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Categoria: Economia

A DAI - Sociedade de Desenvolvimento Agroindustrial, com sede em Coruche, foi a leilão esta sexta-feira, 7 de dezembro, mas os 2,4 milhões de euros conseguidos não chegam para pagara dívida aos trabalhadores.

Declarada insolvente em setembro, a fábrica, que fazia refinação de açúcar, foi a leilão por um preço de 8,1 milhões de euros (1,6 milhões para os bens móveis e 6,5 milhões para os imóveis), mas a oferta máxima para os bens imóveis foi de três milhões de euros, rejeitada pela maioria dos membros da comissão de credores.

Já os bens móveis acabaram por render cerca de 2,4 milhões de euros, ainda assim abaixo do valor em dívida aos trabalhadores, principais credores, que ronda os 3 milhões, a que acrescem mais cerca de 5 milhões à banca e fornecedores.

A comissão de credores irá agora decidir se o prédio urbano e o prédio mistoo serão alvo de novo leilão ou de oferta em carta fechada. Só quando o processo for completamente encerrado, o juiz do Tribunal de Comércio de Santarém decidirá a distribuição da verba angariada pelos credores.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves