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Economia

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IMAGEM DE ARQUIVO / ILUSTRATIVA

O II Fórum da Inovação e Empreendedorismo, que vai decorrer em Santarém nos dias 29 e 30 de novembro, tem já confirmadas as participações de mais de 170 empreendedores da região do Ribatejo que criaram o seu negócio nos últimos dois anos.

O evento, organizado pela Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) vai dividir-se entre o Convento de S. Francisco e a Startup Santarém, onde haverá espaços de exposição para os empreendedores ribatejanos apresentam o seu negócio, e uma mostra do ecossistema empreendedor da Nersant, com a presença de todos os intervenientes e parceiros que dinamizam o mesmo, bem como uma exposição de tecnologias e novos processos, num total de 70 novas tecnologias e processos apresentados, oriundos de mais de uma dezena de entidades do sistema cientifico e tecnológico.

Para além da atividade central - a exposição dos empreendedores do Ribatejo - o evento apresenta ainda atividades complementares e paralelas, como a realização de brokerage tecnológico, uma sessão sobre Indústria 4.0 e uma outra sobre Inovação e Sustentabilidade, no dia 29 de novembro.

No dia 30, realizar-se-á uma sessão de Fomento do Empreendedorismo, um Atelier de Criatividade, uma sessão de apresentação de 20 startups Made in Ribatejo e a cerimónia de encerramento do projeto Ribatejo Empreende.

O encerramento vai contar com a participação daSecretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann, a presidente da direção da Nersant, Maria Salomé Rafael, e com o presidente da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves.

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RITA NARCISO NA WEB SUMMIT

Rita Narciso, uma jovem natural da freguesia de Alcoentre, no concelho de Azambuja, é uma das caras de um projeto pioneiro em Portugal na área do estacionamento - o WePark. A ideia é simples e tem como conceito principal ajudar os condutores na altura de estacionar, sobretudo em zonas onde essa tarefa não é fácil.

Disponível na zona de Lisboa, o WePark surgiu de uma necessidade real e tem como missão melhorar a experiência de condução nos grandes centros urbanos, tornando-a mais cómoda para o condutor e eliminando desperdícios de tempo.

Consiste numa aplicação para telemóvel que oferece um serviço personalizado para o estacionamento de veículos, permitindo aos utilizadores reservar um motorista para estacionar e devolver os seus carros.

A ideia do projeto é de Rita Narciso que, em equipa com as suas colegas Gabriela Pereira e Mafalda Oliveira, todas elas Mestres em Engenharia Biomédica pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, decidiram avançar e testar o conceito.

Venceram o prémio “Brisa Mobilidade 2017”, no âmbito da 7ªedição do Concurso Nacional “Montepio – Acredita Portugal”, e as primeiras semanas de atividade têm sido muito encorajadoras.

"Terminado mais um fim de semana da prova de conceito da WePark, os resultados não podiam ser melhores: o número de clientes continua a aumentar! Vais jantar na zona do Bairro Alto no próximo fim-de-semana? Ganha tempo e reserva um motorista para estacionar o carro por ti. E ganha ainda um desconto vitalício!", pode ler-se na página da WePark no facebook numa publicação de 20 de novembro.


O Governo, através do Ministério do Ambiente decretou esta quarta-feira, 22 de novembro, a cessação compulsiva da atividade de secagem de bagaço de azeitona na emprea Centroliva, com sede em Vila Velha de Ródão, considerada há muito uma das principais poluidoras do rio Tejo.

A cessação foi decretada depois de detetadas descargas de águas pluviais contaminadas provenientes da empresa, que se dedica à produção de energia elétrica a partir da combustão de biomassa (bagaço de azeitona e resíduos florestais).

Em comunicado, o Ministério esclarece que a 4 de novembro, na sequência de uma ação de inspeção realizada pela Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, foi verificada a descarga de águas pluviais contaminadas, provenientes da Centroliva, tendo sido feitas duas novas inspeções estas segunda e terça-feiras, que, por a situação persistir, levou à cessação compulsiva da atividade de secagem de bagaço de azeitona, desenvolvida por esta empresa, sem que para tal fosse detentora de licença válida.

A decisão implica igualmente um conjunto de medidas onde se inclui a cessação imediata de toda e qualquer receção e armazenamento de bagaço de azeitona na lagoa junto à Unidade de Secagem.

A empresa tem ainda de enviar, no prazo de cinco dias úteis, um plano calendarizado de remoção e encaminhamento dos produtos contidos na lagoa e outro plano, este para a remoção de águas ruças.

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