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Economia

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A nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Samora Correia terá um custo que ronda os 4,7 milhões de euros, e vai permitir eliminar as estações em fim de vida nesta freguesia do concelho de Benavente.

A ETAR de grande dimensão, segundo uma nota de imprensa da Águas do Ribatejo, será construída na Herdade de Palhavã, no Porto Alto, e serão também “construídas três novas estações elevatórias e mais de uma dezena de quilómetros de emissário e condutas para transporte do efluente a tratar”.

“O novo sistema de saneamento prevê que três das atuais ETAR sejam desativadas”, explica o mesmo comunicado, onde a empresa adianta que o concurso público para a empreitada já foi publicado em Diário da República e no Jornal Oficial da União Europeia, com um prazo de receção de propostas até 4 de setembro.

Com a sua entrada em funcionamento, “serão desativadas as ETAR de Quinta dos Gatos, Bordalo Pinheiro e Pendente 2 (Porto Alto), cujas capacidades e eficiências não são satisfatórias. Tratam-se de estações de primeira geração que estão no final da sua vida útil”, explica a empresa, acrescentando que o equipamento “será construído numa zona de charneca afastada dos aglomerados urbanos e próxima do rio Sorraia onde serão feitas as descargas das águas tratadas”.

O novo Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Samora Correia tem, nesta fase, um horizonte temporal de 30 anos e capacidade para receber o efluente doméstico produzido por uma população de 18.550 pessoas dos aglomerados populacionais de Arados, Porto Alto e parte de Samora Correia.

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A Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior - TAGUS – está a promover sessões de esclarecimento sobre o concurso de ideias “MoovIdeias” junto da população desempregada dos concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal.

Cerca de 60 cidadãos que, de momento, não têm qualquer ocupação profissional compareceram nesta ação, realizada no passado dia 31 de julho.

Esta iniciativa “teve por intuito apresentar a estratégia de promoção do empreendedorismo no Médio Tejo, para ajudar potenciais interessados a desenvolver as suas ideias, dotando-os de ferramentas que permitam verificar se as mesmas podem resultar em projetos sustentáveis”, explica uma nota de imprensa da TAGUS, que acrescenta que o “MoovIdeias” pretende “ajudar os empreendedores a abordar de forma inovadora o seu negócio, em questões ligadas à análise dos riscos, validação do potencial das ideias junto de clientes, identificando o público-alvo, os fornecedores e a concorrência”.

O programa de aceleração, segundo a mesma nota, concentra-se em cinco sessões, “que irão capacitar os participantes para a construção do seu plano de negócios, onde estarão refletidas as parcerias, o financiamento e o marketing, testando a sua viabilidade”.

A TAGUS prevê fazer esse arranque, que terá a duração de cerca de dois meses, em meados de Setembro.

No final do programa, os projetos serão apresentados a um júri, que atribuirá ao primeiro classificado 40 horas de mentoria, por consultores de empresas, e haverá também prémios para os empreendedores que ficarem nos segundo e terceiro lugares.

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O Gotik Dry Gin arrecadou duas medalhas, uma de prata e outra de bronze, na 48ª edição da “International Wine & Spirit Competition”, um concurso internacional realizado em Londres.

O primeiro gin a ser produzido no Ribatejo conquistou medalha de prata na categoria “London Dry”, e a de bronze na categoria “Gin & Tônica”.

Os prémios conferidos “estão entre as mais altas honras que um produto pode conquistar na indústria de bebidas vínicas e espirituosas”, salienta um comunicado de imprensa da MVP Gin, a empresa que produz o Gotik, e que admite alterar a sua estratégia em função destas medalhas.

Gonçalo Pereira, um dos cinco sócios da empresa sedeada em Santarém, explica que “as metas estratégicas delineadas, tanto no patamar produtivo geral de curto e médio prazos, como na componente de exportação, podem vir a conhecer uma aceleração, fruto da notoriedade que o concurso granjeia entre os profissionais do setor e no mercado global”.

Recorde-se que este é o primeiro ano de engarrafamento na destilaria ribatejana, que esperava finalizar 2017 com uma produção total de 5 mil garrafas.

Para 2018, segundo o mesmo comunicado, eram apontadas 10 mil unidades e duas novas edições, um gin tipo “Casked Age” e um outro destilado, para juntar ao atual London Dry.

XTerra Golegã - Fotos Carlos Simões