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Categoria: Economia

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Melhorar o estado de conservação do património natural, promover o conhecimento do valor do património natural e fomentar a apropriação dos valores naturais e da biodiversidade são os três eixos estratégicos da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, que se encontra em consulta pública até 31 de julho de 2017.

O plano foi apresentado pelo governo no Centro Ciência Viva do Alviela, em Alcanena, numa cerimónia em que marcou presença o ministro do Ambiente, José Pedro Matos Fernandes, e a secretária de Estado do Ordenamento do Território, Célia Ramos.

Na sua intervenção, o ministro “realçou a importância de uma gestão próxima nas áreas protegidas que não são de reserva integral, feita em parceria com atores locais e associações ambientalistas”, segundo uma nota de imprensa da Câmara de Alcanena.

José Pedro Matos Fernandes afirmou que nestes territórios, que se distinguem pelos seus valores naturais, a "conservação" tem que se "conjugar" com o verbo "valorizar", pois "não é razoável" que as áreas protegidas tenham perdido, na última década, 20% da população, o dobro da perda registada no interior do país.

O auditório do Centro de Ciência Viva foi depois palco de um debate sobre a estratégia, com a participação de Ângela Morgado, coordenadora da Coligação C6, Paulo Magalhães, presidente da Comissão Instaladora da Casa Comum da Humanidade, Sofia Silveira, do Conselho Diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e Pedro Norton de Matos, mentor e organizador da Greenfest, com moderação de José Vítor Malheiros.

Futebol: Jogo Coruchense x Mondenense | Fotos: João Dinis