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Economia

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O jardim das Portas do Sol vai acolher a 2ª edição do “Santarém Street Food” no próximo fim-de-semana, entre os dias 28 e 30 de julho, num evento que pretende repetir o sucesso de 2016, e que é complementado este ano por um festival de música, o “SoundSetFest”.

No total, o certame gastronómico vai acolher 12 carrinhas de comida de rua, com sabores de Portugal, Estados Unidos, Bélgica, Hungria, Turquia e Holanda, entre outros países.

Os visitantes poderão encontrar desde torricados, choco frito e sandes de porco e queijo da serra, no que se refere às propostas lusas, até aos tradicionais “hot dogs” e “chicken & chips” americanos, passando pelos kebab’s e crepes franceses, num certame onde a variedade na oferta promete não faltar.

“Queremos repetir o sucesso do ano passado, em que apareceu muita gente e tivemos filas enormes, mesmo com as noites bastante frias”, sublinhou Maria João Botas, da “Street Food on Tour”, durante a conferência de imprensa de apresentação do certame, que decorreu esta segunda-feira, 24 de julho.

O tema – “comidas do mundo” – surge “porque percebemos que tínhamos que ter uma oferta mais diversificada”, explicou a mesma responsável, na esperança de que a afluência de público atinja os números de 2016.

Ao longo dos três dias, o certame gastronómico vai ser complementado por aulas de yoga, animação desportiva para crianças, palhaços e o “SoundSetFest”, que se divide em duas sunset parties, nos dias 28 e 29 de julho.

Organizado pela associação cultural “Em Nome da Rosa”, uma entidade sem fins lucrativos que tem por objetivo a promoção de eventos artísticos na cidade, o festival vai contar com as atuações de Pedro Salvador, Joana Guerra e El Sur na sexta-feira, e de Mood Board, Quarto Escuro, 24 Robbers e Stomping at Six no sábado.

“O estilo de música que vamos trazer combina na perfeição com o conceito de street food, num cenário incrível como o das Portas do Sol”, sublinhou Catarina Pita Soares, da associação “Em Nome da Rosa”

Realizados com o apoio da Câmara de Santarém, o “Santarém Street Food” e o "SoundSetFest" fazem parte da programação oficial do “Verão In.Str é um Espanto”.

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“Rocket Farm”, um projeto de Filipe Marques, que se centra no desenvolvimento de soluções sustentáveis do ponto de vista energético para a horticultura de precisão, foi o vencedor da 2ª edição do “Ribatejo Empreende”, um concurso de ideias de negócio promovido pela Nersant.

O júri, que reuniu no passado dia 12 de julho na Start Up de Santarém, atribuiu a medalha de prata ao projeto “Spirulina”, de David Graça, que se centra no desenvolvimento de uma bactéria extremamente nutritiva para a alimentação humana e animal, e o terceiro lugar ao projeto “Cultural Emotions”, focado em soluções de massificação da divulgação e apresentação do património cultural através criação de espaços museológicos móveis altamente inovadores, desenvolvido por Cláudio Monteiro.

Esta segunda edição contou com 22 projetos candidatados, nas áreas da “agricultura, agroindústria, alimentação e floresta”, “património, indústrias culturais e criativas e turismo”, “energia e mobilidade inteligente e tecnologias ao serviço da qualidade de vida”, “soluções industriais sustentáveis”, e “tecnologias e serviços especializados da economia social”.

O júri desta edição foi composto por Manuel Laranja, docente no ISEG e especialista em inovação, António Fonseca Ferreira, antigo presidente da CCDR Lisboa e Vale do Tejo, António José Mendes Batista, Presidente da Associação Nacional de Direito ao Crédito, e Pedro Félix, vice-presidente da comissão executiva da Nersant.

fabrica papel prado

Os trabalhadores da Fábrica de Papel do Prado, de Tomar, foram recebidos esta quarta-feira, 19 de julho, pela Câmara Municipal de Tomar, numa reunião onde solicitaram ao executivo municipal apoio para evitar a insolvência da empresa e a salvaguarda dos seus direitos.

A deslocação surgiu na sequência de um plenário de trabalhadores convocado pelo sindicato (SITE CSRA), onde foi consensualmente defendido pelos trabalhadores a importância da manutenção dos 70 postos de trabalho, assim como a necessidade de serem tomadas medidas que salvaguardem o património da empresa de forma a que este não seja descapitalizado, prejudicando os trabalhadores.

Os trabalhadores manifestaram, ainda, a sua incompreensão com a decisão da administração da Prado de solicitar a insolvência daquela unidade industrial centenária, uma vez que a empresa já facturou mais de 1 milhão de euros em 2017, produz um produto único, possui um vasto leque de clientes e por estar a trabalhar em pleno até ter sido comunicada a decisão de insolvência.

Na reunião, além dos representantes do sindicato e dos trabalhadores estiveram a presidente da autarquia, Anabela Freitas, o vice-presidente, Hugo Cristóvão, e o vereador da CDU, Bruno Graça.

XTerra Golegã - Fotos Carlos Simões