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Cultura

sardoalpresepiosmundo“Presépios do Mundo – O Imaginário Africano” é o nome da exposição que estará patente no centro cultural Gil Vicente, no Sardoal, de 15 de dezembro a 26 de janeiro de 2019.

A mostra, segundo uma nota de imprensa da Câmara do Sardoal, integra presépios da coleção Rui Sequeira, pertencentes à Diocese de Portalegre-Castelo Branco, e dão a conhecer diferentes representações populares e etnográficas da natividade em África.

A inauguração da exposição, que está marcada para o dia 15, será antecedida por uma visita às capelas da vila que estão ornamentadas com presépios.

Segundo a mesma nota, “nos dias 22, 23, 29 e 30 de dezembro, as capelas e igrejas do concelho vão estar adornadas com presépios elaborados pelos sardoalenses”, sendo que, no dia 23 de dezembro, o município “disponibilizará transporte para visitar os templos, com partida do centro cultural Gil Vicente, pelas 14h30m”.

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O Mercado de Natal, este ano com a "companhia" de uma pista de gelo ecológico, abriu esta quinta-feira, 13 de dezembro, e vai ficar no Jardim Joaquim Maria Cabeça, próximo do cineteatro e da Câmara Municipal, no centro da vila da Chamusca, até domingo, dia 16.

Este verdadeiro espaço de fantasia e de magia do Natal para toda a comunidade do concelho da Chamusca e não só, inclui animação diária variada, desde teatro a espetáculos de magia, passando por ballet e sevilhanas.

Quanto à pista de gelo ecológica, está preparada para que todos possam experimentar, mesmo que nunca tenham patinado antes. É uma pista amiga do ambiente, que não necessita de refrigeração e que é mais segura e divertida para todas as idades e experiências.

Há ainda a habitual mostra de artesanato, ideal para fazer as suas compras de Natal, e também uma exposição de produtos locais e regionais, sem esquecer as muitas diversões para miúdos e graúdos.

Tudo no interior de uma acolhedora tenda, para que não sinta o rigor do clima e possa disfrutar de tudo com mais calma e conforto. As entradas são gratuitas, livres e abertas à participação de todos.

 

UMA PANÓPLIA DE ATIVIDADES

Entre a vasta oferta para estes quatro dias na Chamusca, destaque para três exibições do espetáculo “O Pinóquio”, promovido pelo Município no âmbito do Ciclo Cultural !mersivo, e produzido pela Companhia de Teatro do Ribatejo. Há duas sessões para crianças, uma no dia 13 de dezembro, às 10h45, para as crianças dos Jardins de infância do concelho, e outra no dia 14 de dezembro, também às 10h45, para as crianças do 1º Ciclo do concelho. Sempre no Cineteatro onde vai acontecer também uma sessão deste espetáculo para o público em geral, agendada para o dia 16 de dezembro, às 16h00, com entradas gratuitas sujeitas a reserva no Balcão Único do Município.

Na abertura oficial do mercado, a partir das 17h00 de dia 13 de dezembro, vai haver animação musical com a Universidade Sénior J.F. da Carregueira, a Universidade Sénior da Chamusca e Pinheiro Grande, Universidade Sénior Vale de Cavalos, Universidade Sénior de Ulme e Semideiro e a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários da Chamusca.

No dia 14 de dezembro, o Mercado abre com o espetáculo “O Pinóquio”, pelas 10h45, e de tarde, às 14h00, pode assistir ao espetáculo “Embruxalados”, de Maria Morais. Trata-se de uma sessão de contos inspirados na cultura popular portuguesa, em episódios de tradição oral, superstições de família e algumas fantasias próprias. Este é um espetáculo de entrada livre, que terá lugar no cineteatro.

Ainda no dia 14, realiza-se a 2.ª edição do concurso “O Melhor Bolo de Natal”, às 15h00, e depois há espetáculo de magia com “CloseUp Mágico”, pelo mágico Artur Santos. Às 19h00, há exibição de ballet pelo projeto “Corpo da Dança” da Chamusca.

No sábado, dia 15, o mercado abre pelas 10h30 e há animação de rua a partir das 15h30. Pelas 17h00 há show de magia (com Artur Santos) e pelas 19h00 continua a animação de rua.

No domingo, dia 16 de dezembro, o Mercado abre a partir das 15h00 com animação de rua e, às 16h00, não se esqueça que há sessão do teatro “O Pinóquio”, no cineteatro. Às 18h00 atuam as sevilhanas “Las Flamenquitas” da Chamusca.

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Chama-se “Sonho” e é o disco de estreia de Isaac Pimenta, um cantor, compositor e produtor de apenas 22 anos, natural de Alcanhões, no concelho de Santarém.

Depois de ter apresentado este trabalho no bar “O Bom, o Mau e o Vilão”, em Lisboa, Isaac Pimenta vai partilhar os 10 temas deste seu “Sonho” com o público scalabitano no Fórum Actor Mário Viegas, na sexta-feira, 14 de dezembro, a partir das 21h30.

Rede Regional – Este álbum de estreia chama-se “Sonho”. Lançar o primeiro álbum é um “sonho” tornado realidade? Foi difícil chegar até aqui?

Isaac Pimenta – Sim, lançar este primeiro álbum é um sonho tornado realidade. Não creio que tenha sido difícil chegar até aqui, mas foi um desafio pessoal que exigiu algum trabalho e dedicação.

RR – E tu? És um “sonhador”? Onde “sonhas” chegar no mundo da música?

IP – Sou! Sem dúvida. Como músico, o meu sonho é viver do meu ofício. Obviamente que tenho metas e ambições para os meus projetos (umas mais possíveis que outras), mas se conseguir viver do que sei fazer de melhor, já fico muito feliz.

RR – As letras e as músicas são todas da tua autoria?

IP – Sim, tanto as letras como as músicas são da minha autoria.

santaremisaacpimentaalbumRR – Dizes que este “Sonho” foi inspirado pela guerra na Síria, pela eleição de Trump e pela ascensão das extremas-direitas ao poder. É um disco político, de intervenção?

IP – É um disco de intervenção, com abordagens políticas, sociais e pessoais. Todos os assuntos que me preocupam, e que estão relacionados direta ou indiretamente comigo, serviram de inspiração para a criação deste disco.

RR – Acreditas que a música pode ou deve levar o público a refletir sobre o estado do mundo e da atualidade?

IP – Sim, creio que sim, apesar dessa ser apenas uma das várias funções que a música pode ter. Obviamente que essa reflexão e interpretação da música, por parte do público, varia de pessoa para pessoa, de momento para momento, e é também por isso que tento compor músicas com duplos sentidos.

RR – Quem são as tuas principais referências musicais, nacionais e estrangeiras?

IP – Nirvana foi a primeira banda que eu explorei e continua a ser uma grande referência para mim, não pelo género de música, mas pela maneira como a banda encarava a forma de fazer música. Em Portugal, as minhas principais referências são: Zeca Afonso, Sérgio Godinho, Tiago Bettencourt e Jorge Palma.

RR – A apresentação do álbum em Lisboa correu bem?

IP – Correu muito bem, foi muito especial. Estavam lá as pessoas que me ajudaram a trazer este “sonho” para o mundo real.

RR – Como é que têm sido as reações ao álbum?

IP – Até agora muito boas. Tenho a noção de que não é um álbum perfeito, do ponto de vista da produção, mas tem um conceito, tem um fio condutor que liga todas as músicas.

RR – Preparas-te para apresentar o teu “Sonho” ao vivo em Santarém, na tua cidade. É uma responsabilidade acrescida?

IP – Tendo em conta que já actuei algumas vezes em Santarém, sinto algum conforto em tocar na minha cidade. Por outro lado, tanto eu como o público, temos algumas expectativas em relação a esta apresentação, portanto espero corresponder ao que esperam de mim, de forma positiva.

RR – O que se segue, na tua carreira, depois deste passo?

IP – Para já vou continuar a divulgar o disco. Em Janeiro e Fevereiro irei apresentá-lo em várias FNACs, entre Lisboa, Cascais e Porto e depois disso quero começar a trabalhar num segundo álbum.

Para descobrir o primeiro single do álbum, "Sonho", clique AQUI

 

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves