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Paulo Gonçalves, o assessor jurídico do Benfica detido esta terça-feira, 6 de março, por suspeitas de corrupção, no âmbito de uma investigação da Polícia Judiciária, foi detido, segundo a estação televisiva SIC, na sua casa situada na Póvoa de Santarém.

A detenção foi feita pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da PJ e em causa estão eventuais crimes de corrupção ativa e passiva, acesso ilegítimo, violação de segredo de justiça, falsidade informática e favorecimento pessoal.

Sem confirmar o nome dos detidos ou o local da sua detenção, a PJ explica que a "operação e-topeira" envolveu cerca de 50 elementos da Polícia Judiciária, um juiz de instrução criminal e dois magistrados do Ministério Público, tendo sido realizadas trinta buscas nas áreas do Porto, Fafe, Guimarães, Santarém e Lisboa que levaram à apreensão de relevantes elementos probatórios.

Além de Paulo Gonçalves, terá também sido detido um técnico de informática do Ministério da Justiça e outras pessoas deverão igualmente ser constituídas arguidas.

Segundo a revista "Sábado", o assessor jurídico do Benfica "é suspeito de ter subornado três funcionários judiciais para obter informações acerca de processos relacionados com o caso dos e-mails", em que os encarnados e os seus dirigentes são investigados por corrupção desportiva, num alegado esquema com árbitros e observadores dos mesmos.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves