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Economia

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A Casa do Brasil em Santarém vai acolher um seminário sobre eficiência energética em sistemas de saneamento básico no próximo dia 20 de setembro.

Esta iniciativa, promovida pela Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) com o apoio das Águas de Santarém, vai contar com a participação de diversas entidades gestoras de água e saneamento de todo o país.

Um dos temas centrais será “o equilíbrio sustentável na gestão do setor da água”, explica uma nota de imprensa da organização deste seminário, que pretende ser palco de “uma reflexão sobre o setor energético em Portugal e as repercussões da energia na drenagem e tratamento de águas residuais”.

Durante o dia, segundo o mesmo documento, será alargado o debate entre “entidades gestoras e o setor da energia, no sentido de minimizar os consumos energéticos e maximizar as possibilidades de produção de energia nos sistemas de saneamento básico”.

Este ponto poderá permitir delinear uma estratégia de eficiência energética a ser aplicada em sistemas de bombagem e Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR’s).

coviran

A cooperativa espanhola Coviran abriu quatro novos supermercados em Portugal, um deles no distrito de Santarém, que permitiram criar 24 postos de trabalho.

No caso de Santarém, o supermercado Coviran é Parfruticarne, situado em Caxarias, no concelho de Ourém. Com uma sala de vendas de 148 metros quadrados, o supermercado conta com as secções de talho, charcutaria, frutaria e padaria. Os clientes dispõem ainda de um parque coberto para aceder facilmente ao estabelecimento.

A Coviran é uma empresa de distribuição alimentar constituída por 3.300 supermercados e 2.775 sócios retalhistas independentes deste setor e emprega 14.926 trabalhadores, dos quais mais de 1.600 em Portugal.

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Os trabalhadores da Sumol+Compal de Almeirim vão aderir à greve de dia 29 de agosto em solidariedade com os trabalhadores de Leiria, Pombal e Póvoa pela atualização do salário mínimo nacional.

Segundo um comunicado do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (Sintab), os funcionários da Sumol+Compal "determinaram em plenário uma concentração à porta da empresa, em luta contra a administração, que desrespeita o aumento do salário mínimo nacional e que não negoceia com o sindicato o caderno reivindicativo apoiado pelos trabalhadores".

"Descobrimos que a empresa, nas unidades de Pombal e de Leiria, pratica salários abaixo do salário mínimo nacional e que pratica valores de 545 euros e de 551 euros", afirmou à Agência Lusa Rui Matias, do Sintab, explicando que a Sumol+Compal tem "uma engenharia financeira" para "justificar e uma ilegalidade".

O dirigente sindical acusa a empresa de "camuflar esta situação de forma ilegal com um suposto subsídio que paga aos trabalhadores" e de considerar que o salário e o subsídio juntos superam o valor do salário mínimo, tendo acrescentado que já foram entregues provas à Autoridade Para as Condições no Trabalho (ACT).

Rui Matias adiantou ainda que outro dos motivos na origem do protesto é "a falta de diálogo que a empresa revela", já que não tem estado disponível para negociar o caderno reivindicativo do sindicato, cujas exigências incluem aspetos como "o fardamento, os aumentos salariais e as categorias profissionais".

Futebol: Jogo Coruchense x Mondenense | Fotos: João Dinis