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Educação

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O Vaivém Oceanário, que esteve estacionado no Entroncamento entre os dias 19 e 25 de novembro, recebeu a visita de cerca de 1.500 alunos do pré-escolar ao secundário, assim como utentes de outras instituições do concelho.

Os estudantes exploraram o maior ecossistema do planeta, residência de mais de 238 mil espécies marinhas e onde há muito por revelar, numa viagem de ida e volta onde todos aprenderam que o oceano precisa de proteção e ajuda para combater as ameaças do plástico e da poluição.

Num dos dias, os professores e educadores de infância participaram num workshop onde foram sensibilizados para a problemática do plástico no oceano, tendo-lhes sido fornecidas algumas ferramentas pedagógicas para usar no contexto de sala de aula.

Direcionado para as escolas e público em geral, este projeto de educação ambiental em movimento do Oceanário de Lisboa tem como objetivo envolver de forma ativa todos os que o visitam para que se tornem agentes de mudança e contribuam para a conservação do oceano e da biodiversidade marinha.

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Uma caderneta escolar digital criada por Ana Bento, uma jovem de apenas 22 anos, de Alferrarede, Abrantes, vai ser implementada em todo o continente através de uma aplicação informática.

A "App Caderneta do Aluno", foi um dos projetos vencedores do Orçamento Participativo Jovem Portugal (OPJP) 2017, e é considerada uma funcionalidade de tal modo pertinente que o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ decidiu implementá-la em todo o território nacional através da plataforma E360, um instrumento de gestão informático que agrega informação de todos os estabelecimentos de ensino do continente.

Citada pela agência Lusa, Ana Teresa Bento, que também é professora e atualmente está na Força Aérea Portuguesa, explica que através desta aplicação, qualquer pai pode aceder fácil e gratuitamente ao comportamento, assiduidade e empenho do seu filho, através do seu 'smartphone'.

A caderneta digital vai incluir, além de toda a informação que a atual caderneta em suporte físico disponibiliza, dados sobre horários escolares, recados sobre notas dos alunos, avisos sobre o dia dos testes, relatórios de assiduidade, calendários sobre atividades curriculares, e todos os avisos e ocorrências que sejam pertinentes.

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Os alunos da escola básica da Tojosa, São Vicente do Paul, plantaram 10 freixos e cinco pinheiros mansos junto à antiga Ponte Romana sobre o rio Alviela, perto da fronteira entre os concelhos de Santarém e da Golegã.

Esta ação, inserida no projeto “Reabilitar Troço a Troço” (RTT) da Equipa Multidisciplinar de Ação para a Sustentabilidade (EMAS) da Câmara de Santarém, contou com mais de 120 participantes, entre os quais alunos da Escola Técnica e Profissional do Ribatejo (ETPR) que envolvidos no projeto Erasmus + “Green School, Green Future”.

Estes estudantes de Portugal, Itália, Suécia, Grécia, Polónia e Turquia fizeram “uma faxina e estacaria de Salgueiro, enquanto técnica de engenharia natural, na margem direita do rio Alviela”, explica uma nota de imprensa da Câmara de Santarém, que acrescenta que a vereadora Inês Barroso e Ricardo Costa, presidente da União de Freguesias de São Vicente do Paul e de Vale de Figueira, também deram uma ajuda nesta ação de reabilitação.

A iniciativa inseriu-se ainda nas “comemorações do dia da floresta autóctone, e teve como objetivo repor algumas espécies plantadas no troço reabilitado em 2015, tendo em conta que um rebanho tem sucessivamente ruído as árvores plantadas e houve necessidade de as replantar”, explica a mesma nota.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves