chamusca latitude4micromineiro slide

Cultura

barquinhafestatejoamoreletro

Os Amor Eletro são os cabeças de cartaz do programa musical da Feira do Tejo, um evento que promete levar muita folia, animação e milhares de visitantes a Vila Nova da Barquinha entre os dias 9 e 13 de junho.

A banda de Marisa Lis sobe ao palco montado no multipremiado espaço do Barquinha Parque no dia 10 de junho, feriado nacional.

Ainda no que se refere à música, cabe aos Moonshiners, uma banda de rock com influências muito distintas, abrir os concertos da Feira do Tejo, no dia 9 de junho.

No dia 11, sobem ao palco os Arregaita & Convidados, oriundos de Vila Nova da Barquinha, ao passo que a noite de dia 12 estará entregue a Ana Laíns, a “cantora colorida”, como gosta de ser conhecida no universo da música portuguesa.

Para o feriado municipal e encerramento da Feira do Tejo, a 13 de junho, está agendado um concerto da Orquestra Ligeira do Exército, banda militar que assinala 40 anos, sincronizado com pirotecnia.

Para além da música, a Feira do Tejo tem um programa de atividades bastante diversificado para toda a família, com destaque para a feira de artesanato e para as tasquinhas, onde não faltará a sardinha assada própria do Santo António, o padroeiro da vila.

A festa brava está também de regresso à praça de toiros da vila, no dia 11 de junho, numa corrida que junta na arena os cavaleiros Gilberto Filipe, Paulo Jorge Santos e Marcos Bastinhas, com os Amadores de Tomar, Amadores do Montijo e Amadores da Chamusca a pegar os toiros de Pinto Barreiros e de São Torcato.

Como manda a tradição, na véspera do dia de Santo António assiste-se ao tradicional desfile de marchas populares, tendo lugar no dia seguinte o momento religioso dos festejos, com a missa e procissão em honra do santo casamenteiro.

Para além de diversas exposições e animação de rua pelo parque, a Feira do Tejo terá também vários espetáculos de dança e folclore, insufláveis para os mais novos e provas desportivas, com destaque para mais uma edição do Trail de Santo António, com o Castelo de Almourol como pano de fundo.

tomarconventoluzespetcul

“Flux Tomar – Rota da Luz” é o nome do espetáculo multimédia que vai ser projetado em alguns dos mais emblemáticos monumentos da cidade de Tomar, entre os dias 9 e 18 de junho, sempre entre as 21h30 e as 24 horas.

O espetáculo, que conjuga o video mapping e pinturas de luz, “permite ao visitante deambular pela cidade, experienciando e vivenciando o seu património realçado pelas criações artísticas de luz e vídeo proporcionadas pelo atelier «OCubo», entidade criadora e produtora” do evento, explica uma nota de imprensa da Câmara de Tomar.

A iniciativa em quatro locais, a igreja de Santa Maria do Olival, o Complexo Cultural da Levada, a Praça da República e o Convento de Cristo.

Na igreja de Santa Maria do Olival, as pinturas feitas pelo público em tempo real serão ajustadas à arquitetura do edifício, sendo o público convidado a "pintar" o edifício através de cores, símbolos ou padrões, que serão recolhidos e recortados, tendo como temática os Templários.

No Complexo Cultural da Levada, a projeção de vídeo mapping será feita sobre o Moinho da Ordem, onde mecanismos animados contam a história do passado daquele complexo industrial e proto-industrial, ao passo que na Praça da República será feita a apresentação do trabalho desenvolvido nos workshops do projecto educativo.

“Finalmente, o cenário majestoso do Convento de Cristo será o espaço ideal para uma animação de grande espetacularidade audiovisual com base neste tesouro patrimonial”, acrescenta a mesma nota do município.

santaremanaarrudafenicios

“Fenícios no Vale do Tejo: viagens na terra de muitos” é o tema da palestra que Ana Arruda vai proferir no próximo dia 3 de junho, às 16 horas, no auditório da Casa do Brasil, em Santarém, numa iniciativa inserida no ciclo de conferências “Crescer ao Shabbat”.

Nesta dissertação, que integra a programação da exposição “Santarém, Cidade em Crescente” (patente até dia 7 de fevereiro de 2018), a arqueóloga e professora universitária apresenta os trabalhos arqueológicos realizados na Alcáçova de Santarém e no baixo Tejo, entre os anos 80 e a primeira década do Século XXI, que permitiram uma considerável acumulação de dados sobre a ocupação orientalizante do território da antiga bacia do Tejo.

Investigadora de carreira, Ana Margarida Arruda é reconhecida como especialista internacional em arqueologia e história da antiguidade, e é membro do Centro de Arqueologia e ao Centro de Estudos Clássicos da Universidade de Lisboa (UNIARQ).

Em correlação com o tema abordado, é autora da obra “Los fenícios en Portugal: Fenícios y mundo indígena en el Centro y sur de Portugal”, entre múltiplos trabalhos em revista nacionais e internacionais e coletâneas.

XTerra Golegã - Fotos Carlos Simões