve melhorias mas ainda há muitas situações onde a qualidade e a quantidade da comida deixam muito a desejar”.

O inquérito, que incluiu 89 associações de pais, permite concluir que uma em cada três associações de pais continua a queixar-se das cantinas onde os filhos almoçam diariamente.

A comida continua a ter uma qualidade sofrível ou má para cerca de 36% das associações de pais e apenas 24% consideram que a comida é aceitável e 9% consideram mesmo que a comida é muito boa ou muito próximo disso. Pelo contrário cerca de 2% das associações de pais continuam a considerar a comida muito má ou quase muito má.

Já no que toca à quantidade nota-se uma melhoria muito significativa, com apenas 8,5% dos pais a queixarem-se que servem pouca comida aos alunos. Na maioria dos casos (53%) os pais consideram que a quantidade é aceitável e 36% consideram mesmo que é “bem servida”.

O inquérito permitiu ainda detetar seis escolas onde as associações de pais foram impedidas de visitar as cantinas, o que é ilegal.

Cerimónia de Apresentação Santarém Cup 2018