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Desporto

santaremHCSpatinador6lugar

O scalabitano João Reis, do Hóquei Clube de Santarém (HCS), classificou-se em 6º lugar no último Campeonato da Europa de Patinagem Artística, que decorreu entre os dias 28 de julho e 6 de agosto, na cidade italiana de Roana.

O jovem, que alcançou este resultado no escalão de cadetes, fez parte da seleção nacional que arrecadou um total de 15 medalhas, entre as quais seis de ouro, outras tantas de prata e três de bronze.

Refira-se que quase todos os atletas que representaram as cores lusas alcançaram lugares dentro do “top10”.

O próximo desafio da seleção será no Campeonato do Mundo em Nanjing, na China, e a Taça da Europa em Tomar.

paulo filipe santos01

Paulo Filipe Santos, natural de Aldeia da Ribeira, freguesia de Alcanede, no concelho de Santarém, sagrou-se este sábado, 12 de agosto, campeão do Mundo de Cross Country (BTT) na categoria 30/35, nos jogos mundiais para polícias e bombeiros, um evento bienal que se disputa desde 1985, e que este ano se realizou em Los Angeles, nos Estados Unidos da América.

paulo filipe santos02O atleta ribatejano, de 30 anos, que no ano passado já se tinha sagrado campeão da Europa de Duatlo nos VI Jogos Europeus de Policias e Bombeiros, que se realizaram em Espanha, conquista assim um novo triunfo de grande relevo internacional.

“É com imenso orgulho que recebi hoje a medalha de ouro”, disse Paulo Filipe Santos no seu facebook, feliz pelo título e por fazer parte de uma comitiva portuguesa que “era mínima mas com a garra que nos distingue amealhamos algumas medalhas”.
Paulo Filipe Santos, ex-bombeiro em Alcanede e ao serviço do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa desde 2010, deu os primeiros passos no desporto na Associação Desportiva de Aldeia da Ribeira (ADAR) e atualmente representa a equipa Róódinhas/Santos Silva.

andre luis treinador

Com o Nível II de treinador, André Luís, de 34 anos, vai, pela primeira vez, depois de ter sido campeão distrital de Santarém, assumir a responsabilidade de dirigir a equipa do coruchense em provas nacionais, mais concretamente no campeonato Portugal Prio.

 

RR - Treinador há poucos anos, vai agora, pela primeira vez, treinar uma equipa numa competição nacional. Está preparado para isso? Como encara tal responsabilidade?

AL - Esta será a minha 7ª época. Sinto-me preparado para este desafio. Mesmo já tendo a possibilidade, no passado recente, de treinar numa competição de nível nacional, optei na altura por dar outros passos que achava mais importantes para a minha carreira. Tudo tem acontecido na altura certa e tenho a certeza que este será mais um passo e mais uma etapa que irei superar com sucesso. A responsabilidade é máxima, mas acredito que a minha competência e a das pessoas que trabalham comigo também o é.

 

RR - Qual a meta que pretende atingir, como treinador?

AL - Obviamente que tentarei chegar o mais longe possível e, nessa linha de pensamento, tentarei chegar a ligas profissionais. No imediato, e sabendo como é difícil chegar a esses patamares, será estabilizar no campeonato nacional de seniores e evitar dar passos atrás, e se os der que sejam bem ponderados e com perspetivas de evolução de carreira.

 

RR - O grupo de trabalho reforçou-se bem? As posições estão todas preenchidas ou ainda falta algum reforço?

AL - Sendo a ideia inicial manter cerca de 80% do plantel da época anterior e mesmo não conseguindo essa percentagem por vários motivos - ainda assim conseguimos ficar com 60% da época transata - reforçámos a equipa com jogadores que nos pudessem dar mais profundidade ao plantel em qualidade e quantidade. Visto sabermos bem as características que pretendemos do jogador para os lugares que pretendemos preencher fica mais fácil identificar, mas é uma divisão onde existem muitas equipas, é uma divisão que antecede os campeonatos profissionais, é uma divisão que tem muita oferta e, ao mesmo tempo, muita procura. Por tudo isso, e se formos minuciosos e tendo em conta a realidade do clube, não é fácil chegarmos ao tipo de jogador que queremos. Acima de tudo queremos chegar à primeira jornada com tudo praticamente definido em termos de plantel.

     

RR - Qual o objetivo que o Coruchense tem para esta época, tanto no campeonato como na Taça de Portugal?

AL - O primeiro grande objetivo do GD Coruchense passa por alcançar a manutenção e isso, por si só, já vai ser tremendamente difícil. Após a reformulação que houve no campeonato, onde de 16 equipas descem 6, ficar a meio da tabela é quase o mínimo, mas temos ambição de fazer uma surpresa e, se conseguirmos chegar e ter a possibilidade de trazer alguns jogadores de qualidade assinalável juntando aos que já se encontram connosco, arrisco mesmo a dizer que podemos ainda fazer mais. Em relação à Taça de Portugal, temos a ambição de chegar o mais longe possível e termos a possibilidade de chegar a eliminatórias que nos possibilitem defrontar uma equipa da 1ª Liga e, a partir daí, é deixarem-nos sonhar.

 

andre luisRR - Quando treinador do SL Cartaxo (AF Santarém) esteve mais de um ano sem perder em casa. Como analisa tal facto?

AL - Foi um feito importante que, acima de tudo, nos ajudou em termos desportivos e de dinâmica de grupo e até de clube. Consolidámos um grupo de trabalho formado na sua larga maioria por jogadores formados no clube e, logicamente, isso teve uma influência tremendamente grande e não tenho dúvidas que foi esse o nosso grande aliado.

 

RR - Começou a treinar cedo. Porquê?

AL - Comecei a treinar relativamente cedo, é um facto, tinha 28 anos. Na verdade sempre pensei em ser treinador depois de deixar de jogar e se existisse essa possibilidade. Sempre me interessei pelo treino e sempre questionei os treinadores que ia apanhando tentando saber o porquê dos exercícios. Entretanto, ia guardando grande parte deles. Tudo se precipitou por ter tido uma série de lesões muito graves no espaço de três anos, e aquando da última, surgiu o convite, um pouco inesperado, para treinar os juniores do SL Cartaxo, ao qual eu respondi prontamente que sim. Após tantas lesões, via ali uma grande oportunidade de continuar ligado ao futebol e, ao mesmo tempo, de sempre acreditar e ver ali uma possibilidade de carreira.

 

Grácio dos Santos

Operações de busca e resgate aquático - Fotos João Dinis