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Cultura

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A Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERTAR) adjudicou à Confraria da Gastronomia do Ribatejo, uma associação sem fins lucrativos, pelo valor de 45 mil euros, a elaboração da Carta Gastronómica do Ribatejo (concelhos da Lezíria do Tejo).

A decisão, tomada por ajuste direto pela Comissão Executiva da ERT em dezembro de 2016, é justificada com o objetivo de “valorização do património cultural do Ribatejo, através da promoção da gastronomia enquanto marca distintiva da região”, e envolve os municípios de Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém.

Segundo o texto do contrato, assinado por ambas as partes, “os serviços a desenvolver compreendem a organização, desenvolvimento, difusão, informação regional e entrega” da Carta Gastronómica para o território dos municípios atrás referidos, e deverão estar concluídos até final de 2017.

O trabalho deverá, entre outros aspetos, fazer o levantamento das especialidades gastronómicas características do Ribatejo, e em concreto da sub-região da Lezíria do Tejo, dos ingredientes regionais e dos modos de confeção regionais; definir as matérias-primas que garantem de modo inequívoco as características das especialidades identificadas; definir os modos de confeção que de forma inequívoca garantem as características da gastronomia ribatejana; definir os modos de produção de matérias-primas que garantem as caraterísticas típicas da gastronomia ribatejana; definir os produtos não oriundos da região que são toleráveis e dos que são intoleráveis para a gastronomia ribatejana; e, estabelecer as relações entre o Receituário e os Produtos Locais.

A Confraria da Gastronomia do Ribatejo é uma associação de cidadãos sem fins lucrativos, com sede em Santarém, que tem como objetivos a investigação e divulgação do património gastronómico do Ribatejo.

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O livro de “Actas do I Congresso Internacional – O Cavalo e o Touro na Pré-História e na História” vai ser lançado no próximo dia 21 de janeiro, pelas 15h30, na sala polivalente da biblioteca municipal Ruy Gomes da Silva, na Chamusca.

Esta obra resulta do congresso sobre o mesmo tema realizado na Chamusca e na Golegã. em maio de 2013.

Coordenado pelo arqueólogo Fernando Augusto Coimbra, o livro conta com 31 artigos, sendo 13 em português, 13 em castelhano e cinco em inglês, distribuídos por sete secções, que versam sobre a evolução do touro e do cavalo nos primórdios da história.

Organizado em 2013 pelo Centro Português de Pré-História, e com o envolvimento das Câmaras da Chamusca e Golegã, entre outras entidades, o congresso serviu para a troca de conhecimentos entre pré-historiadores, arqueólogos, historiadores de arte e investigadores dedicados à mitologia, à utilização militar do cavalo, à historia da tauromaquia, à origem e evolução e à criação destes dois animais.

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Vhils e Manuel João Vieira são dois dos artistas nacionais que vão participar no projeto “ARTEJO”, que prevê várias intervenções artísticas no concelho de Vila Nova da Barquinha, em 2017.

Segundo uma nota de imprensa da autarquia, serão desenvolvidas no concelho 10 intervenções artísticas, distribuídas por três freguesias, numa iniciativa que é fruto de uma parceria entre o município e a Fundação EDP.

O projeto “Arte Pública Fundação EDP” é “um programa de âmbito nacional, orientado para territórios de baixa densidade populacional, que pretende democratizar o acesso à arte e permitir o envolvimento da população em novas experiências culturais”, explica a mesma nota, que acrescenta que o mesmo será implementado através de parcerias com instituições e coletividades locais, sociais ou culturais.

Cada projeto decorre em quatro fases: num primeiro momento, são realizadas assembleias de apresentação do projeto à população, que pressupõem uma conversa com os artistas, seguindo-se a apresentação de propostas por parte artistas.

De seguida, os autores realizam as intervenções em espaço público e, numa última fase, decorrem as visitas guiadas às obras.

Desert Challenge 2017