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Cultura

abrantesquARTel

“White Noise” é o nome da exposição de António Júlio Duarte que ficará patente na galeria QuARTel da Arte Contemporânea de Abrantes entre os dias 11 de fevereiro e 29 de abril.

Trata-se de uma mostra de fotografia que sintetiza 10 anos de trabalho do fotógrafo em Macau, no ambiente luxuoso e exótico dos casinos.

Segundo uma nota de imprensa da Câmara de Abrantes, “esta data marca também a adoção uma nova filosofia de gestão para a antiga galeria municipal de arte que, depois de 20 anos ao serviço da valorização das artes e da qualificação de públicos em Abrantes, passa a acolher permanentemente a Coleção Figueiredo Ribeiro”.

“Composta por mais de 1300 obras de várias gerações de artistas, esta coleção representa um conjunto de inequívoco valor estético, amplamente reconhecido no meio artístico”, acrescenta a mesma nota, sublinhando que inclui artistas plásticos consagrados como Ana Hatherly, João Pedro Vale, José Pedro Croft, Pedro Cabrita Reis, Rui Chafes e Sara Bichão, entre muitos outros, que terão nova “residência” em Abrantes.

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O museu municipal Carlos Reis, em Torres Novas, tem uma nova oficina educativa criada a partir da sua própria coleção osteológica de reserva, um workshop concebido e monitorizado por Vitória Duarte, uma antropóloga física que é especialista em Biologia e Evolução Humana pela Universidade de Coimbra.

 “Perante um esqueleto, proveniente da necrópole do castelo de Torres Novas, os participantes são confrontados com interpelações várias que conduzem a reflexões sobre biologia e anatomia, mas também sobre a importância da arqueologia e da antropologia”, explica uma nota de imprensa da autarquia.

A partir dos conhecimentos adquiridos na primeira parte da oficina, os participantes terão que resolver mistérios e seguir as pistas espalhadas pelo museu, num jogo que os conduzirá até ao lugar onde terão de ser arqueólogos, em contexto de escavação.

Esta é uma atividade a pensar nos alunos do ensino secundário e do 3º ciclo do ensino básico.

Segundo a mesma nota, o museu abre esta oficina ao público no próximo dia 12, às 15 horas, num especial para famílias e destinada a crianças a partir dos 9 anos.

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O Centro Cultural Gil Vicente, no Sardoal, vai receber um colóquio dedicado à I Guerra Mundial no próximo dia 8 de fevereiro, a partir das 10h45m.

Esta iniciativa terá como oradores o diretor do Museu Militar, coronel Luís Paulo Albuquerque, que desenvolverá o tema “Portugal e a I Grande Guerra”, e o historiador António Matias Coelho, que falará sobre o “Milagre de Tancos” e a “Parada de Montalvo”.

Segundo a Câmara do Sardoal, este colóquio é a primeira de várias iniciativas promovidas no âmbito da comemoração do primeiro centenário da I Grande Guerra, como é o caso da exposição “Primeira Grande Guerra – 100 anos depois”, patente no centro cultural Gil Vicente, e a inauguração de um monumento de homenagem aos combatentes do concelho de Sardoal, que terá lugar no dia 18 fevereiro.

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