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Economia

ranking empresas

Santarém, Ourém e Benavente são os três concelhos do distrito que mais empresas criaram no ano de 2016, representado, em conjunto, mais de um terço (37,61%) do total de empresas criadas na região.

Os números são da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), que analisou o ranking de criação de sociedades do distrito de Santarém e concluiu que Santarém criou 177 sociedades, Ourém 116 e Benavente 100. Destaque também para Torres Novas, que aparece em 4.º lugar do ranking, com 95 sociedades criadas, logo seguida por Tomar, com 77 sociedades criadas.

Empatados em 6.º lugar estão os concelhos de Salvaterra de Magos e Almeirim, com 59 sociedades criadas, mais uma que a cidade de Abrantes, que se encontra, neste ranking, em 7.º lugar.

Do lado oposto, Constância e Sardoal são os concelhos que menos empresas criaram em 2016.

 

CONCELHO %
SANTARÉM 177 16,94%
OURÉM 116 11,10%
BENAVENTE 100 9,57%
TORRES NOVAS 95 9,09%
TOMAR 77 7,37%
ALMEIRIM 59 5,65%
SALVATERRA 59 5,65%
ABRANTES 58 5,55%
RIO MAIOR 57 5,45%
CARTAXO 55 5,26%
ENTRONCAMENTO 42 4,02%
CORUCHE 32 3,06%
ALCANENA 28 2,68%
ALPIARÇA 17 1,63%
GOLEGÃ 16 1,53%
CHAMUSCA 15 1,44%
MAÇÃO 14 1,34%
BARQUINHA 12 1,15%
FERREIRA ZÊZERE 10 0,96%
CONSTÂNCIA 4 0,38%
SARDOAL 2 0,19%

entroncamentoempcooperativo

O “CoopJovem”, um programa de apoio ao empreendedorismo cooperativo, vai ser apresentado no próximo dia 19 de janeiro, às 11 horas, na “Academia do Saber”, no edifício da antiga Escola Básica nº 4 do Entroncamento.

O programa tem como destinatários jovens “NEET”, ou seja, que não estão nem a trabalhar, nem a estudar ou a frequentar qualquer tipo de formação, com idades entre os 18 e os 29 anos, e que possuem o 9º ano de escolaridade.

O “CoopJovem” visa apoiar os jovens na criação de cooperativas, facilitando a criação do próprio emprego e a definição do seu trajeto de vida, numa cultura solidária e de cooperação.

O programa é promovido e executado pela CASES - Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, e é integrado no Plano Nacional de Implementação de uma Garantia Jovem (PNI-GJ).

agrocluster suica

O Agrocluster Ribatejo esteve em Genebra, na Suíça, durante o mês de novembro, onde organizou uma mostra de produtos direcionada exclusivamente para profissionais daquele mercado da Europa central, e os resultados já se fizeram sentir.

Numa recolha de informação junto das empresas que estiveram na Suiça, os responsáveis do Agrocluster ficaram a saber que três das empresas participantes já concretizaram efetivamente negócios.

"Mesmo antes de terminar o evento já estava receber pedidos de contacto que depressa se transformaram em encomendas", disse Bruno Pinelas, da empresa Eduardo Loureiro, Lda., em relação à mostra de Genebra. Beatriz Caseiro, da empresa Leonor Concept Lda., afirmou ainda em relação ao mesmo evento, que "a realização desta mostra se revelou um excelente investimento. Além de ter originado uma nota de encomenda imediata após o evento, trouxe-nos um novo leque de clientes qualificados na Suíça, que estamos certos trará mais encomendas no médio prazo", fez saber a profissional.

Quem também já concretizou negócios na sequência da mostra à Suíça foi a Unique Portuguese Taste, Lda. De acordo com empresário Manuel Rosa, "a realização da mostra promocional à Suíça foi de grande importância para a nossa empresa e muito benéfica para o nosso negócio. Foi de facto mais um passo importante para a internacionalização da nossa marca e produtos”, constatou.

Mas os esforços de internacionalização do Agrocluster não se ficam por aqui. A estratégia de apoio às suas empresas associadas no que diz respeito aos mercados internacionais é contínua, pelo que o cluster continua a realizar constantemente ações de apoio à internacionalização, quer em território nacional, quer em território estrangeiro.

 

Agrocluster apresentou azeites a trading portuguesa

O Agrocluster organizou também, a 4 de janeiro, em Torres Novas, um encontro entre uma trading (plataforma de compra e venda) portuguesa de produtos alimentares e três empresas produtoras de azeite.

"O objetivo destas reuniões é estabelecer contactos de forma a iniciar possíveis negócios, colocando azeite em diversos países, tais como França, Polónia, Colômbia e México", revelou a responsável, Isabel Marques, que se mostrou bastante agradada com o acolhimento do Agrocluster e com os produtos que teve oportunidade de conhecer.

Os azeites das empresas Diterra – Comércio Agro-industrial, Lda., Divinis SA e Jerónimo Pedro Mendonça de Abreu Lima, foram os produtos apresentados a esta empresa, que tem como objetivo procurar exatamente o tipo de produtos que os seus clientes no estrangeiro lhes demandam.

O mesmo tipo de abordagem está já a ser trabalhada pelo Agrocluster para o mercado do Brasil. Tendo em conta o interesse de uma trading de Salvador em adquirir queijos, enchidos, azeites e vinhos, o Agrocluster efetuou já um levantamento junto das suas empresas associadas, tendo enviado a informação das mesmas, bem como dos seus produtos e marcas, para a trading brasileira. Na próxima semana, seguirão os produtos para o Brasil.

Desert Challenge 2017