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Economia

alcanhoes central-fotovoltaica

A Hyperion Services, Unipessoal Lda, uma empresa de prestação de serviços de consultoria, assessoria, engenharia e gestão de projectos no âmbito de empreendimentos para produção de energia a partir de fontes renováveis, está a tentar licenciar uma central fotovoltaica em Alcanhões, no concelho de Santarém.

Com um total de 70.180 painéis fotovoltaicos de silício policristalino, a unidade terá uma potencia total instalada de 20.001 kWp e ficará situada numa zona entre a vila de Alcanhões e o Rio Tejo, no limite com a União de Freguesias de São Vicente do Paul e Vale de Figueira.

A planta de localização do projeto da Hyperion (El 2.0/1485 - Lic. 1491) está atualmente em fase de consulta pública na Direção Geral de Energia e na Câmara de Santarém.

Os interessados em pronunciar-se têm dez dias úteis para apresentar todas as sugestões e/ou reclamações contra a aprovação deste projeto, o que poderá ser feito num dos locais acima mencionados.

O CENFIM – Núcleo de Santarém vai iniciar ações de formação gratuita nas áreas de Ligística (50 horas), Primeiros Socorros (25 horas), Higiene e Segurança no Trabalho - Cartão Segurcard (25 hora) e Liderança e Trabalho em Equipa (25 horas).

Os interessados em inscrever-se ou obter esclarecimentos devem fazê-lo através do telefone 243 326676 ou e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .

A presidente da Câmara de Rio Maior, Isaura Morais, confirmou esta segunda-feira, 15 de janeiro, à agência Lusa, que a farmacêutica Generis vai investir 15 milhões de euros numa unidade de embalamento em Rio Maior, que irá criar mais de uma centena de postos de trabalho.

À mesma fonte, a autarca revelou que o contrato-promessa de compra e venda de 11 lotes (8,8 hectares) de terreno no Parque de Negócios já foi assinado, sendo expectativa que a construção da nova unidade se inicie em setembro.

Segundo a Lusa, o primeiro passo será a alteração do Plano de Pormenor do Parque de Negócios de Rio Maior, para converter os 11 lotes num único, processo já aprovado pelo executivo municipal e que terá uma equipa a trabalhar com as várias entidades, nomeadamente a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, para que seja célere, adiantou.

A Câmara de Rio Maior, que detém cerca de 26% do capital social da empresa que gere o Parque de Negócios, a Depomor, irá isentar a empresa “de alguns impostos municipais”, decisão aprovada na última reunião da Assembleia Municipal.

 

Santarém tentou mas chegou tarde

Além de Rio Maior, também a Câmara de Santarém tentou atrair a Generis para o concelho. O assunto foi levantado na última reunião do executivo municipal de Santarém pelo vereador Rui Barreiro (PS), tendo o presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves (PSD), respondido que teve "duas ou três reuniões" com os promotores mas que não foi possível reverter a escolha de Rio Maior, que estava decidida "desde a primeira hora".

"O nosso objetivo não é só trazer empresas novas. Há que dar condições às que já cá estão", disse Ricardo Gonçalves, avançando que há empresas do concelho a preparar "grandes investimentos".

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