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Cultura

As Festas de S. José, em Santarém, realizam-se este ano entre os dias 15 e 19 de março (quinta a segunda-feira).

O programa oficial ainda não foi revelado mas além da evocação e comemoração de tradições antigas, as festas terão a habitual animação com tasquinhas, campinos, touros, artesanato, música e folclor, entre muitas outras atividades.

O Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja (RFCCA) e o Rancho Infantil “Tradicionais Rapazes da Grade e Raparigas da Monda”, festejam este fim de semana os seus 61º e 42º aniversário, respetivamente.

A efeméride começa por ser assinalada na sexta-feira 16, pelas 21h00, com a realização de um ensaio geral, na sede do grupo, aberto a todos os atuais elementos e também aos antigos dançarinos que queiram matar saudades. No dia 17, sábado, o convívio vai ser vivido à mesa, após novo ensaio, num jantar de aniversário a ter lugar na sede da coletividade.

Para domingo, 18 de fevereiro, está marcada uma romagem ao cemitério de Azambuja, às 09h30, seguindo-se pelas 11h00 a celebração da Missa na Igreja Matriz de Azambuja, em memória dos membros do grupo já falecidos. As atividades da tarde começam às 14h30, com a receção dos grupos convidados na Junta de Freguesia de Azambuja. Pelas 15h00, terá início o desfile até ao Largo do Município, onde terão lugar as atuações.

A abertura será feita pelo Grupo Infantil de Azambuja “Os Tradicionais Rapazes da Grade e Raparigas da Monda”, seguindo-se os dois ranchos convidados – o de Alcanhões  e o “Podas e Vindimas” de Arruda dos Vinhos. A fechar, atuará o anfitrião, Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja. O encontro termina com um jantar convívio, pelas 19h00.

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O Festival Internacional de Teatro e Artes para a Infância e Juventude (FITIJ) vai juntar quatro scalabitanos de reconhecido sucesso profissional para falar sobre o lado artístico das suas profissões.

Esta conversa, intitulada “Filhos da Terra”, vai decorrer na próxima sexta-feira, 16 de fevereiro, e vai juntar médico Carlos Calado, as professoras Clara Brito e Célia Barroca, e a enfermeira Carla Ferreira.

“Este encontro tem em comum o facto de todos terem a sua profissão diária e, paralelamente, terem realizado estudos ligados a uma área artística”, explica uma nota do FITIJ, que acrescenta que “cada profissional vai apresentar os resultados das suas pesquisas e reflexões que evidenciam as características de cada área artística na sua relação com a respetiva área de trabalho”.

O neurocirurgião Carlos Calado, doutorado em Psicologia, evoca a música na dor, analisando os efeitos que os sons podem ter nestes doentes, ao passo que a professora Célia Barroca, doutorada em Ciências da Educação, analisa a expressão dramática, a história e os altos e baixos do teatro de amadores na freguesia de Riachos, concelho de Torres Novas.

A também professora Clara Brito, doutorada em Belas Arte), aborda os paradigmas que conduziram a educação artística nas disciplinas de desenho e educação visual no sistema de ensino público, e a enfermeira em saúde mental Carla Ferreira, do departamento de psiquiatria do Hospital de Santarém, falará sobre o projeto “INcluir”, em particular dos contributos da arte ao nível da ansiedade e do estigma nas pessoas com doença mental.

Santarém: Carnaval Escolar