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Economia

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A Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior (TAGUS) está a organizar uma visita para artesãos e produtores dos concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal aos dois espaços dedicados aos ofícios tradicionais no Sardoal.

A visita está marcada para o próximo dia 14 de abril, a partir das 15 horas, e vai passar pelo “Art Of – Espaço Partilhado para Artes e Ofícios”, e pelo espaço de comercialização e promoção de produtos locais, o “Cá da Terra”.

Os interessados ficarão a conhecer as instalações do “Art Of”, com uma oficina partilhada e equipada para a cerâmica, madeira e metal, ateliers, uma sala multiusos, outros espaços comuns, e os serviços, como o escritório virtual, em que é possível a domiciliação do negócio, impressões de documentos e receção de correspondência.

Num segundo momento será apresentado o Cá da Terra, assim como as iniciativas regularmente dinamizadas no espaço.

Esta atividade culminará com uma degustação de produtos locais.

As inscrições devem ser efetuadas pelo telefone da TAGUS, 241 106 000, ou na Internet em www.tagus-ri.pt.

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A papelaria “Espiga da Sorte” abriu ao público esta segunda-feira, 2 de abril, o seu segundo espaço comercial no bairro de São Domingos, em Santarém.

Ao estabelecimento original, situado na Rua Cidade de Lisboa, próximo do jardim do bairro, junta-se agora a nova loja na Avenida Marquês de Pombal, num espaço totalmente renovado pelos gerentes, Pedro Ventura e Filipa Miranda.

Além dos principais jornais e revistas da imprensa portuguesa, os clientes encontram uma ampla variedade a nível de tabacaria, artigos de papelaria, brinquedos e uma “gift shop” com muitas sugestões de prendas para ocasiões especiais.

Nesta nova “casa”, podem ainda tomar um café, enquanto tentam a sua sorte numa raspadinha.

Em termos de horário e funcionamento, está aberta de segunda-feira a sábado das 7h30 às 19h30, sem fechar para almoço, encerrando apenas aos domingos.

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A assembleia geral da Águas do Ribatejo aprovou por unanimidade uma proposta de metodologia para alteração dos estatutos e para a duplicação do capital social, que vai passar para mais de 13,7 milhões de euros, mantendo-se as percentagens de participação de cada município, sem parceiros privados.

A reunião foi realizada no passado dia 28 de março, tendo os sete municípios, segundo uma nota de imprensa da empresa intermunicipal, aprovado “o relatório de gestão e contas de 2017, cujo exercício terminou com um resultado líquido de 2.166.172 euros, depois do pagamento dos impostos”.

Os sete presidentes de câmara definiram também os passos a dar no processo de alteração dos estatutos e aumento de capital, em que as respetivas propostas serão remetidas para apreciação nas assembleias municipais de cada concelho.

“Após a apreciação nas sete assembleias, a proposta final baixa à Assembleia Geral da AR para aprovação dos novos estatutos”, explica a mesma nota.

“Este é o momento de garantirmos que a Águas do Ribatejo será uma empresa de capitais exclusivos dos municípios, reforçando um modelo de gestão adequado para um serviço público imprescindível para as 150 mil pessoas que vivem nos sete concelhos”, explicou o presidente da Assembleia Geral, Pedro Ribeiro, que representa o município de Almeirim.

Pedro Ribeiro defende a alteração dos estatutos desde a sua entrada nos órgãos sociais da Águas do Ribatejo por entender “que a entrada de privados iria alterar o modelo de gestão, com um reforço da vertente empresarial, com prejuízos para os munícipes”.

A assembleia geral fixou também que será necessária uma maioria de três quartos dos votos para alterar os estatutos ou dissolver a sociedade.

Os sete acionistas acordaram ainda que a duração do mandato dos órgãos sociais da AR será de quatro anos. Todos os representantes exercem funções sem remuneração ou qualquer senha de presença como acontece desde a entrada em funcionamento da empresa.

Francisco Oliveira, presidente do conselho de administração, em representação do concelho de Coruche, congratulou-se com os consensos obtidos na assembleia, e realçou os bons indicadores evidenciados no relatório de gestão e contas.

“Apresentamos um resultado muito interessante, com um aumento de 6,4% no volume de negócios e de 36% no resultado líquido, ou seja, mais 574 mil euros em relação a 2016”, disse o autarca, acrescentando que, no quadro da operacionalidade, a redução das perdas de água reais caiu para os 28%, e a manutenção dos indicadores de qualidade no abastecimento de água e no tratamento de águas residuais andou muito perto dos 100%.

Cerimónia de Apresentação Santarém Cup 2018