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Economia

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A Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior (TAGUS) vai arrancar no próximo mês de setembro com três ações de formação financiadas, em agricultura biológica, comércio e em turismo rural.

“Cada curso tem a duração de 300 horas, em horário laboral, e são destinados a desempregados e a beneficiários do Rendimento Social de Inserção”, explica uma nota de imprensa da TAGUS, que acrescenta que “os formandos terão direito a bolsa de formação, subsídios de alimentação e transporte, podendo assim complementar o seu apoio social”.

Os interessados em participar nestas formações, desenvolvidas no âmbito do POISE - Programa Operacional da Inclusão Social e Emprego, do Fundo Social Europeu (FSE), devem inscrever-se no sítio na Internet da TAGUS (www.tagus-ri.pt) ou dirigirem-se à sua sede, situada no antigo edifício do GAT - Gabinete de Apoio Técnico, junto ao IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional de Abrantes.

“Reforçar o apoio à pequena agricultura, contribuir para o rejuvenescimento do tecido social das zonas rurais e dar resposta às necessidades de recursos humanos qualificados para o sector mais relevante da economia local, a agricultura, são as finalidades das acções de formação da TAGUS”, lê-se ainda na nota de imprensa da associação.

A DAI – Sociedade de Desenvolvimento Agro-Industrial, empresa refinadora de açúcar com sede em Coruche, está às portas da liquidação após o Tribunal de Santarém aceder ao pedido de um dos 100 trabalhadores da empresa e ter nomeado Pedro Proença, que também é o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, para administrador judicial provisório empresa.

Segundo o "Jornal de Negócios", que avança a notícia, Após o falhanço do plano de recuperação aprovado há ano e meio, a DAI, parada há mais de três anos, depois de ter acumulado dezenas de milhões de euros de prejuízos, foi comprada em Abril por um grupo egípcio, mas deverá seguir para liquidação.

Em declarações ao mesmo jornal, o presidente da Confederação de Sindicatos da Indústria, Energia e Transportes (Cofesint), Luís Gonçalves, explicou que o grupo egípcio ACE Group tinha chegado a acordo com 90% dos trabalhadores, aos quais iria pagar esta semana 2,4 milhões de euros por cessão dos seus créditos, mas, com esta nomeação judicial, o negócio vai por água abaixo.

A DAI foi constituída em março de 1993, envolvendo um investimento global de 80 milhões de euros. Começaria a laborar em julho de 1997, numa área de 290 mil metros quadrados instalada num terreno de cerca de 75 hectares, criando cerca de 200 empregos directos e beneficiando ainda a produção dos 800 agricultores que passaram a dedicar-se à produção de beterraba.

Em dezembro 2006, com a decisão da Comissão Europeia de reduzir fortemente as quotas e os apoios a esta cultura, foi obrigada a refinar exclusivamente açúcar bruto de cana, o que obrigou a um investimento de12 milhões de euros.

Em abril de 2015, o excesso de oferta no mercado e a consequente baixa do preço do açúcar levaram a empresa a uma situação financeira cada vez mais complicada, entrando em "lay-off", por 3 meses, em março de 2016. Findo este período, os trabalhadores suspenderam os contratos de trabalho.

A 12 de Setembro desse ano, a DAI entra em Processo Especial de Revitalização (PER), com dívidas de 5.4 milhões de euros a um total de 222 credores.

Veja a notícia do Jornal de Negócios AQUI.

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A Associação Empresarial da Região de Santarém está a ajudar as empresas da região nos seus processos de candidatura ao “SI2E - Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego”, um programa que visa apoiar de forma simplificada pequenos investimentos empresariais de base local.

“O período de candidaturas a este apoio foi reaberto, para os territórios de intervenção da APRODER e CHARNECA RIBATEJANA, podendo as empresas com investimentos nestas regiões submeter os seus projetos até 12 de outubro, explica uma nota de imprensa da Nersant, que, ao longo do último mês, realizou várias sessões de esclarecimentos sobre este e outros sistemas de incentivos no distrito de Santarém.

“O SI2E pretende estimular o surgimento de iniciativas empresariais e a criação de emprego em territórios de baixa densidade e por essa via promover o desenvolvimento e a coesão económica e social do país”, acrescenta a mesma nota, que explica que o sistema de incentivos financia investimentos até 100 mil euros, sendo condição obrigatória a criação de postos de trabalho.

Na região, segundo a Nersant, as candidaturas poderão ser apresentadas a duas entidades distintas, tendo em conta a localização do investimento a realizar; “à APRODER, candidatam-se projetos dos concelhos de Azambuja, Cartaxo, Rio Maior e Santarém, e à CHARNECA RIBATEJANA devem ser submetidos os projetos dos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche, Golegã e Salvaterra de Magos”.

As empresas interessadas podem contactar a associação através dos contactos Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou 249 839 500.

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis