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Cultura

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Entre os dias 17 e 21 de agosto, Samora Correia afirma-se como a capital do touro bravo, com um programa de festas quatro entradas de touros conduzidos por campinos e cavaleiros amadores a cavalo, dois encierros com os touros a percorrerem a avenida principal da cidade, uma corrida de touros e uma garraiada na praça de touros, entre outras atividades.

À espera de milhares de visitantes, a cidade do concelho de Benavente vai reviver as tradições ribatejanas durante os cinco dias das festas em Honra de Nossa Senhora da Oliveira e Nossa Senhora de Guadalupe, que, como habitualmente, mantêm a sua forte componente religiosa.

Além das procissões que decorrem nas ruas da cidade e as liturgias na igreja matriz, o ponto alto será a procissão com 18 imagens e milhares de fiéis em devoção na tarde de domingo, após o cortejo de Nossa Senhora de Alcamé, a padroeira dos campinos e lavradores.

Artesanato, gastronomia e os arraiais populares animam os cinco dias das festas, que têm na noite de sábado a tradicional sardinhada com distribuição gratuita de sardinha, pão e vinho.

No sábado de manhã, haverá provas de condução de jogos de cabrestos, picaria à vara larga e a bênção do gado e durante a tarde decorre o cortejo etnográfico com centenas de participantes entre campinos, cavaleiros, ranchos folclóricos, banda de música da SFUS e Fanfarra dos Bombeiros de Samora Correia.

A animação é distribuída por vários palcos com fado, folclore e música popular.

A organização é da ARCAS, que conta com dezenas de voluntários que colaboram gratuitamente na preparação dos festejos.

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UHF, Miguel Araújo, Rita Redshoes e Emanuel são os nomes mais sonantes do cartaz de espetáculos das festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, em Coruche, que este ano de 14 a 19 de agosto.

A banda de António Manuel Ribeiro, quase a completar 40 anos de carreira, sobe ao palco principal, o Palco Sorraia, no último dia do evento, a partir das 22 horas, pouco antes da frente ribeirinha do rio Sorraia ser iluminada com um espetáculo pirotécnico que marca o encerramento das festas.

Emanuel é o cabeça de cartaz no dia 16 de agosto, o designado dia do aficionado, com entrada de cabrestos nas ruas, logo pela manhã, e um desfile de tertúlias ao final da tarde, seguido de uma tourada à corda com quatro toiros e pastores da Ilha Terceira, nos Açores.

O concerto de Miguel Araújo está marcado para 17 de agosto, dia do campino do Sorraia e feriado municipal, e dia em que se realiza, durante a manhã, o cortejo histórico e etnográfico, esta ano com o tema “Água, fonte de vida – memórias da nossa terra”, numa grande recriação cultural de memórias e identidade que envolve cerca de mil participantes.

A cantora Rita Redshoes sobe ao Palco Sorria a 18 de agosto, dia da juventude, que ficará marcado por várias largadas nas ruas da vila, provas de condução de cabrestos e picaria à vara larga na Vinha das Baleias.

No que se refere às iniciativas mais emblemáticas das festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, o tradicional fogo-de-artifício no rio Sorraia à meia-noite realiza-se a 14 de agosto, dia do fogo, antecipado da Saída da Tocha (chama da fé) que sairá em corrida até ao local de realização.

O dia 15, dia da Assunção de Nossa Senhora, tem como ponto alto a procissão em Honra de Nossa Senhora do Castelo, padroeira de Coruche, que percorrerá as ruas da vila.

Paralelamente aos concertos, as Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo são marcadas por muitas outras iniciativas paralelas ao longo dos seis dias do evento, e pelas tasquinhas, que servem a boa gastronomia ribatejana aos milhares de visitantes esperados na vila.

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“Santarém entre Torres – Torres no Centro Histórico” é o tema da 3ª visita guiada do ciclo que está a ser promovido pela Câmara de Santarém, e que se realiza no próximo dia 19 de agosto.

A visita, que será conduzida pela guia e intérprete Vera Duarte, começa às 9h30, junto à Torres das Cabaças, e termina duas horas depois, junto ao mercado municipal da cidade.

Para além da conhecida Torre do Relógio, ou Torre das Cabaças, foram várias as torres que povoaram Santarém, desde torres militares, quadradas ou circulares, e torres sineiras das várias igrejas, muitas, parte integrante de antigos mosteiros.

A visita passa pela torre aberta ao público mais recentemente, a Torre Sineira, que integra o espaço da Diocese de Santarém, e da qual se consegue ter uma vista abrangente do centro histórico e da sua envolvente.

XTerra Golegã - Fotos Carlos Simões