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Cultura

Ruth Marlene, Clemente, Ferro & Fogo e os Irmãos Verdades são os principais nomes do Cartaz das festas de Manique do Intendente, no concelho de Azambuja, que se realiza entre os dias 11 e 15 de Agosto.

Organizado pela comissão de festas 2017, composta por todos os habitantes que ao longo do ano completem 35 anos e se voluntariam para o efeito, os festejos em honra de São Pedro iniciam-se na sexta-feira, logo às 19h00, com picaria e abertura do restaurante. A partir das 21h00, vai ouvir-se a música da “Banda Ideiafix” e, quando forem 23h00, sobe ao palco a primeira cabeça-de-cartaz deste ano – a cantora popular Ruth Marlene. A fechar o programa, em todos os dias da festa, abre-se o espaço de música eletrónica com DJs da especialidade.

A animação de sábado, dia 12, vai preencher a tarde com um torneio de malha às 15h00 e um momento de folclore a partir das 19h00. O baile do dia estará a cargo do Trio CZ e a segunda estrela musical do programa – o cantor Clemente – tem atuação marcada para as 23h00. O sábado termina com uma animada picaria noturna, à uma e meia da madrugada.

No domingo, às nove da manhã, irá decorrer o habitual peditório pelas ruas da vila. Por volta das 15h00 terá lugar a designada ‘recolha dos juízes de 2017’, a que se seguem as cerimónias religiosas, com uma missa e procissão em Honra de S. Pedro. Para as 19h00 está marcada a entrega da bandeira aos juízes do próximo ano. A noite de domingo vai contar com a música da “Banda Enigmus” (21h00), e do histórico grupo “Ferro e Fogo” (23h00).

No dia 14, segunda-feira, vai realizar-se o clássico almoço-convívio de cozido à portuguesa para a população. Outro clássico, com início marcado para as 17h00, será o “Circuito de Ciclismo de Manique do Intendente”, já na 46ª edição. A aposta musical continua forte neste dia com a atuação do grupo de música africana Irmãos Verdades, pelas 23h00.

Para o último dia das festas, feriado de 15 de agosto, está programado um encontro de motos e carros clássicos, com passeio matinal a partir das 10h00 e exposição depois das duas da tarde. Quem gosta de atividade física tem uma aula de zumba, às 18h00. O encerramento musical dos cinco dias de festa começa às 21h00 e terá a atuação de três bandas, Amor Terror, Malvados e Fellows Nervous.

Todas as atividades e espetáculos têm entrada livre.

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Nos primeiros sete meses de 2017, a Falcoaria Real de Salvaterra de Magos recebeu um total de 9.074 visitantes, número que ultrapassa o total de visitas de 2016, que ficou pelos 8.091.

Os números foram divulgados pela Câmara de Salvaterra, sublinhando que o ano passado já tinha sido o melhor de sempre, desde que o edifício abriu ao público em 2009.

A previsão para este ano é de termos mais de 15.000 visitantes, o que multiplica por cinco o número de visitantes que a Falcoaria teve em 2013”, lê-se num comunicado da autarquia.

Além do aumento das visitas de grupos organizadas por Juntas de Freguesia, Câmaras, centros de dia, agências de viagens, promotores turísticos, e escolas públicas e privadas, cresceram também as visitas privadas, com e sem marcação.

A este crescimento não é alheio, segundo o mesmo documento, “a decisão de alargamento do horário de funcionamento aos fins de semana, a criação de uma galeria de exposições temporárias, o registo da marca «Capital Nacional da Falcoaria» e o reconhecimento da prática da Falcoaria em Portugal como Património Cultural Imaterial da Humanidade, a 1 de dezembro de 2016, numa candidatura liderada pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos juntamente com a Associação Portuguesa de Falcoaria e a Universidade de Évora”.

Numa visita à Falcoaria Real, os visitantes podem conhecer pormenores sobre a construção do edifício e sobre a fixação da família real em Salvaterra, bom como, ao mesmo tempo, e com o acompanhamento técnico de um falcoeiro, tomar contato com as cerca de 25 aves de presa de diferentes espécies que vivem permanentemente no edifício, incluindo demonstrações diárias de alto e baixo voo.

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Ano após ano, o “Bons Sons” vai crescendo em termos de cartaz e de dimensão, tornando-se já num dos mais apelativos festivais de Verão que se realizam em Portugal.

Em apenas quatro dias, de 11 a 14 de agosto, vão passar pela pequena aldeia de Cem Soldos, no concelho de Tomar, 52 bandas nacionais, desde as consagradas até aos projetos emergentes que procuram o reconhecimento do grande público.

Mão Morta, com um espetáculo que assinala os 25 anos do lançamento de “Mutantes S21”, Rodrigo Leão, Né Ladeiras, Orelha Negra e Virgem Suta são os cabeças de cartaz de um programa recheado de boa música, para ouvir e sentir no cenário pitoresco da aldeia tomarense.

As manhãs são preenchidas com os pequenos-almoços na aldeia, sessões de música para crianças, regateios pela feira de artesanato, visitas ao curral dos burros, jogos tradicionais ou um refresco no rio de uma das praias fluviais da zona.

As tardes têm muitas atividades antes dos primeiros concertos, como as oficinas para construir instrumentos musicais, a exibição de curtas-metragens, em parceria com o Curtas em Flagrante, as artes performativas em parceria com a Materiais Diversos ou as actuações ad-hoc no Palco Garagem.

Os concertos começam a aquecer pela tarde dentro, no interior da igreja, com o Palco MPAGDP, onde a programação está a cargo d’A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria, no adro, no Palco Tarde ao Sol e nos concertos do coreto, conhecido como Palco Giacometti, onde ecoam as sonoridades mais introspetivas.

Além do palco principal, o Palco Eira, que concentrará as atenções durante as noites longas, há também música na Praça do Rossio, no Palco Lopes-Graça.

XTerra Golegã - Fotos Carlos Simões